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Foram encontradas 835 questões.

O gráfico abaixo mostra o orçamento de um setor de uma empresa, em milhões de reais, ao longo dos 6 primeiros meses do ano:

Enunciado 4600210-1

Analisando o gráfico, pode-se concluir que o que orçamento do mês de junho representa quantos por cento do orçamento do mês de abril?
 

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Um agricultor planta café na sua fazenda em uma área total de 500 metros quadrados. Sabe-se que o agricultor planta um pé de café a cada 0,5 metro quadrado e a cada colheita ele obtém 100 kg de café. Um engenheiro agrônomo fez um projeto onde o agricultor poderia plantar um pé de café a cada 0,25 metro quadrado, sem perda de produtividade. Além disso, o agricultor aumentará a área total plantada para 750 metros quadrados. Neste caso, quantos kg de café o agricultor obterá em cada colheita?
 

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Um restaurante tem uma equipe de 5 garçons e atende a 160 pessoas em um dia comum. Já em datas comemorativas, este restaurante atende a 280 pessoas durante o dia. Além disto, nas datas comemorativas, o restaurante contrata mais dois garçons para auxiliar no serviço. Neste caso, supondo que o número de pessoas atendidas no dia é dividido igualmente entre cada garçom, quantas pessoas a mais a equipe fixa de 5 pessoas atende nas datas comemorativas comparado ao dia comum?
 

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Nas sentenças a seguir, a modificação de um advérbio recai sobre um verbo apenas em:
 

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Dentre as palavras a seguir, é paroxítona apenas:
 

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As sentenças a seguir apresentam lacunas que podem ser preenchidas, a depender do contexto, pelas expressões “afim”, “a fim”, “ao encontro de” e “de encontro a”. Analise-as e assinale a alternativa que preenche suas respectivas lacunas corretamente.


I. Tantas boas realizações confirmam que tudo está indo …… minhas expectativas.
II. O galego é um idioma …… do português.
III. A polícia trabalhou durante a madrugada…… de encontrar novas pistas.
IV. Seu depoimento vai…… tudo que já foi provado, logo, você está mentindo.
 

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Identifique qual das palavras a seguir apresenta dois dígrafos em sua composição.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Gosta de tomar vinho? Agradeça à extinção dos dinossauros


      Quem é fã de uma tacinha de vinho (no almoço ou jantar) deve o hábito à extinção dos dinossauros. Pelo menos é o que sugere uma descoberta descrita esta semana em um artigo da revista científica Nature Plants. Pesquisadores do Museu Field de História Natural, dos Estados Unidos, encontraram os primeiros registros fósseis de uvas do Hemisfério Ocidental, que datam de 19 a 60 milhões de anos atrás – período que coincide com o fim da era dos grandes répteis. Os achados sugerem que o evento de extinção dos dinos criou as condições ideais para o surgimento desses frutos, que servem de base para a produção do vinho.
    É raro que tecidos moles como frutas sejam preservados como fósseis. Então, a compreensão dos cientistas sobre esses alimentos antigos geralmente vem de suas sementes, que são mais propensas a fossilizar. Os primeiros registros de uvas foram encontrados no território onde hoje está a Índia, e têm aproximadamente 66 milhões de anos. Sim, a mesma época em que o asteroide de Chicxulub despencou na Terra.
     Por sua vez, os exemplares identificados no novo estudo vêm de regiões da Colômbia, do Panamá e do Peru. Embora sejam um pouco mais novos que os fósseis indianos, também representam mais ou menos o mesmo período histórico pelo qual passava o planeta.
    Estima-se que foi por volta desta época que um enorme asteroide atingiu a Terra, desencadeando uma extinção em massa. “Embora sempre pensemos nos animais – sobretudo, nos dinossauros, porque eles foram as maiores espécies a serem afetadas –, o evento da extinção teve um grande impacto também na flora do planeta”, lembra Fabiany Herrera, que liderou o estudo, em comunicado à imprensa. 
A equipe de pesquisadores levanta a hipótese de que o desaparecimento dos grandes répteis pode ter ajudado a alterar a composição das florestas. Isso porque animais de grande porte, como os dinossauros, acabam por derrubar árvores quando transitam pelas vegetações. Isso costuma impedir os espaços verdes de serem mais densos. A diversificação das espécies de aves e mamíferos, nos anos seguintes à extinção em massa, também pode estar associada à mudança da flora do planeta. Esses animais são conhecidos por comerem frutas e espalharem as suas sementes pelo terreno, contribuindo com o crescimento da espécie vegetal.
Inspirado por um estudo de 2013, que analisou o fóssil de semente de uva mais antigo conhecido, Herrera tomou como objetivo descobrir registros fósseis do alimento também no continente americano. Mas foi só em 2022, quando investigava os Andes colombianos, que a descoberta enfim veio. O fóssil estava em uma rocha de 60 milhões de anos. De volta ao laboratório, eles fizeram tomografias computadorizadas no fóssil, que confirmaram sua identidade a partir da estrutura interna da semente. A equipe nomeou a espécie fossilizada como Lithouva susmanii, em homenagem a Arthur Susman, um defensor da paleobotânica sul-americana no Museu Field.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível
em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curi
osidade/noticia/2024/07/gosta-de-tomar-vinhoagradeca-
a-extincao-dos-dinossauros.ghtml>
Considerando-se sua constituição interna e sua função, a expressão “pelo menos", que ocorre no texto, – Pelo menos é o que sugere uma descoberta descrita esta semana em um artigo da revista científica Nature Plants. –, é uma:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Gosta de tomar vinho? Agradeça à extinção dos dinossauros


