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324997 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Leia as afirmativas a seguir:
I. São exemplos de figuras de linguagem o eufemismo, a ironia, a elipse, o zeugma, a comparação, a metonímia, a metáfora, a hipérbole, entre outros. II. Na obra Vidas Secas, de Graciliano Ramos de Oliveira, Fabiano e sua companheira têm que tomar uma decisão crucial: eternizar seu ciclo de exploração ou tentar dar aos filhos o estudo que eles nunca tiveram.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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324995 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula

A criança durante a Educação Infantil tem contato com milhares de sentidos e sensações. Cada exercício ou brincadeira pode se transformar em uma experiência guiada pelos professores. Mas como esses profissionais aprendem? E quais os desafios de levar as lições e diretrizes da BNCC para a sala de aula?

A pedagoga Mônica Samia, que fez seu doutorado sobre formação para Educação Infantil e publicou o livro "Diálogos sobre Formação de Formadores da Educação Infantil", explica que o modelo atual no qual professores de Educação Infantil se respaldam ainda é muito calcado no campo conceitual e teórico. Para ela, é imprescindível que esses profissionais comecem a ter contato com saberes mais práticos e focando, principalmente, na escuta como matéria-prima dessa etapa.

Mais recentemente, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) definiu seis direitos de aprendizagem aos quais toda criança tem direito na Educação Infantil. São elas: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. Apesar desses campos determinados, como é a realidade de quem leciona para os pequenos? E como levar a teoria do formando em Pedagogia para o campo prático da sala de aula?

RECONHECER A EDUCAÇÃO INFANTIL É O PRIMEIRO PASSO


Para Priscilla Amaral, professora formada em Pedagogia e que atualmente leciona na prefeitura municipal de São Paulo, o ensino para quem quer seguir a área pedagógica realmente é pouco prático, o que pode dificultar, muitas vezes, o entendimento do que e como cada campo deve ser ensinado.

Para ela, as áreas de recreação, ludicidade, jogos e brincadeiras deveriam ser melhor exploradas durante a formação dos professores. "Dentro da própria universidade que forma esses profissionais deveria ter mais aulas práticas nessas áreas, já que o foco da Educação Infantil é o brincar", diz a pedagoga.

A diretora pedagógica Clea Braga Alves trabalha em Itabirito, município de Minas Gerais, e trabalha na coordenação pedagógica desde 2013. Ela conta que todo o corpo pedagógico vem se preparando, juntamente com os supervisores e professores, para as mudanças propostas pela implementação da Base. "Nós já estamos desde o ano passado nos preparando para essa transição", explica ela.

Segundo a diretora pedagógica, o ensino para os profissionais que lecionam para a Educação Infantil realmente é muito teórico. Entre as críticas que ela faz, o curto período de estágio obrigatório não ajuda os profissionais e monitores que auxiliam os profissionais que chegam, em sua maioria, ainda muito despreparados. "Estamos capacitando todos os profissionais que têm chegado aqui", conta ela.

PROTAGONISMO X DIREITO

Jussara Santos, professora de crianças de 5 e 6 anos da rede pública municipal de São Paulo, conta que sua experiência como educadora para os pequenos mudou muito o seu olhar. Para ela, só faz sentido o protagonismo dado às crianças, expresso na nova BNCC, quando os educadores de fato ouvem a criança. "Eu passei a pensar como no processo que vivo diariamente, o professor acaba virando aprendiz e o aprendiz também vira professor", reflete ela. Além de se pautar nos ensinamentos pedagógicos, é importante que o profissional fique atento e alerta para o que as crianças vivenciam no dia a dia. "O protagonismo se dá a partir de um currículo que valoriza o que as crianças falam".

O QUE MOTIVA ESSES PROFISSIONAIS?

O salário, em média de R$ 2.790 por mês para os profissionais de Educação Infantil que lecionam na rede municipal de São Paulo, é baixo se comparado com o de outras profissões. Segundo a diretora pedagógica Clea Braga Alves, o que motiva mesmo esses profissionais é a vontade e a descoberta. "O professor de Educação Infantil tem que dar carinho e tem que ter um olhar diferenciado. É algo do perfil desse educador", diz.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2oLpOX9 (acesso em 14/10/2019).

