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Foram encontradas 40 questões.

1824332 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Sobre a torção ovariana, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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1824331 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
A respeito da regência verbal, assinalar a alternativa INCORRETA:
 

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1824298 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Teoria científica explica por que o tempo “voa” quando envelhecemos
O tempo voa quando ficamos mais velhos. Provavelmente você já ouviu essa frase de algum familiar ou até você mesmo tenha sentido isso. Um pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, uma nova teoria sobre o assunto, que foi publicada no periódico científico European Review, em 18 de março. Adrian Bejan, professor de engenharia mecânica na universidade, atribui a sensação de que o ritmo da vida acelera à capacidade de captação e processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com o envelhecimento.
Com a idade, segundo Bejan – que é Ph.D. no MIT e pesquisa sobre temas como termodinâmica, física aplicada e vida e evolução –, o ser humano experimenta cada vez mais a sensação de ter menos poder de processamento cerebral, o que causa a sensação de que tudo ficou mais rápido, como em um vídeo gravado com a técnica chamada time-lapse, que comprime horas inteiras em poucos minutos. Para ele, a mente humana sente essa discrepância temporal ao perceber menos imagens, ou seja, “o presente é diferente do passado porque a visualização mental mudou”.
Isso seria ocasionado por mudanças no corpo, especialmente em redes nervosas e neurais, que crescem e se tornam mais complexas, tornando mais longo o caminho para os sinais externos recebidos, fora a degradação de tais percursos que acontece com a idade. O pesquisador diz que seria esse o motivo de os olhos das crianças se movimentarem mais rapidamente do que os dos adultos. Como as pessoas mais velhas menos imagens, a percepção de passagem de tempo é alterada.
“As pessoas frequentemente se mostram admiradas com o quanto conseguem se lembrar de dias que parecem ter durado para sempre quando eram jovens”, disse Bejan, em comunicado. “Não é que essas experiências eram muito mais profundas ou significativas, é apenas porque elas estavam processando tudo em alta velocidade”.
A teoria de Bejan não é uma resposta definitiva sobre o assunto para a comunidade científica, é claro. No entanto, ela está em linha com uma pesquisa divulgada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 1993. Ele analisa a capacidade de observação de imagens do mundo. Os olhos de um adulto médio fazem de três a cinco observações por segundo, com fixações de 200 milissegundos a 300 milissegundos, enquanto as crianças observam mais com menor tempo de fixação.
https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
Considerando-se a concordância, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
 

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1816695 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Teoria científica explica por que o tempo “voa” quando envelhecemos
O tempo voa quando ficamos mais velhos. Provavelmente você já ouviu essa frase de algum familiar ou até você mesmo tenha sentido isso. Um pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, tem uma nova teoria sobre o assunto, que foi publicada no periódico científico European Review, em 18 de março. Adrian Bejan, professor de engenharia mecânica na universidade, atribui a sensação de que o ritmo da vida acelera à capacidade de captação e processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com o envelhecimento.
Com a idade, segundo Bejan – que é Ph.D. no MIT e pesquisa sobre temas como termodinâmica, física aplicada e vida e evolução –, o ser humano experimenta cada vez mais a sensação de ter menos poder de processamento cerebral, o que causa a sensação de que tudo ficou mais rápido, como em um vídeo gravado com a técnica chamada time-lapse, que comprime horas inteiras em poucos minutos. Para ele, a mente humana sente essa discrepância temporal ao perceber menos imagens, ou seja, “o presente é diferente do passado porque a visualização mental mudou”.
Isso seria ocasionado por mudanças no corpo, especialmente em redes nervosas e neurais, que crescem e se tornam mais complexas, tornando mais longo o caminho para os sinais externos recebidos, fora a degradação de tais percursos que acontece com a idade. O pesquisador diz que seria esse o motivo de os olhos das crianças se movimentarem mais rapidamente do que os dos adultos. Como as pessoas mais velhas veem menos imagens, a percepção de passagem de tempo é alterada.
“As pessoas frequentemente se mostram admiradas com o quanto conseguem se lembrar de dias que parecem ter durado para sempre quando eram jovens”, disse Bejan, em comunicado. “Não é que essas experiências eram muito mais profundas ou significativas, é apenas porque elas estavam processando tudo em alta velocidade”.
A teoria de Bejan não é uma resposta definitiva sobre o assunto para a comunidade científica, é claro. No entanto, ela está em linha com uma pesquisa divulgada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 1993. Ele analisa a capacidade de observação de imagens do mundo. Os olhos de um adulto médio fazem de três a cinco observações por segundo, com fixações de 200 milissegundos a 300 milissegundos, enquanto as crianças observam mais com menor tempo de fixação.
https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
No trecho “Caso ela venha, não irei viajar.”, a palavra sublinhada introduz circunstância de:
 

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1739062 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
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Sobre a biologia celular vascular, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
O regula dinamicamente a trombose e a hemostasia. O , além de suas propriedades vasodilatadoras, é capaz de restringir a agregação e ativação plaquetárias. Assim como esse, em condições normais, a , produzida pelas células endotelias, não apenas estimula a vasodilatação, mas também a ação e agregação plaquetárias.
 

