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Foram encontradas 50 questões.

2731446 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.

(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)

O trecho do texto – Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. – mantém o sentido original substituindo-se as conjunções destacadas e fazendo-se a pontuação de acordo com a norma-padrão em:

 

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2731445 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.

(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)

Considere as passagens do texto:

  • Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife.
  • Fiquei nervosa com a diferença dos preços.
  • Depois de morta é dividida.

Nos contextos em que estão empregados, os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de

 

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2731444 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.

(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)

No texto, os termos “desventura” e “Tabelada” significam, correta e respectivamente:

 

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2731443 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

23 DE JUNHO Passei no açougue para comprar meio quilo de carne para bife. Os preços era 24 e 28. Fiquei nervosa com a diferença dos preços. O açougueiro explicou-me que o filé é mais caro. Pensei na desventura da vaca, a escrava do homem. Que passa a existência no mato, se alimenta com vegetais, gosta de sal mas o homem não dá porque custa caro. Depois de morta é dividida. Tabelada e selecionada. E morre quando o homem quer. Em vida dá dinheiro ao homem. E morta enriquece o homem. Enfim, o mundo é como o branco quer. Eu não sou branca, não tenho nada com estas desorganizações.

(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada)

Ao refletir sobre a situação da vaca, a narradora do texto pondera que

 

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2731442 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

Leia a charge.

Enunciado 3236415-1

(Chargista Lute. Em: www.hojeemdia.com.br, 27.09.2022)

Analisando-se a charge, conclui-se corretamente que ela estabelece um diálogo com o texto, pois

 

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2731441 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de concordância.

 

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2731440 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o emprego do acento indicativo da crase atende à norma-padrão.

 

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2731439 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Marília-SP

Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

O par de trechos do texto que contém expressões empregadas em sentido figurado está em:

 

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2731438 Ano: 2023
Disciplina: Português
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Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

Em relação às informações precedentes, o trecho que inicia o 4º parágrafo – É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas… – serve-lhes como

 

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2731437 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
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Carolina Maria de Jesus: quem foi a escritora que denunciou a fome no país

A intimidade com a fome e a discriminação sentida na pele deixaram marcas na obra de uma das mais importantes escritoras negras da literatura brasileira. Mulher negra, mãe solo e moradora de uma comunidade pobre, Carolina Maria de Jesus nunca deixou de retratar em seus livros problemas sociais e de atribuir culpas a governantes do país já no início do século passado.

Sua voz ativa e atenta lhe conferiu relevância não apenas literária, mas também na política. Em um momento em que metade da população brasileira se encontra em insegurança alimentar, Ecoa conta um pouco da história inspiradora dessa escritora mineira, nascida na cidade Sacramento em 14 de março de 1914.

A fome sempre aparece nos textos da escritora. O professor mineiro Warley de Souza, especialista em literatura, conta que o jornalista Audálio Dantas, que apresentou Carolina para o mundo, chegou a comentar sobre isso declarando, à época, que a fome aparecia nos textos com “uma frequência irritante”.

É que Carolina sentiu a fome na pele e levou seus desabafos e críticas aos governos para dentro de suas narrativas, demonstrando profunda consciência social. Criticou bastante o governo da época.

Carolina Maria de Jesus não se casou. Levou a vida com toda a independência, fazendo da literatura seu lugar de prazer e indignação. E assim viveu até 1977. A escritora morreu no dia 13 de fevereiro, no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo.

(Ed Rodrigues. Em https://www.uol.com.br/ecoa, 08.11.2022. Adaptado)

O objetivo do texto é

 

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