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Foram encontradas 40 questões.

1337778 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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No século XX, arqueólogos redescobriram evidências sobre a vida dos hebreus, as pragas e a fuga do Egito. A pintura abaixo, encontrada em um túmulo, mostra, em suas inscrições, que os hebreus, durante um longo período, foram:
Enunciado 1337778-1
 

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1337753 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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São considerados direitos dos arqueólogos, EXCETO:
 

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1337734 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A arqueologia é uma ciência que estuda o passado do homem e das civilizações através do estudo de vestígios. Das proposiçoes abaixo, assinale aquela que NÃO está de acordo com a arqueologia enquanto ciência:
 

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De acordo com a Lei Orgânica Municipal, dentre as competências privativas da Câmara de Vereadores estão:

 

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1337589 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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O estudo arqueológico depara-se, muitas vezes, com estranhos sinais, gravados ou pintados nas pedras, outras vezes, misturados com a terra, surgem pedaços de panelas de barro, conchas, ossos de animais ou, mesmo, esqueletos humanos. Podem ser, ainda, fragmentos de pedra que parecem iguais a todas as outras pedras, mas, estas são especiais, foi o homem que, em um passado remoto, as lascou, realizando um trabalho cujos vestígios poderão ser encontrados um dia a partir de um trabalho minucioso e delicado, realizado pelo arqueólogo, que vai expor, através de escavações arqueológicas, uma parte dos acontecimentos que ocorreram ali, onde aqueles vestígios foram encontrados. A figura abaixo refere-se ao sítio arqueológico de pedra do Ingá localizada:
Enunciado 1337589-1
 

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1337567 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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Assinale a proposição que NÃO estiver de acordo com a nomenclatura das culturas pré-históricas americanas e sua adaptação no Brasil, relativas às datações arqueológicas:
 

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1337519 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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A questão deverá ser respondida com base no mapa a seguir:
Enunciado 1337519-1
Uma nova espécie humana foi resultado de pesquisas arqueológicas que resultaram na descoberta de um esqueleto quase intacto e ossos de mais outros representantes de uma espécie que recebeu a classificação de Homo Floresiensis e viveu há 18 mil anos. Os vestígios da espécie citada foram encontrados:
 

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1337493 Ano: 2011
Disciplina: Arqueologia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Pelotas-RS
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No que se refere à arqueologia brasileira, estudos comprovam que o mais antigo crânio de um ser humano pré-histórico do Continente Americano, com aproximadamente 11.000 anos, foi encontrado:
 

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Leia o texto: “ Faxina nos mitos” , de Lya Luft para responder a questão:
Boa parte de nossa infelicidade ou aflição nasce do fato de vivermos rodeados (por vezes esmagados ou algemados) por mitos. Nem falo dos belos, grandiosos ou enigmáticos mitos da Antiguidade grega. Falo, sim, dos mitinhos bobos que inventou nosso inconsciente medroso, sempre beirando precipícios com olhos míopes e passo temeroso. Inventam-se os mitos, ou deixamos que aflorem, e construímos em cima deles a nossa desgraça.
Por exemplo, o mito da mãe-mártir. Primeiro engano: nem toda mulher nasce para ser mãe, e nem toda mãe é mártir. Muitas são algozes, aliás. Cuidado com a mãe sacrificial, a grande vítima, aquela que desnecessariamente deixa de comer ou come restos dos pratos dos filhos, ou, ainda, que acorda às 2 da manhã para fritar (cheia de rancor) um bife para o filho marmanjo que chega em casa vindo da farra. Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar, a mãe que controla e persegue como se fosse cuidar, não importa a idade das crias. Essa mãe certamente há de cobrar com gestos, palavras, suspiros ou silêncios cada migalhinha de gentileza. Eu, que me sacrifiquei por você, agora sou abandonada, relegada, esquecida? E por aí vai...
Ou o mito do bom velhinho: nem todo velho é bom só por ser velho. Ao contrário, se não acumularmos bom humor, autocrítica, certa generosidade e cultivo de afetos vários, seremos velhos rabugentos que afastam família e amigos. Nem sempre o velho ou velha estão isolados porque os filhos não prestam ou a vida foi injusta. Muitas vezes se tornam tão ressequidos de alma, tão ralos de emoções, tão pobres de generosidade e alegria que espalham ao seu redor uma atmosfera gélida, a espantar os outros.
E o mito do homem fortão, obrigado a ser poderoso, competente, eterno provedor, quando esconde como todos nós um coração carente, uma solidão fria, a necessidade de companhia, de colo e de abraço – quando é, enfim, apenas um pobre mortal.
Falemos ainda no mito da esposa perfeita, aquela da qual alguns homens, enquanto pulam valentemente a cerca, dizem: "Minha mulher é uma santa". Sinto muito, mas nem todas são. Eu até diria que, mais vezes do que sonhamos, somos umas chatas. Sempre reclamando, cobrando, controlando, não querendo intimidades, ocupadas em limpar, cozinhar, comandar, irritar, na crença vã de que boa mulher é a que mantém a casa limpa e a roupa passada. Seria bem mais humano ter braços abertos, coração cálido, compreensão, interesse e ternura.
O mito de que a juventude é a glória demora a ruir, mas deveria. Pois jovem se deprime, se mata, adoece, sofre de perdas, angustia-se com o mercado de trabalho, as exigências familiares, a pressão social, as incertezas da própria idade. A juventude – esquecemos isso tantas vezes – é transformação por vezes difícil, com horizontes nublados e paulatina queda de ilusões. É fragilidade diante de modelos impossíveis que nos são apresentados clara ou subliminarmente o tempo todo.
Enfim, a lista seria longa, mas, se a gente começar a desmitificar algumas dessas imagens internalizadas, começaremos a ser mais sensatamente felizes. Ou, dizendo melhor: capazes de alegria com aquilo que temos e com o que podemos fazer numa vida produtiva, porque real.
Observe: “ Cuidado com a mãe atarefada que nunca pára, sempre arrumando, dobrando roupas, escarafunchando armários e bolsos alheios sob o pretexto de limpar.” Segundo as normas da nova ortografia, a palavra em destaque está grafada:
 

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Acerca das normas constitucionais referentes à aposentadoria dos servidores públicos, é INCORRETO afirmar:

Questão Desatualizada

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