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Foram encontradas 893 questões.

1949326 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Em uma loja, um determinado equipamento custava R$ 2.450,00. Em outra loja, esse mesmo equipamento estava 16% mais caro. A diferença de preço entre as duas lojas era de
 

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1949325 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Na manipulação de um remédio, um dos componentes goteja uma gota por segundo. Considerando que o gotejamento seja constante, em 5 minutos terão sido gotejadas
 

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1949324 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Uma pessoa tem um cão com 12 kg de massa corporal. A quantidade diária de comida natural para esse cão deve ser de 5% do valor de sua massa corporal, o que corresponde a
 

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1949323 Ano: 2020
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Em dois dias de trabalho voluntário com animais, nas cinco regiões brasileiras, foram atendidos 1000 animais, conforme mostra o gráfico a seguir. enunciado 628651-1

Em relação aos dados apresentados, é correto afirmar que
 

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1949322 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Maurício desenhou um mapa com um percurso partindo da empresa em que trabalha até o local onde será realizada uma festa para os funcionários. Nesse mapa, 1 cm corresponde a 2 km de distância real. Se no mapa o percurso é de 12 cm, a distância real é de
 

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Um hospital atendeu, em um mesmo dia, 40 pessoas, das quais 20% eram adultos e as demais, crianças. Sabendo- -se que 50% desses adultos e 75% dessas crianças estavam com intoxicação alimentar, então, entre essas 40 pessoas, aquelas que não estavam com intoxicação alimentar correspondiam a:
 

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Leia o texto para responder à questão.
Doenças crônicas mentem
Percepções inadequadas de enfermidades
silenciosas podem trazer danos
Julio Abramczyk
A percepção inadequada pelos pacientes de uma doença crônica que atinge de 2% a 4% dos adultos nos Estados Unidos e no Reino Unido é o tema de editorial da revista The Lancet Rheumatology deste mês.
O editorial aborda o desafio da doença denominada gota, inflamação nas articulações causada por depósitos de cristais de urato produzidos pelo organismo do paciente.
As taxas de prescrição de remédios para manter níveis normais do ácido úrico no sangue são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio.
A adesão à terapia, principalmente quando a doença parece inativa, diz o editorial, é influenciada pelo grau de confiança do doente em seu médico, que deve insistir na manutenção do tratamento mesmo na ausência de dor.
A crise de gota, desencadeada por dor no local da inflamação, interfere na ação da articulação e diminui a qualidade de vida do paciente.
No Brasil, V. Feijó Azevedo e colaboradores da Universidade Federal do Paraná abordam, na Revista Brasileira de Reumatologia, a importância da campanha “Sua gota mente”.
Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas com anti-inflamatórios acabar momentaneamente com a dor, os cristais de urato responsáveis pela dor continuam presentes. E, a longo prazo, podem provocar tofos e graves danos nas articulações.
Também assinalam a importância de os médicos contribuírem para o conhecimento do paciente sobre a doença para bons resultados a longo prazo.
(Julio Abramczyk, Doenças crônicas mentem, Folha de S.Paulo, 25.10.2019. Acesso em 04.11.2019)
Assinale a alternativa que reescreve passagem do texto com a concordância adequada à norma-padrão da língua portuguesa.
 

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Leia o texto para responder à questão.
Doenças crônicas mentem
Percepções inadequadas de enfermidades
silenciosas podem trazer danos
Julio Abramczyk
A percepção inadequada pelos pacientes de uma doença crônica que atinge de 2% a 4% dos adultos nos Estados Unidos e no Reino Unido é o tema de editorial da revista The Lancet Rheumatology deste mês.
O editorial aborda o desafio da doença denominada gota, inflamação nas articulações causada por depósitos de cristais de urato produzidos pelo organismo do paciente.
As taxas de prescrição de remédios para manter níveis normais do ácido úrico no sangue são baixas, assim como a adesão dos pacientes ao remédio.
A adesão à terapia, principalmente quando a doença parece inativa, diz o editorial, é influenciada pelo grau de confiança do doente em seu médico, que deve insistir na manutenção do tratamento mesmo na ausência de dor.
A crise de gota, desencadeada por dor no local da inflamação, interfere na ação da articulação e diminui a qualidade de vida do paciente.
No Brasil, V. Feijó Azevedo e colaboradores da Universidade Federal do Paraná abordam, na Revista Brasileira de Reumatologia, a importância da campanha “Sua gota mente”.
Eles afirmam que, apesar do tratamento nas crises dolorosas com anti-inflamatórios acabar momentaneamente com a dor, os cristais de urato responsáveis pela dor continuam presentes. E, a longo prazo, podem provocar tofos e graves danos nas articulações.
Também assinalam a importância de os médicos contribuírem para o conhecimento do paciente sobre a doença para bons resultados a longo prazo.
(Julio Abramczyk, Doenças crônicas mentem, Folha de S.Paulo, 25.10.2019. Acesso em 04.11.2019)
Com base nas informações apresentadas no texto, é correto afirmar que
 

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1949318 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP

Leia o texto para responder à questão.

