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Tendo o português como primeira língua oficial, o Brasil também reconhece a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como língua das comunidades surdas brasileiras desde 2002. Mesmo antes da oficialização, a Libras já era falada no Brasil, desde o século XIX. No ano de 2017, ao ter como tema “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”, a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) levou a sociedade a refletir sobre a realidade das pessoas com surdez. Uma das mudanças implementadas na edição do Enem, a partir do referido ano, foi a aplicação de videoprovas, ou seja, a prova em Libras, um recurso de acessibilidade para realização do exame por surdos e pessoas com deficiência auditiva. A inovação contempla os falantes de língua de sinais, dando-lhes o direito de fazer a prova em sua primeira língua. A videoprova foi solicitada por 1.897 candidatos já na sua estreia, tendo sido a ferramenta mais selecionada entre os participantes deste grupo.
(Disponível em: http://portal.mec.gov.br.)
Em relação à Libras, assinale a afirmativa correta.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Orlândia-SP
A aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei nº 8.069/1990) representou uma grande conquista para os movimentos sociais que lutavam pelos direitos da infância e adolescência brasileira. A sociedade organizou-se para garantir na lei, medidas de proteção aos direitos da população infantojuvenil. O ECA buscou no Art. 227 da Constituição Brasileira as bases para a sua elaboração, ou seja, a normativa é a fonte primária que dá origem ao Estatuto. A Constituição de 1988, através do Art. 227, reconhece as crianças e os adolescentes como cidadãos, garantindo-lhes os direitos fundamentais de sobrevivência, desenvolvimento pessoal, social, integridade física, psicológica e moral, além de protegê-los de maneira especial contra negligência, maus-tratos, violência, exploração, crueldade e opressão. Um dos importantes direitos da criança trata-se do direito à profissionalização e proteção no trabalho. “De acordo com o direito à profissionalização e proteção no trabalho infantil, é proibido qualquer trabalho a menores de anos de idade, salvo na condição de aprendiz.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Analise as afirmativas a seguir.
I. Os alunos cegos não vivem em um mundo obscuro e sombrio; eles percebem coisas, ambientes e adquirem informações através de vários canais, bem como dos sentidos cinestésicos e dos sentidos vestibulares.
II. Deve-se falar sempre diretamente ao aluno cego, e nunca por intermédio de colegas ou acompanhante; porém, é necessário evitar as palavras “veja”, “olhe” e “cego” no seu cotidiano.
III. É relevante desenvolver, sistematicamente, a percepção tátil dos alunos com cegueira, pois ela é essencial para que os cegos cheguem a aprimorar a capacidade de organizar, transferir e abstrair conceitos.
IV. A utilização de recursos tecnológicos torna-se essencial para o desenvolvimento das atividades acadêmicas pelos estudantes cegos, como: uso de computador; gravador; arquivos em formato eletrônico; reglete e punção, pois favorecem o processo de aprendizagem.
V. O professor deve avaliar os riscos de o aluno cego participar plenamente das atividades de campo e sociais; procurar relativizar tal participação ou permitir que o aluno, ou sua família, decidam se ele irá participar.
Considerando as orientações, está correto o que se afirma apenas em
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A SEDUC-SP segue diretrizes que conduzirão as ações da educação especial em direção ao futuro e à continuidade do processo de efetivar uma educação cada vez mais inclusiva e equitativa. Essas diretrizes, balizadas pela perspectiva legal e contemporânea da inclusão, vêm pautadas pela necessidade de estabelecer no presente medidas hábeis ao cumprimento da Agenda 2030 pelo Estado de São Paulo, projetando-se em especial com vistas à realização do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4 da ONU (ONU, 2015; SÃO PAULO, 2018a, 2019a) e da Meta 436 do Plano Estadual da Educação37. NÃO se constitui em uma dessas diretrizes:
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Considerações acerca de estratégias de ensino para alunos com deficiência intelectual
Devido à diversidade presente nas escolas, o professor tem que realizar vários planejamentos de aula com estratégias potencializadoras da aprendizagem. Afinal, nem todos os estudantes seguem os mesmos caminhos para a construção do conhecimento. Com as crianças com deficiência intelectual não é diferente. Afinal, como já visto, cada uma apresenta limitações e potencialidades específicas (devido às experiências pessoais vividas), tendo, assim, cada uma, um ritmo de aprendizagem diferenciado. Logo, não há estratégia pedagógica que sirva para todos os alunos e é inadmissível que as limitações das crianças com deficiência intelectual sejam justificativas para o conhecimento não adquirido.
