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Segundo o Art. 30 do Decreto nº 7.508 de 2011, as
Comissões Intergestores pactuarão a organização e o
funcionamento das ações e serviços de saúde integrados
em redes de atenção à saúde, sendo:
I. a CIB, no âmbito da União, vinculada ao Ministério da Saúde para efeitos administrativos e operacionais.
II. a CIT, no âmbito do Estado, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais.
III. a Comissão Intergestores Regional - CIR, no âmbito regional, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais, devendo observar as diretrizes da CIB.
Estão corretas as afirmativas:
I. a CIB, no âmbito da União, vinculada ao Ministério da Saúde para efeitos administrativos e operacionais.
II. a CIT, no âmbito do Estado, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais.
III. a Comissão Intergestores Regional - CIR, no âmbito regional, vinculada à Secretaria Estadual de Saúde para efeitos administrativos e operacionais, devendo observar as diretrizes da CIB.
Estão corretas as afirmativas:
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Com base no Decreto nº 7.508 de 2011, relacione os
termos numerados de 1 a 4 com suas definições.
(1) Comissões Intergestoras (2) Portas de Entrada (3) Serviços Especiais de Acesso Aberto (4) Rede de Atenção à Saúde
( ) Conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde.
( ) Serviços de saúde específicos para o atendimento da pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial.
( ) Instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS.
( ) Serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
(1) Comissões Intergestoras (2) Portas de Entrada (3) Serviços Especiais de Acesso Aberto (4) Rede de Atenção à Saúde
( ) Conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde.
( ) Serviços de saúde específicos para o atendimento da pessoa que, em razão de agravo ou de situação laboral, necessita de atendimento especial.
( ) Instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS.
( ) Serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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É correto afirmar que o atalho Ctrl + J, quando utilizado no
MS-Word 2010, desempenha a função de:
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Qual será o volume de um cubo cuja a soma das arestas é
65−12(3 − 4)− 4 +23 centímetros?
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Quanto será o valor de y, considerando que a metade de y
equivale a quinta parte de 70% do número 3.500?
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Pedro emprestou R$ 500,00 a seu amigo João a uma taxa
de juros simples de 2% ao mês. Se João pagar Pedro em 1/2
anos, terá pago de juros:
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Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência
Alessandra Aragão | 11/04/2024
Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador.
Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.
É importante reconhecer que o silêncio nem sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e angústias podem ecoar em nossa mente quando nos encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar distrações para evitar enfrentar nossos próprios pensamentos e sentimentos.
Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV, mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho com seus pensamentos?
Essas são estratégias comuns para evitar o silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar quem realmente somos, que emoções estamos sentindo, de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal que pode surgir desse processo.
Convido você [a] abraçar o silêncio como uma ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas possibilidades que ele oferece:
• Conscientize-se do seu relacionamento com o silêncio: Reserve um momento para refletir sobre como você se sente em relação ao silêncio. Você o evita ou o busca? O que isso revela sobre suas necessidades emocionais e mentais?
• Pratique a observação sem julgamento: quando se encontrar no silêncio, permita-se simplesmente observar seus pensamentos e emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los. Apenas observe e esteja presente com o que surgir.
• Crie momentos de silêncio intencional: reserve tempo em sua rotina diária para estar em silêncio, seja através da meditação, caminhadas na natureza ou simplesmente sentando-se em quietude. Permita-se ficar confortável com o silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.
• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si mesmo: o que os pensamentos e emoções que surgem no silêncio estão tentando me dizer? Existe algum padrão ou tema recorrente que merece minha atenção?
• Pratique a autocompaixão: se o silêncio desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do processo de crescimento pessoal.
Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que ele pode conter, você pode descobrir uma fonte inestimável de clareza e de autoconhecimento.
Lembre-se de que a transformação pessoal muitas vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir como pessoa.
Então o que está esperando? Silencie-se hoje mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer.
ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.
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Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência
Alessandra Aragão | 11/04/2024
Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador.
Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.
É importante reconhecer que o silêncio nem sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e angústias podem ecoar em nossa mente quando nos encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar distrações para evitar enfrentar nossos próprios pensamentos e sentimentos.
Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV, mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho com seus pensamentos?
Essas são estratégias comuns para evitar o silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar quem realmente somos, que emoções estamos sentindo, de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal que pode surgir desse processo.
Convido você [a] abraçar o silêncio como uma ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas possibilidades que ele oferece:
• Conscientize-se do seu relacionamento com o silêncio: Reserve um momento para refletir sobre como você se sente em relação ao silêncio. Você o evita ou o busca? O que isso revela sobre suas necessidades emocionais e mentais?
