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A Educação Física é responsável por abrir um espaço de produção de conhecimento no ambiente escolar. Nesse sentido, os Parâmetros Curriculares Nacionais têm como proposta que o processo de ensino e aprendizagem nos ciclos finais considerem alguns elementos. Observe o exemplo: na organização de uma aula sobre voleibol que inclua distribuição do espaço adaptado de minivôlei, com cordas e bolas plásticas, variando o tamanho do espaço para jogo e altura da rede, o elemento considerado no planejamento da aula de Educação Física foi:
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A Educação Física para o terceiro e quarto ciclos tem a preocupação de garantir a coerência com a concepção proposta e de efetivar os objetivos da seleção de conteúdos propostos. Os conteúdos estão organizados em três blocos, que deverão ser desenvolvidos ao longo de todo o ensino fundamental.
Considere os itens:
I esportes, jogos, lutas e ginásticas.
II meio ambiente e Ética.
III conhecimento sobre o corpo.
IV atividades rítmicas e expressivas.
V trabalho e consumo.
Dentre os itens apresentados, são blocos dos ciclos citados apenas:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais consideram que a avaliação deva ser de utilidade, tanto para o aluno como para o professor, para que ambos possam dimensionar os avanços e as dificuldades dentro do processo de ensino e aprendizagem. A avaliação que fornece dados para a elaboração de um projeto de desenvolvimento dos conteúdos, a partir da consideração dos conhecimentos prévios, é a:
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Ao final da década de 1970, surgem novas abordagens na Educação Física Escolar, inspiradas no momento histórico social pelo qual o país passou. Elas têm em comum a busca de uma Educação Física que articule as múltiplas dimensões do ser humano. A abordagem que defende a ideia de que o movimento humano é o principal meio e fim da Educação Física, propagando a especificidade de seu objeto, é a abordagem:
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No século XX, a Educação Física Escolar sofreu, no Brasil, influências de correntes de pensamento filosófico, tendências políticas, científicas e pedagógicas. Também neste período histórico, ocorreu a implantação de modelos de práticas corporais.
Nos itens que se seguem, usando (certo) ou (errado), identifique quais foram os sistemas ginásticos utilizados nas aulas de Educação Física nas décadas de 1910 e 1920:
( ) alemão.
( ) americano.
( ) sueco.
( ) francês.
( ) inglês.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram elaborados procurando, de um lado, respeitar diversidades regionais, culturais, políticas existentes no país e, por outro lado, considerando a necessidade de construir referências nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões brasileiras. A Educação Física, dentro de sua especificidade, deverá abordar os temas transversais, além de outros, de acordo com as necessidades específicas de cada região. Por exemplo: num jogo de futebol, um atacante entra na área, dribla o jogador da defesa, mas adianta demais a bola e, ao perceber que perdeu a jogada, imediatamente se lança ao chão, simulando ter sofrido uma falta. Essa situação serve para discussão sobre o tema transversal:
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As Diretrizes Nacionais envolvem estudos abrangentes sobre a Educação Especial. Baseado no documento “Referenciais para a Educação Especial”, a Câmara da Educação Básica elaborou o texto para Edição das Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica em dois grandes temas.
Usando (certo) ou (errado), identifique esses dois temas nos itens a seguir :
( ) organização dos sistemas de ensino.
( ) formação do professor.
( ) acessibilidade na escola.
( ) educação à distância.
( ) programas de prevenção e atendimento.
A sequência adequada, de cima para baixo, é:
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Um caminhoneiro, com velocidade constante de 80 km/h, percorreu uma certa distância em 10 dias, viajando 6 horas por dia. Se repetir o mesmo percurso, com velocidade constante de 60 km/h, viajando 5 horas por dia, ele levará:
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Texto 2
CÔNSUL!
Domício da Gama
No café de Londres, às onze horas da noite.