Com base no texto 'Educação Infantil: os desafios até chegar na sala de aula', leia as afirmativas a seguir: I. Segundo a diretora pedagógica Clea Braga Alves, o ensino para os profissionais que lecionam para a Educação Infantil é muito teórico, afirma o texto. II. Conclui-se do texto que a criança, durante a Educação Infantil, tem contato com milhares de sentidos e sensações pela primeira vez e que cada exercício ou brincadeira realizado em sala de aula pode se transformar em uma experiência de aprendizado de línguas e raciocínio matemático. III. O texto deixa claro que já existem professores sendo preparados para as mudanças na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Essa ideia está expressa na citação da diretora pedagógica Clea Braga Alves, a qual informa que também os supervisores estão sendo preparados para as mudanças propostas pela implementação da BNCC. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324989 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

A política de assistência social se constitui em direito de cidadania e dever estatal, imprescindível ao atendimento das necessidades humanas próprias à vida digna. Para a sua consecução, instituiu-se no Brasil o Sistema Único da Assistência Social (SUAS), cuja implementação ocorre junto aos municípios, os quais devem atender certas condições para alcançar níveis de gestão cada vez mais autônomos.
O SUAS é um sistema constituído nacionalmente com direção única, caracterizado pela gestão compartilhada e cofinanciamento das ações pelos três entes federados e pelo controle social exercido pelos Conselhos de Assistência Social dos municípios, estados e da União. No SUAS, as ações da assistência social são organizadas tendo como referência o território onde as pessoas moram, considerando suas demandas e necessidades. Seus programas, projetos, serviços e benefícios devem ser desenvolvidos nas regiões mais vulneráveis, tendo a família como foco de atenção.
As ações da assistência social no SUAS são organizadas em dois tipos de proteção: básica e especial, e desenvolvidas e/ou coordenadas pelas unidades públicas: Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (CREAS) e Centros de Referência Especializado para a População em Situação de Rua (Centro POP) e de forma complementar, pela Rede Socioassistencial Privada do SUAS.
LEI Nº 12.435, DE 6 DE JULHO DE 2011.
De acordo com a lei federal nº 12.435, de 6 de julho de 2011, a assistência social deve promover a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos. De acordo com essa lei, entre os objetivos da assistência social, incluem-se o de prestar a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; amparar as crianças e os adolescentes carentes; promover a integração ao mercado de trabalho; habilitar e reabilitar as pessoas com deficiência; e promover a sua integração à vida comunitária.
A lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a vigilância socioassistencial visa a analisar territorialmente a capacidade protetiva das famílias e nela a ocorrência de vulnerabilidades, de ameaças, de vitimizações e danos. Visa, também, garantir o pleno acesso aos direitos no conjunto das provisões socioassistenciais.
Para o enfrentamento da pobreza, lei federal nº 12.435, de 2011, determina que a assistência social deve ser realizada de forma integrada às políticas setoriais, garantindo mínimos sociais e provimento de condições para atender contingências sociais e promovendo a universalização dos direitos sociais.
Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2NwBkiv (acesos em: 09/11/2019).
Com base no texto 'SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL', leia as afirmativas a seguir: I. De acordo com o texto, os serviços assistenciais no Brasil são realizados em sua maior parte nas cidades das regiões Nordeste e Norte, respectivamente. Os investimentos nesses serviços referentes à região Sudeste, de acordo com o texto, representam apenas uma pequena fração dos gastos das demais regiões. II. Infere-se do texto que os programas, projetos, serviços e benefícios do Sistema Único da Assistência Social devem ser desenvolvidos nas regiões mais vulneráveis, tendo a família como foco de atenção. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324987 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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Princípios do SUS
Por Geraldo Vieira.
Para prover as condições adequadas à saúde da população brasileira, o Estado deve oferecer condições que assegurem o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a promoção, proteção e recuperação da saúde. Para atender a esse princípio, foi criado no Brasil o Sistema Único de Saúde (SUS).
O SUS foi instituído pela lei federal nº 8.080, de 1990, com o objetivo de ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, assim como de manter um adequado nível de qualidade dos serviços prestados. Para garantir a devida padronização dos serviços, o SUS preza por alguns princípios, alguns dos quais serão explicados a seguir.
UNIVERSALIDADE
Um dos mais importantes princípio do SUS é o da universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência. Esse conceito é auto-explicativo, pois deixa claro que todos têm o direito de utilizar o Sistema Único de Saúde. Essa disponibilidade de acesso deve, ainda, ocorrer em todos os níveis: preventivos e curativos; individuais e coletivos; de baixa, media e alta complexidades.
INTEGRALIDADE DA ASSISTÊNCIA
Esse princípio é entendido como o conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do SUS. A integralidade de assistência refere-se, portanto, a um conjunto de ações relacionadas entre si. Ou seja, assim que o paciente procura a rede do SUS para atendimento, todas as ações necessárias ao atendimento da sua demanda devem ser oferecidas.
IGUALDADE
A igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos mais importantes princípios do SUS, pois permite a esse sistema prover atendimento a pessoas de todas as classes e grupos sociais. Assim, de acordo com a lei de constituição do SUS, todos devem ter o mesmo tratamento na rede pública de serviços de saúde, independente da religião, posição social, situação financeira etc.
EPIDEMIOLOGIA
O SUS prevê a utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, para a alocação de recursos e para a orientação programática. A epidemiologia é a ciência das epidemias, que se propõe a estudar quantitativamente a distribuição dos fenômenos de saúde e doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Assim, os estudos epidemiológicos são úteis no planejamento de ações prioritárias do sistema.
Disponível em http://bit.ly/34vRRcb (acesso em 05/11/2019). Adaptado.
Com base no texto 'Princípios do SUS', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto permite deduzir que a igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie, é um dos princípios menos relevantes do SUS, pois impede esse sistema de prover atendimento às pessoas das classes e grupos sociais menos favorecidos financeiramente. II. O autor aponta que, no contexto do SUS, o princípio da utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades refere-se ao conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso clínico em qualquer nível de complexidade do sistema. III. O texto aponta que a disponibilidade de acesso aos serviços do SUS é limitada aos atendimentos de baixa complexidade, como, por exemplo, os serviços de atendimento ambulatorial, as campanhas setoriais de vacinação, as ações de educação em saúde na escola e a distribuição de medicamentos nas farmácias populares.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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324986 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL

