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Foram encontradas 50 questões.

2435493 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Para o revestimento das paredes de uma construção, foi necessário preparar a argamassa junto ao canteiro de obras. Após a realização desse serviço, eventuais sobras de argamassa devem ser:
 

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2435057 Ano: 2012
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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A NBR 13142 estabelece uma padronização para arquivamento e armazenamento de cópias de plantas, pois os arquivos e as pastas possuem dimensões padronizadas. A figura abaixo apresenta o dobramento de uma planta.
Enunciado 2886821-1
Essa planta foi elaborada em papel com formato:
 

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No jogo de basquete, cada cesta vale 1, 2 ou 3 pontos. Se, numa partida, Oscar Mão de Ouro fez 12 cestas, e fez, no total, 25 pontos, então ele fez no máximo a seguinte quantidade de cestas de 3 pontos:
 

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Texto:

Ah, ser somente o presente
Ferreira Gullar

Muito embora alguns de meus poemas falem do passado, viver no passado ou tê-lo presente no meu dia a dia não me agrada. Na verdade, todos nós somos o que vivemos e, de certo modo, o passado constitui também o nosso presente, quer o lembremos ou não. Mas, precisamente porque somos o que vivemos, trazemos conosco lembranças muitas vezes dolorosas, que de repente emergem no presente. Disso, creio que ninguém gosta, à exceção dos masoquistas.

Para falar com franqueza, confesso que sofrer não é a minha vocação, embora nem sempre consiga escapar do sofrimento. Se puder, escapo. Creio mesmo que a vocação do ser humano (de todo ser vivo?) é a felicidade.

Isso é o que todos buscamos, na comida que saboreamos, na bebida que sorvemos, nos momentos de amor, no carinho, na amizade e na alegria de fazer o outro feliz. Sofrer, não. Só quando não tem jeito e a lembrança do passado é quase sempre sofrimento: ou porque voltamos a sentir a dor de outrora, ou porque relembramos a felicidade que houve e se foi para nunca mais.

Por isso foi que, certa manhã, ao entrar na sala vindo do quarto de dormir, deparei-me com o sol matinal que a invadia e me senti feliz como nunca. Nenhum passado, nenhuma lembrança. Eu era ali, então, um bicho transparente, mergulhado na luz matinal. E escrevi estes versos:

“Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala”.

Essa é uma aspiração certamente impossível de realizar, mas a poesia é, entre outras coisas, viver, com a ajuda da palavra, o impossível, já que aspirar apenas ao possível não tem graça. Pois bem, houve gente que leu esses versos e não apenas gostou deles como concordou com aquela aspiração irrealizável. Essa de que o passado já era.

Mas eis que estou caminhando pela avenida Atlântica quando vem a meu encontro um senhor de óculos, barba e cabelos quase inteiramente brancos.

— Gullar, meu querido, quantos anos faz que a gente não se vê! Lembra daquele dia, na Redação da “Manchete”, quando o Adolpho Bloch só faltou te agredir?

— Me agredir, é? — falei por falar, já que não sabia quem era aquele sujeito que me abordara assim de repente. E ele continuou:

— Você tinha aparecido na televisão, de barba por fazer e sem gravata, falando em nome da revista, o que deixou o Adolpho furioso.

E acrescentou:

— Mas acho que você não está me reconhecendo... Eu sou o Hélio, o fotógrafo.

Só então me lembrei dele. Tínhamos sido amigos e não fui capaz de reconhecê-lo.

— Você pegou um cinzeiro, ia bater com ele na cara do Adolpho e fui eu que te arrastei para fora da Redação, lembra?

A verdade é que nunca fui muito bom de memória. Quando voltei do exílio, uma atriz famosa e linda, companheira na luta contra a ditadura, desceu do carro no meio da rua, em Ipanema, para vir me abraçar. Dois meses depois, estou lançando um livro e ela para em minha frente para que eu lhe autografe o livro, e o nome dela some de minha mente. Entro em pânico. Não poderia perguntar-lhe o nome depois daquele abraço efusivo em plena rua.

A solução que encontrei foi me levantar, sair da livraria, atravessar correndo a rua, entrar no boteco em frente, perguntar à Teresa o nome da atriz e voltar. Sentei-me de novo, ela me olhou sem entender nada. Escrevo, então, no livro: “Para Norma Bengell...”.

Com o passar dos anos, a coisa foi ficando pior. Outro dia, combinei com a Cláudia que iríamos ao cinema. Escolhi o filme, marquei para nos encontrarmos lá mesmo, cheguei antes, comprei as entradas (uma inteira e uma meia, que eu sou idoso) mas, quando o filme começou, ela falou revoltada: “Você ficou maluco? Esse filme nós já vimos!”. E eu: “Você está brincando!”. “Eu, brincando!? Você é que está maluco! Não faz nem um mês que vimos este filme!”

Realmente, após minutos, constatei que já o havíamos visto. Assim está minha memória: tudo o que vejo, leio, ouço ou faço logo esqueço. Não tenho mais passado. Aquilo que escrevi no poema virou verdade: tornei-me apenas o presente, esta manhã, esta sala.

