Foram encontradas 50 questões.
1943925
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Provas:
Acerca das normas do regime estatutário
dos servidores públicos de Novo
Hamburgo, assinale a alternativa
INCORRETA.
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1943922
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Provas:
Dentre as alternativas seguintes, assinale
a correta em relação à Lei Orgânica de
Novo Hamburgo.
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1943915
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Provas:
Acerca das normas do regime estatutário
dos servidores públicos de Novo
Hamburgo, assinale a alternativa
INCORRETA.
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1943910
Ano: 2020
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Novo Hamburgo-RS
Provas:
Analise as assertivas sobre o Plano de
Classificação de Cargos e Funções para
os servidores municipais e assinale a
alternativa que aponta (a)s correta(s).
I. Os cargos em comissão têm como atribuições essenciais a direção, a chefia e o assessoramento de órgãos e unidades administrativas integradas à Administração Municipal, competindo, aos respectivos detentores, dirigir e supervisionar todas as atividades administrativas afetas a esses órgãos e unidades, segundo as diretrizes e determinações exaradas pela autoridade superior competente.
II. Quando o provimento do cargo em comissão se der mediante nomeação de servidor público, o respectivo detentor perceberá tão somente gratificação pecuniária correspondente a cinquenta por cento da remuneração fixada para o cargo em comissão, enquanto perdurar o respectivo exercício, além da remuneração do seu cargo permanente.
III. No provimento de cargos em comissão, pelo menos um quarto dos cargos serão preenchidos por servidores públicos.
I. Os cargos em comissão têm como atribuições essenciais a direção, a chefia e o assessoramento de órgãos e unidades administrativas integradas à Administração Municipal, competindo, aos respectivos detentores, dirigir e supervisionar todas as atividades administrativas afetas a esses órgãos e unidades, segundo as diretrizes e determinações exaradas pela autoridade superior competente.
II. Quando o provimento do cargo em comissão se der mediante nomeação de servidor público, o respectivo detentor perceberá tão somente gratificação pecuniária correspondente a cinquenta por cento da remuneração fixada para o cargo em comissão, enquanto perdurar o respectivo exercício, além da remuneração do seu cargo permanente.
III. No provimento de cargos em comissão, pelo menos um quarto dos cargos serão preenchidos por servidores públicos.
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Em um evento, compareceram 130
homens e 208 mulheres. A taxa
percentual que representa a quantidade
de homens em relação ao total de
mulheres é igual a
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Três amigos decidiram viajar em um final
de semana. Após procurarem em várias
agências por uma pousada, encontraram
um pacote de viagem para três pessoas,
com o custo total de R$ 800,00. No
momento de pagar e adquirir esse pacote
de viagem, analisando a quantia de
dinheiro disponível por todos naquele
momento, verificaram que Carlos possuía
R$ 250,00, Fernanda possuía R$ 100,00 a
menos que Luís e Luís possuía 7/5 da
quantia de Carlos. Dessa forma, somando
a quantia que os três amigos possuíam, e
não havendo a possibilidade de arrecadar
mais dinheiro, é correto afirmar que
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Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15
anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice
no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele
está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na
loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de
saída para a grande vida, a ler este livro como um
simples manual do sentido evidente de todas as
coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu
modo, pois te dou apenas umas poucas chaves
entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode
responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz
à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um
morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer
irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece
muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?"
Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada
história de gente. Quantas vezes mais decifrares
essa charada, tão entranhada em ti mesma como
os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual
seja a resposta; o importante é dar ou inventar
uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei
agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice
falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de
estar aqui sozinha!" O importante é que ela
conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do
poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os
grandes macacos e os cães amestrados)
conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma
ação trivial, e temos a presunção petulante de
esperar dela grandes consequências. Quando
Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho,
ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o
que acontece, geralmente, às pessoas que
comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem
toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o
jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois
viver é falar de corda em casa de enforcado. Por
isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se
gostas de gato, experimenta o ponto de vista do
rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias
de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos
escritórios, nos negócios, na política, nacional e
internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na
literatura, até amigos, até irmãos, até marido e
mulher, até namorados, todos vivem apostando
corrida. São competições tão confusas, tão cheias
de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que
não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos
tão escondidos, que, quando os atletas chegam
exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A
corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice,
Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente
não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a
algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante
de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre
onde quiseres, ganhaste. [...]
Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
( ) O sufixo -ez permite que seja nomeada uma qualidade, a partir do adjetivo “sozinho”, assim como ocorre em “polidez”.
( ) A criação do vocábulo é inadequada, visto que já existe o adjetivo “solidão” para caracterizar pessoas solitárias.
( ) O sufixo -ez indica origem, significando aquele que vem de um local solitário, tal como ocorre em “francês”.
