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Leia o excerto abaixo.
Novo planeta maior que a Terra é descoberto fora do Sistema Solar
Pesquisadores do Instituto de Astronomia da Universidade Nacional Autônoma do México descobriram um exoplaneta (fora do Sistema Solar) maior que a Terra
(NOVO planeta maior que a Terra é descoberto fora do Sistema Solar. Jornal do Brasil, 08 de janeiro de 2022. Ciência e Tecnologia. Disponível em: https://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia/2022/01/1035131-novo-planeta-maior-que-a-terra-e-descoberto-fora-do-sistema-solar.html
O processo de formação de palavras que originou o termo “exoplaneta”, utilizado no trecho apresentado, é chamado de
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Novas tradições
Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica
Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.
Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.
Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.
O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).
Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.
Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.
Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.
É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.
(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)
No segundo parágrafo, o cronista apresenta um neologismo por empréstimo bastante comum na língua portuguesa atualmente: streaming. No contexto em que o autor o utilizou, percebe-se que tal estrangeirismo assumiu a forma de um
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Novas tradições
Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica
Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.
Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.
Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.
O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).
Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.
Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.
Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.
É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.
(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)
A linha argumentativa dessa crônica se pauta na tese de que
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Publicado em 09/01/2022 | 09:06 ------Paulo Pestana -------Crônica
Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.
Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.
Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.
O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).
Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.
Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.
Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.
É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.
(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/. Acesso em: 10 jan. 2022.)
Qual é o assunto geral dessa crônica?
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“Segundo um estudo do UN Environment Program, o lixo eletrônico, "e-waste", é o tipo de lixo que cresce mais rapidamente no mundo. O estudo apontou que 53,6 milhões de toneladas métricas de e-waste foram criadas em 2020.”
(Fonte: www.terra.com.br)
Segundo o texto acima, a quantidade, em quilogramas, de lixo eletrônico gerado em 2020 foi de:
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Uma loja de eletrodomésticos vende um liquidificador por R$ 160,00. Após um reajuste no preço, o mesmo liquidificador passou a custar R$ 200,00. Desse modo, qual foi o percentual de aumento do preço?

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Leia a tirinha a seguir.

LEITE, Will. Culpa. 05 de junho de 2021. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/culpa/.
A palavra “que”, que introduz a fala do passarinho no último quadrinho, é a continuação de uma oração maior que foi suprimida em razão do contexto comunicativo. Tendo isso em vista, tal palavra é morfossintaticamente classificada como
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Leia o título e o subtítulo de uma matéria jornalística apresentados a seguir.
Ciência
Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos
A MRSA é encontrada em rebanhos leiteiros e humanos no norte da Europa. Mas ela não surgiu devido ao abuso de antibióticos – e sim de uma batalha microscópica por sobrevivência na pele dos ouriços.
(COSTA, Luisa. Uma superbactéria evoluiu em ouriços antes de existirem os primeiros antibióticos. Superinteressante, 07 de janeiro de 2022. Ciência. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/uma-superbacteria-evoluiu-em-ouricos-antes-de-existirem-os-primeiros-antibioticos/.
A segunda e a terceira ocorrências da preposição DE no subtítulo da matéria se devem, na ordem em que aparecem,
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Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do Deserto para o amigo metido a macho.
Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.
Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.
O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau de tanino, acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos avozinhos lusos chamam de escanção).
Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.
Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa fase de tantas mudanças para todos.
Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa. Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.
É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.
(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/.
No penúltimo parágrafo da crônica, o autor fez uso do verbo GRASSAR (“grassam”), o qual NÃO pode ser substituído – sob a pena de se modificar o sentido original veiculado pelo trecho – pelo seguinte verbo:
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Em uma confecção de roupas há 12 costureiras. Se elas trabalharem 6 horas por dia, conseguem produzir 100 peças por semana. O dono dessa confecção deseja duplicar essa produção semana, e, para isso, irá aumentar a jornada de trabalho para 8 horas e contratará mais funcionárias. Desse modo, quantos novas costureiras foram contratadas para trabalhar nessa confecção?
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Caderno Container