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Foram encontradas 40 questões.

1440620 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Com base na Figura 4, considere que o usuário digitou, no endereço de célula B2, o seguinte: =A1+B1+C1/D1, e, logo após, pressionou a tecla Enter (teclado). Que valor conterá em B2?
Enunciado 2914146-1
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
A palavra ‘se’ em ‘Trata-se da ”persistente tendência do cérebro”’ classifica-se como:
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
Em relação ao período: ‘O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.’, afirma-se que:
I. A oração sublinhada exerce a função de predicativo.
II. O pronome ‘ele’ é sujeito da segunda oração.
III. O termo ‘O problema com esse atalho cognitivo’ funciona como sujeito da oração principal.
Quais estão corretas?
 

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1440589 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Considere que o usuário digitou no endereço de célula A1 o seguinte: =AGORA(), e, logo após, pressionou a tecla Enter (teclado), no programa Microsoft Excel 2013, em sua configuração padrão. Sendo assim, como ficará o formato da célula A1?
 

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1440587 Ano: 2018
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Considere a Lei Municipal nº 745/2006 e suas alterações posteriores até a Lei Municipal nº 955/2009, que dispõe sobre o Plano Diretor do Município de Monte Belo do Sul, Ordena o Território e as Políticas Setoriais.
O art. 118, do referido Plano, criou, em caráter permanente, o Sistema de Planejamento e Desenvolvimento Municipal. De acordo com as disposições do art. 119, a supervisão do Sistema de Planejamento e Desenvolvimento Municipal, o controle e avaliação das atividades municipais, em conjunto com todos os órgãos administrativos, Comissões Municipais, Representantes de Entidades Comunitárias e Entidades de Classe, bem como a execução de outras atividades determinadas na Lei específica de estruturação administrativa municipal, compete à (ao):
 

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1440584 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Considere as teorias de Rosineide Magalhães de Sousa sobre Técnicas de redação e arquivo.
De acordo com Sousa, os arquivos são conjuntos organizados de documentos produzidos ou recebidos e preservados por instituições públicas ou privadas. Com base nessa informação, analise as assertivas abaixo quanto à classificação desses arquivos:
I. Arquivo morto.
II. Arquivo relacional.
III. Arquivo ativo.
IV. Arquivo inativo.
Quais estão corretas?
 

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1440582 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Considere as teorias de Celso Vasconcellos.
A mobilização visa possibilitar o vínculo significativo inicial entre o sujeito e o objeto, ou seja, ajuda a estabelecer a relação entre o objeto de conhecimento e as necessidades do educando. Os fatores que influenciam na mobilização podem ser agrupados em dois grandes blocos: extraescolares e intraescolares. Com base nessa informação, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Extraescolares.
2. Intraescolares.
Coluna 2
( ) Sociedade.
( ) Escola.
( ) Família.
( ) Sala de Aula.
( ) Sistema Educacional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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1429557 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Com base na Figura 3, considere que o usuário digitou, no endereço de célula A7, o seguinte: =MÍNIMO(A2:A5), e, logo após, pressionou a tecla Enter (teclado). Que valor conterá em A7?
Enunciado 2824019-1
 

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1428729 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS

Considere Lei Orgânica do Município de Monte Belo do Sul, vigente na data do edital do presente concurso.

Segundo as disposições do art. 49, a Lei Orgânica poderá ser emendada mediante proposta:

I. De Vereador.

II. Do Prefeito.

III. De eleitores do município.

Nesse sentido, no caso de emenda de eleitores do município, a proposta deverá ser subscrita, no mínimo, por ______________ dos eleitores do município, acompanhada dos dados identificadores do título eleitoral.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
O título ‘A teimosia do cérebro’ é _______________ pelas informações contidas no texto.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
 

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