Foram encontradas 27 questões.
A Política Nacional de Humanização do Sistema Único
de Saúde (PNH-SUS) busca aproximar os serviços de
saúde da população brasileira e valorizar o trabalho
realizado em todos os níveis de atuação do sistema.
A implementação dessa política gera a expectativa de
determinados resultados.
Qual das alternativas a seguir expressa essa busca da PNH-SUS?
Qual das alternativas a seguir expressa essa busca da PNH-SUS?
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Qual é o significado de “articulação interfederativa”, no que
diz respeito à organização e ao funcionamento das ações
e serviços de saúde, conforme o Decreto nº
7.508/2011?
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O planejamento das políticas da Administração Pública
Federal para a área da saúde é orientado por planos de
médio e longo prazo, como o Plano Plurianual e o Plano
Nacional de Saúde.
Considerando a legislação do SUS, qual é o instrumento de gestão que detalha e operacionaliza esses planos, definindo os objetivos, as metas e os recursos para a execução das ações e dos serviços de saúde no curto prazo?
Considerando a legislação do SUS, qual é o instrumento de gestão que detalha e operacionaliza esses planos, definindo os objetivos, as metas e os recursos para a execução das ações e dos serviços de saúde no curto prazo?
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Qual é o significado analítico da taxa de mortalidade
infantil?
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Em um dos maiores municípios brasileiros, o prefeito e o
secretário de saúde propuseram medidas para privatizar
a assistência à saúde, que deverão ser analisadas pelo
Conselho Municipal de Saúde.
De acordo com os artigos 196 a 200 da Constituição Federal, assinale a alternativa que apresenta a forma constitucionalmente permitida de participação da iniciativa privada na saúde.
De acordo com os artigos 196 a 200 da Constituição Federal, assinale a alternativa que apresenta a forma constitucionalmente permitida de participação da iniciativa privada na saúde.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A base invisível da transformação digital
À primeira vista, o futuro parece estar na nuvem. Mas é
sob o solo, nos cabos, antenas e satélites, que o presente
digital realmente acontece.
Plataformas digitais, redes sociais, serviços de streaming,
e-commerces, aplicativos bancários, telemedicina, inteligência artificial. O que tudo isso tem em comum? Nenhum desses
serviços funcionaria sem a presença de uma infraestrutura
robusta, confiável e bem regulada de telecomunicações.
É essa infraestrutura que constitui a camada base do sistema digital brasileiro. E é justamente sobre essa base que
se assentam todas as demais camadas da transformação
digital. Essa camada é invisível para a maioria dos cidadãos.
Mas sua importância não pode ser subestimada. A performance das aplicações digitais — sua velocidade, estabilidade
e segurança — está diretamente relacionada à qualidade técnica da rede que as suporta. Se a conexão falha, toda a experiência digital é comprometida.
O Brasil tem dado passos relevantes. A massificação
da fibra óptica fez com que milhões de famílias chegassem
ao ensino remoto durante a pandemia. O leilão do 5G abriu
espaço para novas aplicações em logística, telemedicina e
agricultura de precisão.
À medida que o país consolida seu marco legal e institucional para o século 21, é fundamental reconhecer o papel
estratégico da infraestrutura crítica do setor de telecomunicações. Não apenas como um ativo econômico, mas como
guardiã da base física e lógica que viabiliza todos os serviços
digitais que movem a economia e a sociedade.
A transformação digital é irreversível — mas ela precisa
de alicerces. Esses alicerces são invisíveis à maior parte da
sociedade, mas indispensáveis para o avanço da jornada
digital e para o futuro do país. O Brasil tem uma oportunidade
histórica: transformar sua economia digital em instrumento de
desenvolvimento inclusivo, competitivo e soberano. Ignorar
essa base seria comprometer não apenas a inovação, mas o
próprio destino nacional na era digital.
Mais do que um desafio técnico, trata-se de uma escolha
política e civilizatória: se queremos ser apenas consumidores
de tecnologia ou protagonistas da economia digital. A relevância desse setor não pode ser ofuscada pelo encantamento
e pela popularização das plataformas digitais. É justamente
a infraestrutura — a base e a fundação invisível — que sustenta todo o ecossistema digital. Sem ela, as aplicações mais
modernas e inovadoras não conseguem ficar de pé.
(Edson Holanda, 29.09.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
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