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Foram encontradas 25 questões.

1092051 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Lucélia-SP
O território não é apenas o resultado da superposição de um conjunto de sistemas naturais e um conjunto de sistemas de coisas criadas pelo homem. Sobre território, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1092050 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Lucélia-SP
Conforme Moraes o apoio do Estado francês, a Geografia foi introduzida em todas as séries do ensino básico. Foram criados cátedras e institutos de Geografia. Seu principal formulador é Paul Vidal de La Blache. Com base nessa informação assinale a alternativa CORRETA.
 

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1092049 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Lucélia-SP
A globalização é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista. Sobre a globalização analise os itens a seguir:
( ) No final do século XX e, graças aos avanços da ciência, produziu-se um sistema de técnicas, presidido pelas técnicas da informação.
( ) A Globalização não é apenas a existência desse novo sistema de técnicas. Ela é também, resultado das ações que asseguram a emergência de um mercado dito global.
( ) No processo de globalização, não podemos levar em consideração uma globalização cultural.
( ) A g C lobalização se mostra perversa no sentido em que, os países desenvolvidos são os principais difusores de suas técnicas e cultura.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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1092048 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Lucélia-SP
Todos os que iniciam no conhecimento das ciências da natureza mais cedo ou mais tarde, por um caminho ou por outro – atingem a idéia de que a paisagem é sempre uma herança. Sobre paisagens assinale a alternativa CORRETA.
 

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Assinale a alternativa na qual a figura de linguagem polissíndeto ocorre.
 

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João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.
(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“... que afrontava resignado as mais duras privações.” Marque a opção que classifica o predicado corretamente.
 

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João Romão foi, dos treze aos vinte e cinco anos, empregado de um vendeiro que enriqueceu entre as quatro paredes de uma suja e obscura taverna nos refolhos do bairro do Botafogo; e tanto economizou do pouco que ganhara nessa dúzia de anos, que, ao retirarse o patrão para a terra, lhe deixou, em pagamento de ordenados vencidos, nem só a venda com o que estava dentro, como ainda um conto e quinhentos em dinheiro.
Proprietário e estabelecido por sua conta, o rapaz atirou-se à labutação ainda com mais ardor, possuindo-se de tal delírio de enriquecer, que afrontava resignado as mais duras privações. Dormia sobre o balcão da própria venda, em cima de uma esteira, fazendo travesseiro de um saco de estopa cheio de palha. A comida arranjava-lhe, mediante quatrocentos réis por dia, uma quitandeira sua vizinha, a Bertoleza, crioula trintona, escrava de um velho cego residente em Juiz de Fora e amigada com um português que tinha uma carroça de mão e fazia fretes na cidade.
Bertoleza também trabalhava forte; a sua quitanda era a mais bem afreguesada do bairro. De manhã vendia angu, e à noite peixe frito e iscas de fígado; pagava de jornal a seu dono vinte mil-réis por mês, e, apesar disso, tinha de parte quase que o necessário para a alforria. Um dia, porém, o seu homem, depois de correr meia légua, puxando uma carga superior às suas forças, caiu morto na rua, ao lado da carroça, estrompado como uma besta.
João Romão mostrou grande interesse por esta desgraça, fez-se até participante direto dos sofrimentos da vizinha, e com tamanho empenho a lamentou, que a boa mulher o escolheu para confidente das suas desventuras. Abriu-se com ele, contou-lhe a sua vida de amofinações e dificuldades. “Seu senhor comia-lhe a pele do corpo! Não era brinquedo para uma pobre mulher ter de escarrar pr’ali, todos os meses, vinte mil-réis em dinheiro!” E segredou-lhe então o que já tinha junto para a sua liberdade e acabou pedindo ao vendeiro que lhe guardasse as economias, porque já de certa vez fora roubada por gatunos que lhe entraram na quitanda pelos fundos.
(Trecho retirado de O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Disponível em: http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/cortico.pdf)
“Seu senhor comia-lhe a pele do corpo.” Nesse contexto, o pronome oblíquo átono exerce a função de:
 

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Marque a opção em que a função da vírgula é separar o complemento verbal deslocado.
 

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Classifique, sintaticamente, a oração sublinhada: “Os alunos fingiam não prestar atenção na aula”.
 

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Marque a opção que NÃO possui um predicado verbal.
 

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