LEI Nº 8.666/93


É possível afirmar que a Lei de Licitações e Contratos da administração pública (Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993) é um importante instrumento de consolidação do regime democrático brasileiro. Com efeito, se considerarmos que a democracia assenta-se em duas diretrizes essenciais, que são a igualdade de tratamento e a liberdade de ação, torna-se nítido que a Lei de Licitações e Contratos contribui para reafirmar o regime político democrático, ao assegurar a todos os interessados liberdade de participação igualitária em processos destinados a selecionar bens e serviços para a administração pública.

DAS DEFINIÇÕES

A Seção II da Lei Federal nº 8.666, de 1993, apresenta alguns conceitos e definições que tornam a compreensão desse instrumento legal mais clara para o cidadão e para os servidores públicos. Algumas dessas definições são:

• Obra: refere-se a toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;

• Seguro-Garantia: refere-se ao seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por empresas em licitações e contratos;

• Execução direta: refere-se à execução que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;

• Execução indireta através de empreitada por preço global: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

• Execução indireta através de empreitada por preço unitário: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;

• Execução indireta através de empreitada integral: ocorre quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada.

PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO

O Projeto Executivo, nos termos da Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

O Projeto Básico, de acordo com a Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução.

O Projeto Básico deve conter os seguintes elementos:

• o desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;

• as soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem;

• a identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;

• as informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;

• os subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso;

• o orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2JJqyTb (acesso em 09/11/2019).

Com base no texto 'LEI Nº 8.666/93', leia as afirmativas a seguir: I. No texto, é possível identificar a ideia de que o Projeto Básico deve conter, entre outros elementos, os subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso.
II. O autor afirma que a execução indireta de um empreendimento através de empreitada por preço unitário ocorre quando se contrata a execução da obra por um preço global e fixo, reajustado de acordo com um índice de inflação. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324982 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
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PLANEJAMENTO FAMILIAR


O planejamento familiar é o conjunto de ações e serviços que têm, como finalidade, contribuir para a saúde da mulher, da família e da criança. O planejamento familiar pode envolver a consideração do número de filhos que uma mulher deseja ter, incluindo a opção de não ter filhos, bem como a idade em que ela deseja tê-los e o espaçamento entre o nascimento dos filhos. Esses assuntos são influenciados por fatores externos, como a situação conjugal, considerações de carreira, posição financeira e quaisquer deficiências que possam afetar sua capacidade de ter filhos e criá-los. O planejamento familiar pode envolver o uso de métodos contraceptivos e outras técnicas para controlar o tempo da reprodução.