      Quem é fã de uma tacinha de vinho (no almoço ou jantar) deve o hábito à extinção dos dinossauros. Pelo menos é o que sugere uma descoberta descrita esta semana em um artigo da revista científica Nature Plants. Pesquisadores do Museu Field de História Natural, dos Estados Unidos, encontraram os primeiros registros fósseis de uvas do Hemisfério Ocidental, que datam de 19 a 60 milhões de anos atrás – período que coincide com o fim da era dos grandes répteis. Os achados sugerem que o evento de extinção dos dinos criou as condições ideais para o surgimento desses frutos, que servem de base para a produção do vinho.
    É raro que tecidos moles como frutas sejam preservados como fósseis. Então, a compreensão dos cientistas sobre esses alimentos antigos geralmente vem de suas sementes, que são mais propensas a fossilizar. Os primeiros registros de uvas foram encontrados no território onde hoje está a Índia, e têm aproximadamente 66 milhões de anos. Sim, a mesma época em que o asteroide de Chicxulub despencou na Terra.
     Por sua vez, os exemplares identificados no novo estudo vêm de regiões da Colômbia, do Panamá e do Peru. Embora sejam um pouco mais novos que os fósseis indianos, também representam mais ou menos o mesmo período histórico pelo qual passava o planeta.
    Estima-se que foi por volta desta época que um enorme asteroide atingiu a Terra, desencadeando uma extinção em massa. “Embora sempre pensemos nos animais – sobretudo, nos dinossauros, porque eles foram as maiores espécies a serem afetadas –, o evento da extinção teve um grande impacto também na flora do planeta”, lembra Fabiany Herrera, que liderou o estudo, em comunicado à imprensa. 
A equipe de pesquisadores levanta a hipótese de que o desaparecimento dos grandes répteis pode ter ajudado a alterar a composição das florestas. Isso porque animais de grande porte, como os dinossauros, acabam por derrubar árvores quando transitam pelas vegetações. Isso costuma impedir os espaços verdes de serem mais densos. A diversificação das espécies de aves e mamíferos, nos anos seguintes à extinção em massa, também pode estar associada à mudança da flora do planeta. Esses animais são conhecidos por comerem frutas e espalharem as suas sementes pelo terreno, contribuindo com o crescimento da espécie vegetal.
Inspirado por um estudo de 2013, que analisou o fóssil de semente de uva mais antigo conhecido, Herrera tomou como objetivo descobrir registros fósseis do alimento também no continente americano. Mas foi só em 2022, quando investigava os Andes colombianos, que a descoberta enfim veio. O fóssil estava em uma rocha de 60 milhões de anos. De volta ao laboratório, eles fizeram tomografias computadorizadas no fóssil, que confirmaram sua identidade a partir da estrutura interna da semente. A equipe nomeou a espécie fossilizada como Lithouva susmanii, em homenagem a Arthur Susman, um defensor da paleobotânica sul-americana no Museu Field.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível
em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curi
osidade/noticia/2024/07/gosta-de-tomar-vinhoagradeca-
a-extincao-dos-dinossauros.ghtml>
Todas as palavras a seguir, retiradas do texto, são exemplos de composição por justaposição, exceto:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.


