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Em uma determinada cidade, com 142.200 habitantes, 47 % da população é negra, o restante da população divide se entre brancos e pardos, isso significa que:
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O resultado da subtração: 1/2 1/4 1/8 está em:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
Observe a figura abaixo e assinale a opção correta:

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Uma sorveteria , num certo dia, vendeu 98 sorvetes de abacaxi e o triplo desse número de morango. Sabendo que um sorvete custa R$ 5,00 qual a quantia adquirida nesse dia:
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Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
O sistema de direção é composto por alguns componentes ou conjunto de componentes que formam um sistema simples. Faz parte do sistema de direção, EXCETO:
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Há um erro no emprego do porquê em:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
Em 2014, o Estado de São Paulo passou pela pior seca já registrada nos últimos 70 anos. O nível do , principal reservatório da Grande São Paulo, caiu para 7,1%, o mais baixo de sua história.
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FLOR DO DESEJO
A flor do desejo e do maracujá
Eu também quero beijar...
Haja fogo, haja guerra, haja a guerra que há
Eu também quero beijar
Do farol da barra ao jardim de Alá
Eu também quero beijar
Da pele morena daquela acolá
Eu também quero beijar
Música Flor do Desejo Pepeu Gomes
As palavras grifadas no trecho da música acima são acentuadas pelo mesmo motivo que:
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TEXTO PARA QUESTÃO
MINHA ESTAÇÃO DE MAR
Quando eu tinha 10 anos, o ano tinha mais de quatro estações, e todas elas ficavam nas minhas mãos. A estação dos piões deixava um anel caloso no fura-bolo, onde a fieira apertava, e um furo na unha do dedão, onde o prego do pião girava até esquentar. A estação das búricas marcava o nó do dedão, com um calo grosso, rachado igual terra seca. Logo começava a estação das rolimãs, e as rachaduras desse calo enchiam de graxa, ficavam ali entupidas até a estação das mangas. Então crescia na mão o limo das mangueiras, uma placa visguenta. Depois, a mão fedia: na estação dos papagaios eu vivia com alho no bolso; era só esfregar no dedo e segurar linha de papagaio alheio, dali a pouco despencava com a linha roída. Na estação do "bafo" a mão criava calos nas bordas, e acabava com cheiro de pena queimada, de tanta cuspida pra grudar as figurinhas. Depois a estação do "bete", a das tampinhas, a dos saquinhos de areia, todas lavrando cortes, calos e cheiros nas mãos, além do calo que uma caneta deixa no pai de todos quando tem que copiar, na escola, duzentas vezes uma frase.
Naquele tempo a escola era a única prisão que eu conhecia. Mas o pai comprou um carro e, depois do passeio inaugural com minha mão avisando de todas as placas e esquinas, ele anunciou na janta: — Este ano vamos tirar um mês na praia.
Eu conhecia o mar como uma lagoa grande, distante e sem graça nas figurinhas, onde aparecia às vezes verde e às vezes azul. Agora íamos conhecer o mar em pessoa, ia começar uma nova estação onde entravam todos — o pai, a mãe, Alice, eu e a Linalva, nossa empregada que já vira o mar de passagem quando viera do Norte. A estação do mar me encheu a cabeça. O pai começou a falar de ondas que rebentavam e a gente mergulhava dentro. Eu não conseguia imaginar mas comecei a achar ótimo. A mãe ia tirando a mesa e, a cada vez que vinha da cozinha, lembrava os perigos do mar e dava conselhos. Sim, o mar devia ser uma coisa ótima.
E o pai avisou, bicando a xícara quente de café: partida dali a três dias, todo mundo que se preparasse.
Não me preparei, mas me acordaram no dia marcado, às cinco da madrugada, com tudo preparado para mim. Nem tive tempo de perguntar por que levantar tão cedo se íamos passear; a mãe e o pai distribuíam ordens. Eu devia levantar logo e me lavar, escovar os dentes e trazer a escova. Devia comer pão com manteiga, café com leite, um ovo cozido e uma banana, mesmo que não tivesse fome. Ninguém ia ficar parando na estrada pra eu comer. E ninguém ia ficar parando antes de Ibiporã pra eu urinar, então fui urinar e quase durmo de novo na privada. Mas ninguém ia ficar esperando a vida inteira, bateram na porta, batiam portas de armários, fechavam malas, enchiam sacolas. Coma logo isso que seu pai já levou as malas. Cadê a bolsa, alguém viu a bolsa? Você tem certeza de que esse carro aguenta? Desliga esse rádio, moleque, rádio de carro só com o motor funcionando. Enfia esta blusa que ainda é madrugada; não quero saber, enfia logo. Não vamos esquecer de desligar a luz. Não seria melhor fechar também o registro da água? Vai pro teu lugar, moleque, lá atrás, sim senhor. Tira o pé do banco, não abre o vidro que dá dor de ouvido.
E assim partimos para o mar.
Domingos Pellegrini Jr. (Londrina, Pr., 1949.)
De acordo com o texto o eu lírico é:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
A presidenta Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira (11), ao sancionar o Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação, que a nova legislação tornará mais ágeis, flexíveis e menos burocráticas as ações entre os setores público e privado que formam o sistema de CT&I.
(...)
Já o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou a "colaboração" entre governo e Congresso Nacional na busca de soluções para os desafios do País. "Estamos certos de que o apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico que ocorre em nossas universidades e institutos de pesquisa, a inovação que ocorre em institutos tecnológicos e empresas de base tecnológica é fundamental para sustentar o novo sopro de crescimento do setor produtivo e do desenvolvimento social", disse o ministro.
http://www.mcti.gov.br/pagina noticia
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tem, atualmente, como Ministro
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