Chove desabridamente. Entre a zoada dos aguaceiros,
que lavam a rua, ouvem-se raros passos apressados de
transeuntes invisíveis na sombra. A espaços um ronco
5 rápido e surdo, como um rufo de tambor molhado,
assinala a passagem de um guarda-chuva por baixo do
jorro de uma goteira que transborda. Corre um sopro
glacial de tédio e desconforto pelo café profusamente
iluminado, em que já pouca gente resta. O silêncio só é
10 quebrado pelo ruído dos talheres e da conversa de três
rapazes cavaqueando numa ceia econômica ao fundo.
O homem do contador cochila. Sentado a uma mesinha,
em frente ao prato vazio, em que um osso descarnado
de galinha comemora a passagem de uma canja, está
15 um homem que cisma sobre um jornal.
GAMA, Domício. Apud SANDANELLO, F. B. Domício da Gama e o impressionismo literário no Brasil. São Luís, MA: EDUFMA, 2017. p. 169.
No trecho do conto de Domício da Gama, são características da predominância do tipo textual descritivo:
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Texto 1
DOMÍCIO DA GAMA
Domício da Gama (Domício Afonso Forneiro,
adotou do padrinho o Gama), jornalista, diplomata,
contista e cronista, nasceu em Maricá, RJ, em 23 de
outubro de 1862 e faleceu no Rio de Janeiro, RJ,
5 em 8 de novembro de 1925. Foi um dos dez
acadêmicos eleitos na sessão de 28 de janeiro de 1897,
para completar o quadro de fundadores da Academia.
Escolheu Raul Pompeia como patrono, ocupando a
cadeira nº 33. Foi recebido na sessão de 1º de julho de
10 1900, por Lúcio de Mendonça.
Fez estudos preparatórios no Rio de Janeiro e
ingressou na Escola Politécnica, mas não chegou a
terminar o curso. Seguiu para o estrangeiro em missões
diplomáticas. A sua primeira missão foi a de secretário
15 do Serviço de Imigração, e o contato, nessa época, com
o Barão do Rio Branco, valeu-lhe ser nomeado
secretário da missão Rio Branco para a questão de
limites Brasil-Argentina (1893-1895), com a Guiana
Francesa (1895-1900) e com a Guiana Inglesa
20 (1900-1901). Foi secretário de Legação na Santa Sé,
em 1900, e ministro em Lima, em 1906. Embaixador em
missão especial, em 1910, representou o Brasil no
centenário da independência da Argentina e nas festas
centenárias do Chile. Embaixador do Brasil em
25 Washington, de 1911 a 1918, foi o digno sucessor de
Joaquim Nabuco, por escolha do próprio Barão do Rio
Branco. Ao celebrar-se a paz europeia de Versalhes,
Domício, como ministro das Relações Exteriores,
pretendeu representar o Brasil naquela conferência,
30 propósito que suscitou divergências na imprensa
brasileira. Convidado para a mesma embaixada, Rui
Barbosa recusou, e o chefe da representação brasileira
foi, afinal, Epitácio Pessoa, eleito pouco depois, em
seguida à morte de Rodrigues Alves, presidente da
35 República. Domício foi substituído na Chancelaria por
Azevedo Marques, seguindo como embaixador em
Londres, em 1920-21. Foi posto em disponibilidade
durante a Presidência Bernardes.
Em 1919 foi Presidente da Academia Brasileira
40 de Letras, em substituição a Rui Barbosa.
Domício da Gama era colaborador da Gazeta de
Notícias ao tempo de Ferreira de Araújo e, ainda no
início da carreira, escreveu contos, crônicas e críticas
literárias.
Texto editado. Disponível em: http://www.academia.org.br/academicos/ domicio-da-gama/biografia. Acesso em: 10 jul.2018.
Na biografia do maricaense, dentre os recursos coesivos apresentados a seguir, aquele que foi utilizado para manter o foco em “Domício da Gama” é:
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