Prestar orientações práticas e atualizadas sobre planejamento familiar é uma forma de ajudar os usuários dos serviços públicos de saúde a melhorar a própria qualidade de vida. Ou seja, o profissional de saúde pode auxiliar a mulher ou a família a escolher o método de planejamento familiar mais adequado, assim como dar apoio à utilização eficaz desse método e a resolver os problemas dos usuários dos serviços.

MÉTODOS CONTRACEPTIVOS

Praticamente qualquer pessoa pode usar, com segurança, algum método contraceptivo. O oferecimento da maioria desses métodos não é, em geral, algo complicado. Assim, os métodos contraceptivos podem ser amplamente apresentados e disponibilizados mesmo nos locais em que os recursos de atendimento de saúde à população sejam limitados.

Os métodos contraceptivos podem ser eficazes se forem fornecidos corretamente. Para obter maior eficiência, alguns métodos tais como as pílulas e os preservativos requerem a ação consciente por parte de quem os utiliza. O auxílio e apoio por parte do serviço de saúde aos usuários podem, frequentemente, fazer a diferença no uso desses métodos. Um exemplo disso ocorre quando se discutem os possíveis efeitos colaterais mais comuns dos métodos contraceptivos.

Alguns métodos exigem a correta execução de um procedimento por parte do serviço de saúde, como é o caso de uma esterilização ou a colocação de um DIU.

Novas usuárias desses métodos geralmente chegam aos serviços de saúde com um método já em mente e este pode ser, eventualmente, a melhor opção para elas. Na ampla gama de métodos que uma usuária dos serviços pode usar com segurança, os objetivos e as preferências da mesma devem comandar as decisões de planejamento familiar. Para encontrar e utilizar o método mais adequado, uma usuária precisa de boas informações e, frequentemente, auxílio para analisar e escolher a melhor opção.

Muitas usuárias regulares desses métodos precisam de pouco apoio e, para elas, o acesso conveniente ao método e aos recursos é essencial. Para usuárias permanentes que se deparam com problemas ou preocupações, a ajuda e o apoio da equipe de saúde são vitais.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/32ytMAi (acesso em 09/11/2019).

Com base no texto 'PLANEJAMENTO FAMILIAR', leia as afirmativas a seguir: I. Conclui-se do texto que o planejamento familiar é o conjunto de ações e serviços que têm como finalidade contribuir para a saúde da mulher, apenas.
II. O autor aponta que o profissional de saúde pode auxiliar a mulher ou a família, dando apoio à utilização eficaz do método de planejamento familiar escolhido e a resolver os problemas desses usuários dos serviços.
III. É possível subentender-se a partir do texto que as decisões da mulher sobre ter filhos é influenciada por fatores internos, apenas, como a situação conjugal e a carreira profissional. Marque a alternativa CORRETA:
 