Gosta de tomar vinho? Agradeça à extinção dos dinossauros


      Quem é fã de uma tacinha de vinho (no almoço ou jantar) deve o hábito à extinção dos dinossauros. Pelo menos é o que sugere uma descoberta descrita esta semana em um artigo da revista científica Nature Plants. Pesquisadores do Museu Field de História Natural, dos Estados Unidos, encontraram os primeiros registros fósseis de uvas do Hemisfério Ocidental, que datam de 19 a 60 milhões de anos atrás – período que coincide com o fim da era dos grandes répteis. Os achados sugerem que o evento de extinção dos dinos criou as condições ideais para o surgimento desses frutos, que servem de base para a produção do vinho.
    É raro que tecidos moles como frutas sejam preservados como fósseis. Então, a compreensão dos cientistas sobre esses alimentos antigos geralmente vem de suas sementes, que são mais propensas a fossilizar. Os primeiros registros de uvas foram encontrados no território onde hoje está a Índia, e têm aproximadamente 66 milhões de anos. Sim, a mesma época em que o asteroide de Chicxulub despencou na Terra.
     Por sua vez, os exemplares identificados no novo estudo vêm de regiões da Colômbia, do Panamá e do Peru. Embora sejam um pouco mais novos que os fósseis indianos, também representam mais ou menos o mesmo período histórico pelo qual passava o planeta.
    Estima-se que foi por volta desta época que um enorme asteroide atingiu a Terra, desencadeando uma extinção em massa. “Embora sempre pensemos nos animais – sobretudo, nos dinossauros, porque eles foram as maiores espécies a serem afetadas –, o evento da extinção teve um grande impacto também na flora do planeta”, lembra Fabiany Herrera, que liderou o estudo, em comunicado à imprensa. 
A equipe de pesquisadores levanta a hipótese de que o desaparecimento dos grandes répteis pode ter ajudado a alterar a composição das florestas. Isso porque animais de grande porte, como os dinossauros, acabam por derrubar árvores quando transitam pelas vegetações. Isso costuma impedir os espaços verdes de serem mais densos. A diversificação das espécies de aves e mamíferos, nos anos seguintes à extinção em massa, também pode estar associada à mudança da flora do planeta. Esses animais são conhecidos por comerem frutas e espalharem as suas sementes pelo terreno, contribuindo com o crescimento da espécie vegetal.
Inspirado por um estudo de 2013, que analisou o fóssil de semente de uva mais antigo conhecido, Herrera tomou como objetivo descobrir registros fósseis do alimento também no continente americano. Mas foi só em 2022, quando investigava os Andes colombianos, que a descoberta enfim veio. O fóssil estava em uma rocha de 60 milhões de anos. De volta ao laboratório, eles fizeram tomografias computadorizadas no fóssil, que confirmaram sua identidade a partir da estrutura interna da semente. A equipe nomeou a espécie fossilizada como Lithouva susmanii, em homenagem a Arthur Susman, um defensor da paleobotânica sul-americana no Museu Field.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível
em <https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curi
osidade/noticia/2024/07/gosta-de-tomar-vinhoagradeca-
a-extincao-dos-dinossauros.ghtml>
Considere o seguinte excerto, introduzido por uma expressão de valor concessivo: “Embora sejam um pouco mais novos que os fósseis indianos, também representam mais ou menos o mesmo período histórico pelo qual passava o planeta.” A alternativa que o reescreve corretamente, introduzindo-o com outra expressão de valor correspondente, é:
 

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