As limitações devem sim ser consideradas, mas nunca determinantes. Deve-se conhecer as dificuldades para elaborar atividades que fortaleçam as potencialidades dos deficientes intelectuais, sempre considerando o que o aluno já sabe, o seu conhecimento de mundo, sua forma de interagir com os outros, seu modo particular de aprender. Isto é, o educador deve identificar as possibilidades de aprendizagem dos alunos com deficiência intelectual e contar com recursos que permitam a organização e a concretização de suas estratégias pedagógicas.
Para que o docente tenha um bom planejamento de suas ações é necessário, primeiramente, considerar o aluno e seus saberes. Planejar significa projetar, programar, elaborar roteiros para atingir determinados objetivos, de forma a evitar improvisação. Como a escola é o espaço de concretização do plano escolar é necessário organizar as ações visando à qualidade de formação dos alunos em todos os níveis.
Segundo Hilário (s/d, p. 23), existem quatro áreas distintas em que os indivíduos com deficiência intelectual podem se enquadrar (considerando sempre que cada indivíduo possui características, dificuldades e habilidades próprias):
1. área motora: algumas crianças com deficiência intelectual podem apresentar alterações na motricidade fina;
2. área cognitiva: parcela dos estudantes com deficiência intelectual podem: a) apresentar dificuldades na aprendizagem de conceitos abstratos; b) aprender de tudo só que de maneira mais lenta; c) apresentar dificuldades para focar atenção; d) demorar a memorizar;
3. área da comunicação: alguns alunos podem apresentar dificuldade de comunicação; e,
4. área socioeducacional: em alguns casos pode ocorrer disparidade entre a idade mental e a idade cronológica.
(OYAFUSO; MAIA, 2004, p. 26. Disponível em: https://fce.edu.br/blog/ desafios-e-estrategias-de-ensino-para-alunos-com-deficiencia-intelectual. Adaptado.)
Assinale a alternativa que contempla especificamente a valorização das áreas socioafetiva e de comunicação.
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Avaliação para identificação das necessidades educacionais especiais
A formação inicial e a continuada de nossos professores e gestores não os instrumentalizou para a compreensão das informações resultantes da aplicação dos testes psicológicos (não só os de inteligência, mas os de personalidade, dentre outros); o mesmo aplica-se à formação dos psicólogos que, quando não têm o curso de formação de professores, também se sentem constrangidos em fornecer orientações de natureza pedagógica, pois sua formação é, predominantemente, voltada para práticas terapêuticas. De modo geral, na tradição da educação especial, a avaliação diagnóstica, geralmente realizada em equipe multiprofissional, com médico, psicólogo e assistente social, tem servido para a triagem, isto é, para informar se o aluno deverá ser ou não encaminhado para atendimento educacional especializado, em classes e escolas especiais, e mesmo com os avanços quanto à composição das referidas equipes, nela inserindo-se pedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psicopedagogos, a problemática permanece. Além da dificuldade de dispor desses profissionais em todas as redes (mesmo nas não-governamentais), as queixas quanto à utilização dos resultados, sem serem para triagem, ainda perduram. Apesar de todos os esforços para modernizar as práticas avaliativas no ensino regular, os professores continuam a organizar listas de alunos que não aprendem, para avaliação diagnóstica, em busca de uma patologia que explique e justifique o fracasso do aluno; essas listas representam um enorme desafio às equipes, elas pois não conseguem avaliar todos os alunos, no tempo desejado pela escola. E, quando os educandos são de outras cidades, onde não há equipes, estas precisam deslocar-se do município onde residem para, em poucos dias, avaliar alunos, que acabamrotulados e inseridos em classificações, no mínimo, perversas. Conscientes das “consequências” de seus “laudos” e inspiradas no ideário da inclusão, muitas equipes de educação especial têm optado por manter os alunos no ensino regular, recomendando que sejam atendidos nas salas de recursos.
(Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/ avaliacao. Adaptado.)