Relações de desamor

Um dia, uma médica conversou com Leila sobre relacionamentos amorosos que não acabam, mas deixam de ser amorosos. A doutora disse que, após anos trabalhando em consultório, ainda não conseguia deixar de se espantar com o comportamento de alguns casais maduros. A mulher ia acompanhar o marido e, durante toda a consulta, demonstrava de forma clara o desprezo e o desamor que sentia pelo companheiro. Eram palavras ríspidas, comentários irônicos, ausência absoluta de qualquer gesto de companheirismo e afeto.

– Ele faz tudo errado! – diz uma das mulheres.

– Explica direito o que você está sentindo! – outra ordena ao marido.

A sensação que Leila tem é de que são mulheres que, de uma forma ou de outra, foram dominadas pelo marido ou traídas por ele. Enfim, mulheres que se decepcionaram profundamente com o companheiro, mas decidiram levar o casamento adiante. E agora, porque o marido está mais envelhecido ou com a saúde frágil, precisando ou até mesmo dependendo delas, as mulheres dão o troco. Continuam com o companheiro, mas se colocam numa posição superior e, sempre que possível, deixam claro: não sentem qualquer admiração ou respeito por aquela pessoa que está ali do seu lado.

Leila saiu do consultório pensando em casais que conhecia com esse comportamento descrito pela médica, do quanto é constrangedor presenciar tais situações e como é melancólico constatar que, às vezes, o que une duas pessoas que passaram uma vida juntas é o rancor. São casais que exercitam diariamente a agressividade, o desrespeito e a amargura. Não só as mulheres, claro, são capazes desse exercício de desamor.

Infelizmente, a crueldade do ser humano é muito maior do que gostaríamos de supor, e as relações proporcionam oportunidades infinitas para magoar, humilhar ou arrasar o outro. O certo, quando o amor deixa de existir, seria separar -se, até para que novas histórias de amor pudessem nascer, mas, acima de tudo, para evitar que tantas outras coisas essenciais sejam enterradas. Entre elas, a capacidade – dificílima – de eventualmente perdoar.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo destacado atribui uma qualidade à palavra anterior.
 

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1949317 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Morro Agudo-SP
Rotulo, logo existo

Nosso cérebro é uma complexa estrutura forjada por milhões de anos de evolução. Por outro lado, é também primitivo e foi lapidado para seres trogloditas que viveram há milhares de anos. É curioso pensar que o mais refinado, erudito e urbano dos moradores deste planeta tenha o mesmo hardware que um caçador coletor que passou a vida errando em uma pequena área de algum lugar em busca de comer, aquecer-se e garantir a reprodução.
Desenvolvida para uma chave amigo-inimigo, nossa mente tende a rotular tudo o que vê, julgando a novidade de acordo com seu conhecimento prévio. Isso garantiu nossa vida por muitas gerações: se eu comer algo que me faz mal, toda vez que olhar para algo semelhante, sentirei repulsa. Nosso cérebro rotula de acordo com a percepção de nossos sentidos. Isso pode ser bom para evitar perigos, porém cria problemas para nossa atualidade.
Encerrar em caixas herméticas dá segurança. Começamos com a minha tribo e a do outro. Se é da minha, diminuem as chances de ataque. Classificar é a primeira forma de dominar e de se defender. O vício entrou em nós. Da tribo, passamos a gostos musicais e sexuais ou escolas artísticas. Classificar não é ruim ou errado. Supor que algo esteja controlado mentalmente por estar etiquetado é, no fundo, estupidez.
Tudo pede que você classifique continuamente. Resistir à tentação é um desafio. Pensar em aprofundar, dar uma segunda olhada, fugir do rótulo: parecem ser atitudes que exigem o desafio da vontade férrea. Deixar que sentidos mais amplos invadam sua percepção sem julgar e engavetar de imediato é um ato de resistência. Abrir espaço para complexidades é boa meta. O resto? O rema-rema de frases superficiais, senso comum e a celebração da boçalidade. Talvez, um dia, descubram que se trata de uma bactéria específica transmitida pela digitação. O remédio continua sendo ler com atenção, duvidar como método, analisar possibilidades fora do que está posto e nunca ser o representante da verdade na Terra. Ah, e ajuda abandonar redes sociais por pelo menos uma hora por dia. É preciso ter esperança.

(Leandro Karnal. Disponível em: . Acesso em 09.11.2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão entre colchetes substitui a destacada, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação de pronome.
 

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