(São Paulo, domingo, 08 de abril de 2012. Jornal Folha de São Paulo. Ilustrada)

A ideia inicial da crônica de Ferreira Gullar busca partir de duas hipóteses. Assinale a opção que as apresenta corretamente:

 

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Na sequência abaixo, cada número, do terceiro em diante, é obtido a partir dos dois anteriores de acordo com uma certa regra:
12, 20, 32, 52, 84, 136, ...
O próximo número é o:
 

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2433537 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Uma cobertura será realizada com um esquema de escoamento do tipo “quatro águas”, como mostra a figura abaixo:
Enunciado 2842238-1
A alternativa que indica corretamente as setas do plano de águas dessa cobertura para os trechos indicados pelos números 1 a 3 é:
 

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Texto:

Ah, ser somente o presente
Ferreira Gullar

Muito embora alguns de meus poemas falem do passado, viver no passado ou tê-lo presente no meu dia a dia não me agrada. Na verdade, todos nós somos o que vivemos e, de certo modo, o passado constitui também o nosso presente, quer o lembremos ou não. Mas, precisamente porque somos o que vivemos, trazemos conosco lembranças muitas vezes dolorosas, que de repente emergem no presente. Disso, creio que ninguém gosta, à exceção dos masoquistas.

Para falar com franqueza, confesso que sofrer não é a minha vocação, embora nem sempre consiga escapar do sofrimento. Se puder, escapo. Creio mesmo que a vocação do ser humano (de todo ser vivo?) é a felicidade.

Isso é o que todos buscamos, na comida que saboreamos, na bebida que sorvemos, nos momentos de amor, no carinho, na amizade e na alegria de fazer o outro feliz. Sofrer, não. Só quando não tem jeito e a lembrança do passado é quase sempre sofrimento: ou porque voltamos a sentir a dor de outrora, ou porque relembramos a felicidade que houve e se foi para nunca mais.

Por isso foi que, certa manhã, ao entrar na sala vindo do quarto de dormir, deparei-me com o sol matinal que a invadia e me senti feliz como nunca. Nenhum passado, nenhuma lembrança. Eu era ali, então, um bicho transparente, mergulhado na luz matinal. E escrevi estes versos:

“Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala”.

Essa é uma aspiração certamente impossível de realizar, mas a poesia é, entre outras coisas, viver, com a ajuda da palavra, o impossível, já que aspirar apenas ao possível não tem graça. Pois bem, houve gente que leu esses versos e não apenas gostou deles como concordou com aquela aspiração irrealizável. Essa de que o passado já era.

Mas eis que estou caminhando pela avenida Atlântica quando vem a meu encontro um senhor de óculos, barba e cabelos quase inteiramente brancos.

— Gullar, meu querido, quantos anos faz que a gente não se vê! Lembra daquele dia, na Redação da “Manchete”, quando o Adolpho Bloch só faltou te agredir?

— Me agredir, é? — falei por falar, já que não sabia quem era aquele sujeito que me abordara assim de repente. E ele continuou:

— Você tinha aparecido na televisão, de barba por fazer e sem gravata, falando em nome da revista, o que deixou o Adolpho furioso.

E acrescentou:

— Mas acho que você não está me reconhecendo... Eu sou o Hélio, o fotógrafo.

Só então me lembrei dele. Tínhamos sido amigos e não fui capaz de reconhecê-lo.

— Você pegou um cinzeiro, ia bater com ele na cara do Adolpho e fui eu que te arrastei para fora da Redação, lembra?

A verdade é que nunca fui muito bom de memória. Quando voltei do exílio, uma atriz famosa e linda, companheira na luta contra a ditadura, desceu do carro no meio da rua, em Ipanema, para vir me abraçar. Dois meses depois, estou lançando um livro e ela para em minha frente para que eu lhe autografe o livro, e o nome dela some de minha mente. Entro em pânico. Não poderia perguntar-lhe o nome depois daquele abraço efusivo em plena rua.

A solução que encontrei foi me levantar, sair da livraria, atravessar correndo a rua, entrar no boteco em frente, perguntar à Teresa o nome da atriz e voltar. Sentei-me de novo, ela me olhou sem entender nada. Escrevo, então, no livro: “Para Norma Bengell...”.

Com o passar dos anos, a coisa foi ficando pior. Outro dia, combinei com a Cláudia que iríamos ao cinema. Escolhi o filme, marquei para nos encontrarmos lá mesmo, cheguei antes, comprei as entradas (uma inteira e uma meia, que eu sou idoso) mas, quando o filme começou, ela falou revoltada: “Você ficou maluco? Esse filme nós já vimos!”. E eu: “Você está brincando!”. “Eu, brincando!? Você é que está maluco! Não faz nem um mês que vimos este filme!”

Realmente, após minutos, constatei que já o havíamos visto. Assim está minha memória: tudo o que vejo, leio, ouço ou faço logo esqueço. Não tenho mais passado. Aquilo que escrevi no poema virou verdade: tornei-me apenas o presente, esta manhã, esta sala.

(São Paulo, domingo, 08 de abril de 2012. Jornal Folha de São Paulo. Ilustrada)

A razão pela qual a mensagem dos versos “Ah, ser somente o presente, esta manhã, esta sala” se tornou possível para o autor da crônica se deve ao fato de que ele:

 

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Um usuário resolveu criar uma nova pasta (folder) para colocar dentro dela alguns arquivos de uso comum. Um nome que seria rejeitado pelo Windows XP por conter caracteres inválidos para um nome de pasta seria:
 

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Com os algarismos 0, 1, 2 e 3 conseguimos formar a seguinte quantidade de números de 3 algarismos:
 

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2432557 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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ATENÇÃO: Observe atentamente a planta baixa de uma casa apresentada na figura abaixo. Sobre essa planta baixa, responda a questão.
Enunciado 2823333-1
O número de janelas com peitoril acima de 1,50m do piso é de:
 

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