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324981 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL
LEI Nº 8.666/93
É possível afirmar que a Lei de Licitações e Contratos da administração pública (Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993) é um importante instrumento de consolidação do regime democrático brasileiro. Com efeito, se considerarmos que a democracia assenta-se em duas diretrizes essenciais, que são a igualdade de tratamento e a liberdade de ação, torna-se nítido que a Lei de Licitações e Contratos contribui para reafirmar o regime político democrático, ao assegurar a todos os interessados liberdade de participação igualitária em processos destinados a selecionar bens e serviços para a administração pública.
DAS DEFINIÇÕES
A Seção II da Lei Federal nº 8.666, de 1993, apresenta alguns conceitos e definições que tornam a compreensão desse instrumento legal mais clara para o cidadão e para os servidores públicos. Algumas dessas definições são:
• Obra: refere-se a toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;
• Seguro-Garantia: refere-se ao seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por empresas em licitações e contratos;
• Execução direta: refere-se à execução que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;
• Execução indireta através de empreitada por preço global: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;
• Execução indireta através de empreitada por preço unitário: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;
• Execução indireta através de empreitada integral: ocorre quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada.
PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO
O Projeto Executivo, nos termos da Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
O Projeto Básico, de acordo com a Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução.
O Projeto Básico deve conter os seguintes elementos:
• o desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;
• as soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem;
• a identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;
• as informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;
• os subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso;
• o orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.
Adaptado.
Disponível em: http://bit.ly/2JJqyTb (acesso em 09/11/2019).
Com base no texto 'LEI Nº 8.666/93', leia as afirmativas a seguir:
I. O texto permite deduzir que, na execução indireta através de empreitada integral, na entrega do empreendimento ao contratante, devem ser atendidas as características adequadas às finalidades para que foi contratada.
II. Segundo o autor, o Projeto Executivo, nos termos da Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra.
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PRECONCEITO QUE CALA, LÍNGUA QUE DISCRIMINA
Marcos Bagno, escritor e linguista brasileiro, deixa à mostra a ideologia de exclusão social e de dominação política pela língua, típica das sociedades ocidentais. “Podemos amar e cultivar nossas línguas, mas sem esquecer o preço altíssimo que muita gente pagou para que elas se implantassem como idiomas nacionais e línguas pátrias”.
O preconceito linguístico é um preconceito social. Para isso, aponta a afiada análise do escritor e linguista Marcos Bagno, brasileiro de Minas Gerais. Autor de mais de 30 livros, entre obras literárias e de divulgação científica, e professor da Universidade de Brasília, atualmente é reconhecido sobretudo por sua militância contra a discriminação social por meio da linguagem. No Brasil, tornou-se referência na luta pela democratização da linguagem e suas ideias têm exercido importante influência nos cursos de Letras e Pedagogia.
A importância de atingir esse meio, segundo ele, é que o combate ao preconceito linguístico passa principalmente pelas práticas escolares: é preciso que os professores se conscientizem e não sejam eles mesmos perpetuadores do preconceito linguístico e da discriminação. Preconceito mais antigo que o cristianismo, para Bagno, a língua desde longa data é instrumentalizada pelos poderes oficiais como um mecanismo de controle social. Dialeto e língua, fala correta e incorreta: na entrevista concedida a Desinformémonos, ele desnaturaliza esses conceitos e deixa à mostra a ideologia de exclusão e de dominação política pela língua, tão impregnada nas sociedades ocidentais.
“A língua é um dialeto com exército e marinha”, Max Weinreich.
O controle social é feito oficialmente quando um Estado escolhe uma língua ou uma determinada variedade linguística para se tornar a língua oficial. Evidentemente qualquer processo de seleção implica um processo de exclusão. Quando, em um país, existem várias línguas faladas, e uma delas se torna oficial, as demais línguas passam a ser objeto de repressão.
É muito antiga a tradição de distinguir a língua associada ao símbolo de poder dos dialetos. O uso do termo “dialeto” sempre foi carregado de preconceito racial ou cultural. Nesse emprego, dialeto é associado a uma maneira errada, feia ou má de se falar uma língua. Também é uma maneira de distinguir a língua dos povos civilizados, brancos, das formas supostamente primitivas de falar dos povos selvagens. Essa forma de classificação é tão poderosa que se erradicou no inconsciente da maioria das pessoas, inclusive as que declaram fazer um trabalho politicamente correto.
De fato, a separação entre língua e dialeto é eminentemente política e escapa aos critérios que os linguistas tentam estabelecer para delimitar dita separação. A eleição de um dialeto, ou de uma língua, para ocupar o cargo de língua oficial, renega, no mesmo gesto político, todas as outras variedades de língua de um mesmo território à terrível escuridão do não-ser. A referência do que vem de cima, do poder, das classes dominantes, cria aos falantes das variedades de língua sem prestígio social e cultural um complexo de inferioridade, uma baixo autoestima linguística, a qual os sociolinguistas catalães chamam de “auto-ódio”.
Falar de uma língua é sempre mover-se no terreno pantanoso das crenças, superstições, ideologia e representações. A Língua é um objeto criado, normatizado, institucionalizado para garantir a unidade política de um Estado sob o mote tradicional: “um país, um povo, uma língua”. Durante muitos séculos, para conseguir a desejada unidade nacional, muitas línguas foram e são emudecidas, muitas populações foram e são massacradas, povos inteiros foram calados e exterminados. No continente americano, temos uma história tristíssima de colonização construída sobre milhares de cadáveres de indígenas que já estavam aqui quando os europeus invadiram suas terras ancestrais e dos africanos escravizados que foram trazidos para cá contra sua vontade.
Não podemos esquecer que o que chamamos de “língua espanhola”, “língua portuguesa”, ou “língua inglesa” tem um rico histórico, não é algo que nasceu naturalmente. Podemos amar e cultivar essas línguas, mas sem esquecer o preço altíssimo que muita gente pagou para que elas se implantassem como idiomas nacionais e línguas pátrias.
(Adaptado. Reforma Ortográfica. Disponível em: http://bit.ly/2oPUuWL)
Com base no texto 'PRECONCEITO QUE CALA, LÍNGUA QUE DISCRIMINA', leia as afirmativas a seguir:

