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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto, inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo(a) para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece(b) em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar –(c) o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes.(d) Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
Sobre os elementos linguísticos usados no texto, é CORRETO afirmar:
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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto, inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
Segundo o texto,
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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto, inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem. Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro, ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico. Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade, tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência. Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
2016/05/31/a-crise-de-identidade-do-brasil-nos-reinventara/
Sobre o texto, é CORRETO afirmar:
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1816739
Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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- Direitos e Garantias FundamentaisDireitos PolíticosDireitos Políticos NegativosPerda e Suspensão dos Direitos Políticos
De acordo com a Constituição Federal de 1988, é vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de, EXCETO:
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1748693
Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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O conjunto de órgãos e agentes estatais no exercício da função administrativa, traduz o conceito de:
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1744756
Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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Qual é o local que, no Windows, exibe ícones representando os aplicativos que estão abertos em seu computador?
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Os últimos acontecimentos no Brasil, que nos causam um crescente desconforto,(a) inconformismo, descrença e vontade de escapar de tanta escuridão, precisam ser revistos com olhar afinado para que possamos procurar padrões, respostas, caminhos. A crise de identidade nos puxa para dentro de nós mesmos e desconstrói a autoimagem de cordialidade e hospitalidade que tem sido a base de nossa identidade nacional, ao lado da miscigenação e do sincretismo antropofágico que elegem valores como o jeito moleque, o drible, a ginga e a malemolência, como prerrogativas para a felicidade.
Áudios vazados descortinam a conspiração de importantes figuras públicas apenas interessadas em manter o status quo para salvaguardar suas vantagens corporativas e assegurar impunidades constitucionais – a repetição da história de pouco mais de 500 anos do nosso país. (b) As estruturas do poder refletem nossa colonização, nossas elites conservadoras, nossa mentalidade autoritária, repressora, violenta. A democracia, ainda jovem no Brasil, enfrenta a resistência de uma cultura forjada no sangue e na subjugação do outro. Nada muito diferente do que acontece em outras democracias pelo mundo, já que a história das nações é repleta de disputas fratricidas pelo poder. A novidade é que hoje uma parte considerável das pessoas tem acesso aos acontecimentos em tempo real e canais onde podem expressar sua voz. Esse contexto é propício para avançarmos para um novo patamar da democracia, mas o novo se confronta com o velho e as resistências de todo tipo afloram, raivosas.(c)
A desigualdade/violência contra as mulheres também é um tema em alta em vários lugares do mundo.
A luta pela igualdade entre os gêneros (incluindo aqui LGBTTs) em suas várias frentes, mobiliza, engaja e empodera mulheres e minorias, aumentando a consciência de todos nós. Esse movimento mais uma vez toca em algo ancestral, talvez o aspecto cultural mais arraigado que se possa encontrar – o papel do homem.(c) Na coletiva de imprensa dos delegados/secretário de segurança/Ministro da Justiça, que investigam um caso escandaloso de estupro,(a) ninguém consegue explicar por que suspeitos identificados não estão presos. A gravação e divulgação do vídeo, a presença deles no momento em que estava sendo exposta a intimidade de uma adolescente de 16 anos, nada disso leva à detenção, nem mesmo preventiva. Não existem elementos jurídicos suficientes, eles dizem. A cristalização do papel do homem está na legislação, está nos estatutos das instituições, na formação dos profissionais, no senso comum que baliza nossas relações cotidianas. Mesmo as estruturas econômicas de competição e disputa de poder são heranças da mentalidade guerreira, masculina em essência.
É possível argumentar que tudo o que construímos até aqui, como humanidade, é resultado dessa visão de mundo e que não teríamos conseguido de outra forma. Mas mesmo esse argumento está estruturado na cultura hegemônica. Não se trata de uma competição para definir qual o melhor modelo, ou de um julgamento do que é do bem e o que é do mal. A mentalidade da guerra não pode servir como parâmetro para o novo que se anuncia.
O mergulho é profundo, catártico.(c) Ao mesmo tempo que, como brasileiros, somos compelidos a repensar os parâmetros históricos que construímos para nossa convivência social, temos que rever nossos impulsos atávicos que afloram estimulados pela reação defensiva que nos quer seguros em nossa zona de conforto, por mais nefasta que ela seja. Uma dissonância cognitiva que nos obriga a agir, seja para conservar, seja para mudar. Por isso tantas manifestações emocionais, rompimentos, agressões e ranger de dentes. Dói e a dor é um motor potente.
Mais do que qualquer outro país, nossa miscigenação e nosso sincretismo antropofágico podem nos ajudar a caminhar para esse futuro mais democrático e mais feminino. A ginga, a malemolência, a capacidade de se adaptar e construir relações cordiais e hospitaleiras, sonho identitário que baliza nossa busca pela felicidade,(d) tem uma relação muito forte com o feminino. Nossa pátria mãe gentil, nós os filhos da floresta, devotos de Iemanjá e de Nossa Senhora Aparecida, abraçaremos por fim os valores que nos são tão caros – a amizade, o cuidado, o brincadeira, a transcendência.(d) Desta vez, temos que fazer uma escolha consciente pela ternura, mas ela prevalecerá porque já existe dentro de nós.
MAURICIO ZANOLINI – FONTE: https://bloguniversidadelivrepampedia.com/
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Foram usados por diferentes razões os sinais de pontuação indicados em:
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1738249
Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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Qual o princípio constitucional da administração pública segundo o qual ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei?
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1724859
Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Informática
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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Sobre conceitos de Internet, tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet/Intranet e ferramentas e aplicativos comerciais de navegação, de correio eletrônico, julgue as afirmativas abaixo:
I. No Google Chrome, a combinação de teclas CTRL + H é utilizada para acessar o Histórico do seu navegador.
II. Os cookies são vírus, cujo objetivo é capturar dados e senhas para uso em fraudes eletrônicas.
III. O protocolo SNMP é usado nos programas clientes de e-mail para o envio de mensagens.
Está CORRETO o que se afirma em:
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1722787
Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Crescer
Orgão: Pref. Jijoca Jericoacoara-CE
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No que se refere aos servidores públicos, conforme insculpido na Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta:
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