Foram encontradas 40 questões.
A sílaba tônica de uma palavra é a emitida com mais
ênfase. De acordo com a tonicidade, a palavra pode ser
oxítona, paroxítona e proparoxítona. Considerando a
palavra "literária", assinale a alternativa em que a palavra
apresenta a mesma silaba tônica.
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O Adjetivo é uma palavra variável (em gênero, número e
grau) que serve para especificar e caracterizar o
referente de um substantivo. Considerando as locuções
adjetivas e os adjetivos correspondentes, assinale a
alternativa correta.
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Pronomes são palavras variáveis e são divididos em
vários tipos. Os pessoais desempenham funções
diferentes na sentença. A respeito das regras de
colocação pronominal, assinale a alternativa correta.
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A concordância nominal é estabelecida entre o núcleo de
um sintagma nominal e alguns dos termos que o
determinam. Nesse sentido, marque a opção correta.
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As regras ortográficas determinam a divisão silábica das
palavras. Nesse sentido, assinale a alternativa em que
as silabas estão separadas adequadamente.
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029
.pdf
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
Disponivel em: https://www.companhiadasletras.com.br/trechos/87029
.pdf
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O Folhetinista
Machado de Assis
Uma das plantas europeias que dificilmente se têm
aclimatado entre nós, é o folhetinista. Se é defeito de
suas propriedades orgânicas, ou da incompatibilidade do
clima, não o sei eu. Enuncio apenas a verdade.
Entretanto eu disse — dificilmente — o que supõe algum
caso de aclimatação séria. O que não estiver contido
nesta exceção, vê já o leitor que nasceu enfezado e
mesquinho de formas.
O folhetinista é originário da França, onde nasceu, e
onde vive a seu gosto, como em cama no inverno. De lá
espalhou-se pelo mundo, ou pelo menos por onde
maiores proporções tomava o grande veículo do espírito
moderno; falo do jornal.
Espalhado pelo mundo, o folhetinista tratou de acomodar
a economia vital de sua organização às conveniências
das atmosferas locais. Se o tem conseguido por toda a
parte, não é meu fim estudá-lo; cinjo-me ao nosso círculo
apenas.
Mas comecemos por definir a nova entidade literária.
O folhetim, disse eu em outra parte, e debaixo de outro
pseudônimo, o folhetim nasceu do jornal, o folhetinista
por consequência do jornalista. Esta íntima afinidade é
que desenha as saliências fisionômicas na moderna
criação. O folhetinista é a fusão admirável do útil e do
fútil, o parto curioso e singular do sério, consorciado com
o frívolo. Estes dois elementos, arredados como polos,
heterogêneos como água e fogo, casam-se
perfeitamente na organização do novo animal.
Efeito estranho é este assim produzido pela afinidade
assinalada entre o jornalista e o folhetinista. Daquele cai
sobre este a luz séria e vigorosa, a reflexão calma, a
observação profunda. Pelo que toca ao devaneio, à
leviandade, está tudo encarnado no folhetinista mesmo;
é capital próprio.
O folhetinista, na sociedade, ocupa o lugar do colibri na
esfera vegetal: salta, esvoaça, brinca, tremula, paira e
espaneja-se sobre todos os caules suculentos, sobre
todas as seivas vigorosas. Todo o mundo lhe pertence;
até mesmo a política. [...]
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A organização de um evento é divida em algumas
etapas. Desse modo, assinale qual é a fase da
organização que acontece na parte prática da
organização e que requer muito cuidado para que tudo
saia conforme foi planejado.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioFormatação e Apresentação
Na hipótese de em um envelope constar o
endereçamento conforme escrito na forma abaixo,
assinale a quem se destinaria a correspondência.
Ao Senhor Fulano de Tal Rua ABC, nº 123 CEP 70.123-123 − Curitiba. PR
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