• Pratique a observação sem julgamento: quando se encontrar no silêncio, permita-se simplesmente observar seus pensamentos e emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los. Apenas observe e esteja presente com o que surgir.
• Crie momentos de silêncio intencional: reserve tempo em sua rotina diária para estar em silêncio, seja através da meditação, caminhadas na natureza ou simplesmente sentando-se em quietude. Permita-se ficar confortável com o silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.
• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si mesmo: o que os pensamentos e emoções que surgem no silêncio estão tentando me dizer? Existe algum padrão ou tema recorrente que merece minha atenção?
• Pratique a autocompaixão: se o silêncio desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do processo de crescimento pessoal.
Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que ele pode conter, você pode descobrir uma fonte inestimável de clareza e de autoconhecimento.
Lembre-se de que a transformação pessoal muitas vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir como pessoa.
Então o que está esperando? Silencie-se hoje mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer.
ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.
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Silêncio interior: a arte de escutar a própria essência
Alessandra Aragão | 11/04/2024
Em um mundo saturado de barulhos, o silêncio se torna um refúgio cada vez mais raro e precioso. No entanto, para muitos, ele também pode ser um terreno árido, desconfortável e até mesmo assustador.
Por que nos sentimos tão desconfortáveis com o silêncio? Uma das razões pode ser o medo do que ele pode revelar. O silêncio nos confronta com nossa própria solidão, com nossas inseguranças e com nossas emoções mais profundas. É no silêncio que nos deparamos com quem realmente somos, sem máscaras ou disfarces.
É importante reconhecer que o silêncio nem sempre é um espaço vazio ou pacífico. Embora pareça contraditório, o silêncio pode ser recheado de barulhos internos. Pensamentos intrusivos, medos, dúvidas e angústias podem ecoar em nossa mente quando nos encontramos em quietude. Esse "barulho do silêncio" pode ser intimidante e até assustador, levando-nos [a] buscar distrações para evitar enfrentar nossos próprios pensamentos e sentimentos.
Quantas vezes você se viu recorrendo [a] TV, mesmo sem assistir, apenas para preencher o vazio do silêncio? Ou pegando seu telefone e mergulhando nas redes sociais para escapar do desconforto de estar sozinho com seus pensamentos?
Essas são estratégias comuns para evitar o silêncio, mas elas nos privam da oportunidade de explorar quem realmente somos, que emoções estamos sentindo, de encontrar nossas respostas e do crescimento pessoal que pode surgir desse processo.
Convido você [a] abraçar o silêncio como uma ferramenta para a sua transformação pessoal. Permita-se mergulhar nesse espaço e descobrir [a]s infinitas possibilidades que ele oferece:
• Conscientize-se do seu relacionamento com o silêncio: Reserve um momento para refletir sobre como você se sente em relação ao silêncio. Você o evita ou o busca? O que isso revela sobre suas necessidades emocionais e mentais?
• Pratique a observação sem julgamento: quando se encontrar no silêncio, permita-se simplesmente observar seus pensamentos e emoções sem tentar controlá-los ou julgá-los. Apenas observe e esteja presente com o que surgir.
• Crie momentos de silêncio intencional: reserve tempo em sua rotina diária para estar em silêncio, seja através da meditação, caminhadas na natureza ou simplesmente sentando-se em quietude. Permita-se ficar confortável com o silêncio e descubra o que ele tem a lhe oferecer.
• Explore o que o silêncio revela: pergunte a si mesmo: o que os pensamentos e emoções que surgem no silêncio estão tentando me dizer? Existe algum padrão ou tema recorrente que merece minha atenção?
• Pratique a autocompaixão: se o silêncio desencadear emoções desconfortáveis, seja gentil consigo mesmo. Reconheça que é natural sentir-se desconfortável às vezes e que isso faz parte do processo de crescimento pessoal.
Ao abraçar o silêncio e enfrentar o "barulho" que ele pode conter, você pode descobrir uma fonte inestimável de clareza e de autoconhecimento.
Lembre-se de que a transformação pessoal muitas vezes começa no silêncio, ________ podemos encontrar a coragem e a sabedoria necessárias para crescer e evoluir como pessoa.
Então o que está esperando? Silencie-se hoje mesmo e escute o que o seu silêncio quer lhe dizer.
ARAGÃO, Alessandra. Silêncio interior: a arte de escutar a própria
essência. Estado de Minas, 11 de abril de 2024. Disponível em:
https://www.em.com.br/colunistas/alessandraaragao/2024/04/6835972-silencio-interior-a-arte-de-escutar-a-propriaessencia.html. Acesso em: 11 abr. 2024. Adaptado.
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Tendo em vista o mecanismo de ação e as vias de
administração de medicamentos, assinale a alternativa
correta.
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