A partir das considerações expostas no texto, é possível afirmar que:
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Em consonância à Meta 4.139, Objetivo 4, dos ODS da ONU, os serviços da educação especial serão conduzidos visando à equidade e à qualidade do processo de ensino e aprendizagem, garantindo direito à emissão do histórico escolar com apresentação, de forma descritiva, das competências e habilidades adquiridas e desenvolvidas pelo estudante no percurso escolar, promovendo a certificação e potencializando a atuação da modalidade da educação especial como relacionada à quebra de barreiras.

(Disponível em: https://br.pinterest.com. Adaptado.)
Assinale alternativa que corresponde com exatidão à sequência das imagens anteriores.
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A sala de aula é um espaço propício para identificar Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) em um aluno. Ainda que cada estudante tenha o seu jeito, é muito provável que o educador note alguma diferença na criança que apresente TGD: postura mais arredia; pouca comunicação; etc. É importante que o profissional da educação tenha conhecimento do caso trazido pelo estudante, e da caracterização específica de cada caso, para que a metodologia utilizada seja amplamente inclusiva. Considerando o exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Transtorno do espectro autista.
2. Síndrome de Rett.
3. Psicose infantil.
4. Síndrome de Asperger.
5. Síndrome de Kanner.
( ) Transtorno de personalidade dependente do transtorno da organização do eu e da relação da criança com o meio ambiente, comprometedora do desenvolvimento da criança em termos de linguagem, interação social, brincar, dentre outros.
( ) Condição genética que atinge as funções neurológicas e motoras. Inicialmente, nos primeiros 6-18 meses, o desenvolvimento da criança é adequado, mas há tendência de perder habilidades aprendidas.
( ) Trata-se de um dos perfis do espectro autista; seus portadores apresentam maior adaptação funcional e extrema curiosidade ou interesse em tópicos específicos.
( ) Distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizando manifestações de condutas atípicas; deficits de comunicação e interação social; padrões comportamentais estereotipados e repetitivos; interesses e atividades restritas.
( ) Considerado autismo clássico e forma mais severa de TEA, registrando ausência de habilidades sociais, como contato afetivo com seus interlocutores, incluindo os próprios pais.
A sequência está correta em
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Segundo o disposto pela Política de Educação Especial do Estado de São Paulo, o Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma mediação pedagógica e se trata de serviço disponibilizado para os estudantes elegíveis na modalidade educação especial. Assinale a afirmativa que caracteriza consistentemente atribuições do Atendimento Educacional Especializado (AEE).
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Conceituando deficiência múltipla e necessidades educacionais especiais
O termo deficiência múltipla tem sido utilizado, com frequência, para caracterizar o conjunto de duas ou mais deficiências associadas, de ordem física, sensorial, mental, emocional ou de comportamento social. No entanto, não é o somatório dessas alterações que caracterizam a múltipla deficiência; mas, sim, o nível de desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas. O desempenho e as competências dessas crianças são heterogêneos e variáveis. Alunos, com níveis funcionais básicos e possibilidades de adaptação ao meio podem e devem ser educados em classe comum, mediante a necessária adaptação e suplementação curricular. Outros, entretanto, com mais dificuldades, poderão necessitar de processos especiais de ensino, apoios intensos, contínuos e currículo alternativo, que correspondam às suas necessidades na classe comum. O enfoque da proposta inclusiva é sociológico e relacional. O eixo teórico-metodológico da abordagem sociológica em educação é explicitado por Becker: “quando você pensa na sociedade como ação coletiva sabe que qualquer conversa sobre estruturas ou fatores acaba por se referir a alguma noção de pessoas que fazem coisas juntas, que é o que a sociologia estuda”.
(Becker, 1977, p. 10. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/ https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/pdf/deficienciamultipla.pdf.)
Analise as afirmativas a seguir.
I. Observa-se maior resistência à inclusão em escolas e instituições que ainda se apoiam no modelo médico da deficiência, em técnicas de reeducação, educação compensatória ou de prontidão para inclusão.
II. O conceito de necessidade educacional especial vem romper com a visão reducionista de educação especial centrada no deficit, na limitação, na impossibilidade do sujeito de interagir, agir e aprender com os demais alunos em ambientes o menos restritivos possíveis.
Assinale a alternativa correta.
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