I. Pode-se dizer, de acordo com as ideias apresentadas, que o trabalho dos professores nas escolas, ao não perpetuarem o preconceito linguístico, é uma forma de combate a esse problema.
II. O professor é, de acordo com o texto, um mediador entre o conhecimento e o aluno. Logo, como detentor do saber, é preciso conscientizar o estudante da existência de variedades linguísticas para que ele não seja perpetuador do preconceito linguístico e da discriminação.

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324978 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Palmeira Índios-AL

LEI Nº 8.666/93


É possível afirmar que a Lei de Licitações e Contratos da administração pública (Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993) é um importante instrumento de consolidação do regime democrático brasileiro. Com efeito, se considerarmos que a democracia assenta-se em duas diretrizes essenciais, que são a igualdade de tratamento e a liberdade de ação, torna-se nítido que a Lei de Licitações e Contratos contribui para reafirmar o regime político democrático, ao assegurar a todos os interessados liberdade de participação igualitária em processos destinados a selecionar bens e serviços para a administração pública.

DAS DEFINIÇÕES

A Seção II da Lei Federal nº 8.666, de 1993, apresenta alguns conceitos e definições que tornam a compreensão desse instrumento legal mais clara para o cidadão e para os servidores públicos. Algumas dessas definições são:

• Obra: refere-se a toda construção, reforma, fabricação, recuperação ou ampliação, realizada por execução direta ou indireta;

• Seguro-Garantia: refere-se ao seguro que garante o fiel cumprimento das obrigações assumidas por empresas em licitações e contratos;

• Execução direta: refere-se à execução que é feita pelos órgãos e entidades da Administração, pelos próprios meios;

• Execução indireta através de empreitada por preço global: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total;

• Execução indireta através de empreitada por preço unitário: ocorre quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo de unidades determinadas;

• Execução indireta através de empreitada integral: ocorre quando se contrata um empreendimento em sua integralidade, compreendendo todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias, sob inteira responsabilidade da contratada até a sua entrega ao contratante em condições de entrada em operação, atendidos os requisitos técnicos e legais para sua utilização em condições de segurança estrutural e operacional e com as características adequadas às finalidades para que foi contratada.

PROJETO BÁSICO E PROJETO EXECUTIVO

O Projeto Executivo, nos termos da Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto dos elementos necessários e suficientes à execução completa da obra, de acordo com as normas pertinentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.

O Projeto Básico, de acordo com a Lei Federal nº 8.666, de 1993, compreende o conjunto de elementos necessários e suficientes, com nível de precisão adequado, para caracterizar a obra ou serviço, ou complexo de obras ou serviços objeto da licitação, elaborado com base nas indicações dos estudos técnicos preliminares, que assegurem a viabilidade técnica e o adequado tratamento do impacto ambiental do empreendimento, e que possibilite a avaliação do custo da obra e a definição dos métodos e do prazo de execução.

O Projeto Básico deve conter os seguintes elementos:

• o desenvolvimento da solução escolhida de forma a fornecer visão global da obra e identificar todos os seus elementos constitutivos com clareza;

• as soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem;

• a identificação dos tipos de serviços a executar e de materiais e equipamentos a incorporar à obra, bem como suas especificações que assegurem os melhores resultados para o empreendimento, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;

• as informações que possibilitem o estudo e a dedução de métodos construtivos, instalações provisórias e condições organizacionais para a obra, sem frustrar o caráter competitivo para a sua execução;

• os subsídios para montagem do plano de licitação e gestão da obra, compreendendo a sua programação, a estratégia de suprimentos, as normas de fiscalização e outros dados necessários em cada caso;

• o orçamento detalhado do custo global da obra, fundamentado em quantitativos de serviços e fornecimentos propriamente avaliados.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2JJqyTb (acesso em 09/11/2019).