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Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15
anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice
no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele
está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na
loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de
saída para a grande vida, a ler este livro como um
simples manual do sentido evidente de todas as
coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu
modo, pois te dou apenas umas poucas chaves
entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode
responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz
à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um
morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer
irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece
muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?"
Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada
história de gente. Quantas vezes mais decifrares
essa charada, tão entranhada em ti mesma como
os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual
seja a resposta; o importante é dar ou inventar
uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei
agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice
falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de
estar aqui sozinha!" O importante é que ela
conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do
poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os
grandes macacos e os cães amestrados)
conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma
ação trivial, e temos a presunção petulante de
esperar dela grandes consequências. Quando
Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho,
ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o
que acontece, geralmente, às pessoas que
comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem
toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o
jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois
viver é falar de corda em casa de enforcado. Por
isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se
gostas de gato, experimenta o ponto de vista do
rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias
de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos
escritórios, nos negócios, na política, nacional e
internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na
literatura, até amigos, até irmãos, até marido e
mulher, até namorados, todos vivem apostando
corrida. São competições tão confusas, tão cheias
de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que
não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos
tão escondidos, que, quando os atletas chegam
exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A
corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice,
Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente
não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a
algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante
de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre
onde quiseres, ganhaste. [...]
Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
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Questão presente nas seguintes provas
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15
anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice
no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele
está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na
loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de
saída para a grande vida, a ler este livro como um
simples manual do sentido evidente de todas as
coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu
modo, pois te dou apenas umas poucas chaves
entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode
responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz
à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um
morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer
irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece
muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?"
Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada
história de gente. Quantas vezes mais decifrares
essa charada, tão entranhada em ti mesma como
os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual
seja a resposta; o importante é dar ou inventar
uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei
agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice
falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de
estar aqui sozinha!" O importante é que ela
conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do
poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os
grandes macacos e os cães amestrados)
conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma
ação trivial, e temos a presunção petulante de
esperar dela grandes consequências. Quando
Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho,
ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o
que acontece, geralmente, às pessoas que
comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem
toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o
jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois
viver é falar de corda em casa de enforcado. Por
isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se
gostas de gato, experimenta o ponto de vista do
rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias
de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos
escritórios, nos negócios, na política, nacional e
internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na
literatura, até amigos, até irmãos, até marido e
mulher, até namorados, todos vivem apostando
corrida. São competições tão confusas, tão cheias
de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que
não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos
tão escondidos, que, quando os atletas chegam
exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A
corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice,
Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente
não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a
algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante
de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre
onde quiseres, ganhaste. [...]
Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
Para Maria da Graça
Paulo Mendes Campos
Agora, que chegaste à idade avançada de 15
anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice
no País das Maravilhas.
Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele
está em ti.
Escuta: se não descobrires um sentido na
loucura, acabarás louca. Aprende, pois, logo de
saída para a grande vida, a ler este livro como um
simples manual do sentido evidente de todas as
coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu
modo, pois te dou apenas umas poucas chaves
entre milhares que abrem as portas da realidade.
A realidade, Maria, é louca.
Nem o Papa, ninguém no mundo, pode
responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz
à gatinha: "Fala a verdade Dinah, já comeste um
morcego?"
Não te espantes quando o mundo amanhecer
irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece
muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?"
Essa indagação perplexa é lugar-comum de cada
história de gente. Quantas vezes mais decifrares
essa charada, tão entranhada em ti mesma como
os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual
seja a resposta; o importante é dar ou inventar
uma resposta. Ainda que seja mentira.
A sozinhez (esquece essa palavra que inventei
agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice
falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de
estar aqui sozinha!" O importante é que ela
conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do
poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os
grandes macacos e os cães amestrados)
conseguem abrir uma porta bem fechada ou viceversa, isto é, fechar uma porta bem aberta.
Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma
ação trivial, e temos a presunção petulante de
esperar dela grandes consequências. Quando
Alice comeu o bolo e não cresceu de tamanho,
ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o
que acontece, geralmente, às pessoas que
comem bolo.
Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem
toda sabedoria tem de ser grave.
A gente vive errando em relação ao próximo e o
jeito é pedir desculpas sete vezes por dia, pois
viver é falar de corda em casa de enforcado. Por
isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se
gostas de gato, experimenta o ponto de vista do
rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias
de gato se fosses eu?"
Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos
escritórios, nos negócios, na política, nacional e
internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na
literatura, até amigos, até irmãos, até marido e
mulher, até namorados, todos vivem apostando
corrida. São competições tão confusas, tão cheias
de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que
não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos
tão escondidos, que, quando os atletas chegam
exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A
corrida terminou! Mas quem ganhou?" É bobice,
Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente
não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a
algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante
de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre
onde quiseres, ganhaste. [...]
Adaptado de: https://contobrasileiro.com.br/tag/cronica-de-paulomendes-campos/ Acesso em: 04/02/2020.
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