Com base no texto 'LEI Nº 8.666/93', leia as afirmativas a seguir: I. Depreende-se do texto que o Projeto Básico deve conter, entre outros elementos, as soluções técnicas globais e localizadas, suficientemente detalhadas, de forma a minimizar a necessidade de reformulação ou de variantes durante as fases de elaboração do projeto executivo e de realização das obras e montagem.
II. O texto aponta que, na execução indireta através de empreitada integral, o empreendimento é desenvolvido sob inteira responsabilidade da contratante até a sua entrega à contratada em condições de entrada em operação. Marque a alternativa CORRETA:
 

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VIOLÊNCIA NO BRASIL, OUTRO OLHAR
A violência se manifesta por meio da tirania, da opressão e do abuso da força. Ocorre do constrangimento exercido sobre alguma pessoa para obrigá-la a fazer ou deixar de fazer um ato qualquer. Existem diversas formas de violência, tais como as guerras, conflitos étnico-religiosos e banditismo.
A violência, em seus mais variados contornos, é um fenômeno histórico na constituição da sociedade brasileira. A escravidão (primeiro com os índios e depois, e especialmente, com a mão de obra africana), a colonização mercantilista, o coronelismo, as oligarquias antes e depois da independência, somados a um Estado caracterizado pelo autoritarismo burocrático, contribuíram enormemente para o aumento da violência que atravessa a história do Brasil.
Diversos fatores colaboram para aumentar a violência, tais como a urbanização acelerada, que traz um grande fluxo de pessoas para as áreas urbanas e assim contribui para um crescimento desordenado e desorganizado das cidades. Contribuem também para esse recrudescimento as fortes aspirações de consumo, em parte frustradas pelas dificuldades de inserção no mercado de trabalho.
Por outro lado, o poder público, especialmente no Brasil, tem se mostrado incapaz de enfrentar essa calamidade social. Pior que tudo isso é constatar que a violência existe com a conivência de grupos das polícias, representantes do Legislativo de todos os níveis e, inclusive, de autoridades do poder judiciário. A corrupção, uma das piores chagas brasileiras, está associada à violência, uma aumentando a outra, faces da mesma moeda.
As causas dessa cólera são associadas, em parte, a problemas sociais como miséria, fome, desemprego. Mas nem todos os tipos de criminalidade derivam das condições econômicas. Além disso, um Estado ineficiente e sem programas de políticas públicas de segurança contribui para aumentar a sensação de injustiça e impunidade, que é, talvez, a principal causa da violência. Esta se apresenta nas mais diversas configurações e pode ser caracterizada como violência contra a mulher, a criança, o idoso, violência sexual, política, violência psicológica, física, verbal, dentre outras.
Em um Estado democrático, a repressão controlada e a polícia têm um papel crucial no controle da criminalidade. Porém, essa repressão controlada deve ser simultaneamente apoiada e vigiada pela sociedade civil.
Conforme sustenta o antropólogo e ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, Luiz Eduardo Soares: "Temos de conceber, divulgar, defender e implantar uma política de segurança pública, sem prejuízo da preservação de nossos compromissos históricos com a defesa de políticas econômico-sociais. Os dois não são contraditórios”.
A solução para a questão da violência no Brasil envolve os mais diversos setores da sociedade, não só a segurança pública e um judiciário eficiente, mas também demanda com urgência, profundidade e extensão a melhoria do sistema educacional, saúde, habitação, oportunidades de emprego, dentre outros fatores. Requer principalmente uma grande mudança nas políticas públicas e uma participação maior da sociedade nas discussões e soluções desse problema de abrangência nacional.
(Adaptado. Revisão linguística. CAMARGO, Orson. Violência no Brasil, outro olhar. Disponível em: http://bit.ly/2oc0KaW)
Com base no texto 'VIOLÊNCIA NO BRASIL, OUTRO OLHAR', leia as afirmativas a seguir:
I. Como pontua o texto, o recrudescimento das fortes aspirações de consumo e a urbanização acelerada, provocada pelos efeitos da globalização, provocaram o aumento da violência. II. A participação da sociedade nas discussões e soluções do problema da violência, segundo o texto, é imprescindível, pois garante que não apenas o Estado carregue uma culpa pela sua ineficiência.
Marque a alternativa CORRETA:
 

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