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1707980 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Teoria científica explica por que o tempo “voa” quando envelhecemos
O tempo voa quando ficamos mais velhos. Provavelmente você já ouviu essa frase de algum familiar ou até você mesmo tenha sentido isso. Um pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, tem uma nova teoria sobre o assunto, que foi publicada no periódico científico European Review, em 18 de março. Adrian Bejan, professor de engenharia mecânica na universidade, atribui a sensação de que o ritmo da vida acelera à capacidade de captação e processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com o envelhecimento.
Com a idade, segundo Bejan – que é Ph.D. no MIT e pesquisa sobre temas como termodinâmica, física aplicada e vida e evolução –, o ser humano experimenta cada vez mais a sensação de ter menos poder de processamento cerebral, o que causa a sensação de que tudo ficou mais rápido, como em um vídeo gravado com a técnica chamada time-lapse, que comprime horas inteiras em poucos minutos. Para ele, a mente humana sente essa discrepância temporal ao perceber menos imagens, ou seja, “o presente é diferente do passado porque a visualização mental mudou”.
Isso seria ocasionado por mudanças no corpo, especialmente em redes nervosas e neurais, que crescem e se tornam mais complexas, tornando mais longo o caminho para os sinais externos recebidos, fora a degradação de tais percursos que acontece com a idade. O pesquisador diz que seria esse o motivo de os olhos das crianças se movimentarem mais rapidamente do que os dos adultos. Como as pessoas mais velhas veem menos imagens, a percepção de passagem de tempo é alterada.
“As pessoas frequentemente se mostram admiradas com o quanto conseguem se lembrar de dias que parecem ter durado para sempre quando eram jovens”, disse Bejan, em comunicado. “Não é que essas experiências eram muito mais profundas ou significativas, é apenas porque elas estavam processando tudo em alta velocidade”.
A teoria de Bejan não é uma resposta definitiva sobre o assunto para a comunidade científica, é claro. No entanto, ela está em linha com uma pesquisa divulgada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 1993. Ele analisa a capacidade de observação de imagens do mundo. Os olhos de um adulto médio fazem de três a cinco observações por segundo, com fixações de 200 milissegundos a 300 milissegundos, enquanto as crianças observam mais com menor tempo de fixação.
https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. As pessoas têm a sensação de que o tempo passa mais rápido quanto mais velhas elas ficam, pois, segundo Adrian Bejan, a capacidade de processamento cerebral de imagens diminui com o tempo.
II. As pessoas conseguem se lembrar de dias que parecem ter durado para sempre quando eram jovens, porque essas experiências eram muito mais profundas e significativas.
 

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1670598 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Em relação ao câncer de pulmão, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Na radiografia de tórax, as lesões periféricas são mais típicas de adenocarcinoma.
( ) Hipocratismo digital é observado em até 20% das pessoas com câncer de pulmão.
( ) Na grande maioria dos casos, ocorrem síndromes paraneoplásicas.
 

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1665420 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
Teoria científica explica por que o tempo “voa” quando envelhecemos
O tempo voa quando ficamos mais velhos. Provavelmente você já ouviu essa frase de algum familiar ou até você mesmo tenha sentido isso. Um pesquisador da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, tem uma nova teoria sobre o assunto, que foi publicada no periódico científico European Review, em 18 de março. Adrian Bejan, professor de engenharia mecânica na universidade, atribui a sensação de que o ritmo da vida acelera à capacidade de captação e processamento de imagens pelo cérebro, que diminui com o envelhecimento.
Com a idade, segundo Bejan – que é Ph.D. no MIT e pesquisa sobre temas como termodinâmica, física aplicada e vida e evolução –, o ser humano experimenta cada vez mais a sensação de ter menos poder de processamento cerebral, o que causa a sensação de que tudo ficou mais rápido, como em um vídeo gravado com a técnica chamada time-lapse, que comprime horas inteiras em poucos minutos. Para ele, a mente humana sente essa discrepância temporal ao perceber menos imagens, ou seja, “o presente é diferente do passado porque a visualização mental mudou”.
Isso seria ocasionado por mudanças no corpo, especialmente em redes nervosas e neurais, que crescem e se tornam mais complexas, tornando mais longo o caminho para os sinais externos recebidos, fora a degradação de tais percursos que acontece com a idade. O pesquisador diz que seria esse o motivo de os olhos das crianças se movimentarem mais rapidamente do que os dos adultos. Como as pessoas mais velhas veem menos imagens, a percepção de passagem de tempo é alterada.
“As pessoas frequentemente se mostram admiradas com o quanto conseguem se lembrar de dias que parecem ter durado para sempre quando eram jovens”, disse Bejan, em comunicado. “Não é que essas experiências eram muito mais profundas ou significativas, é apenas porque elas estavam processando tudo em alta velocidade”.
A teoria de Bejan não é uma resposta definitiva sobre o assunto para a comunidade científica, é claro. No entanto, ela está em linha com uma pesquisa divulgada pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, em 1993. Ele analisa a capacidade de observação de imagens do mundo. Os olhos de um adulto médio fazem de três a cinco observações por segundo, com fixações de 200 milissegundos a 300 milissegundos, enquanto as crianças observam mais com menor tempo de fixação.
https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado.
Quanto ao uso da crase, assinalar a alternativa CORRETA:
 

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A prevenção e a manutenção da saúde do idoso serão efetivadas, além de outros, por meio de:
I. Unidades geriátricas de referência, com pessoal especializado nas áreas de geriatria e gerontologia social.
II. Reabilitação orientada pela geriatria e gerontologia, para redução das sequelas decorrentes do agravo da saúde.
III. Atendimento geriátrico e gerontológico em ambulatórios.
Estão CORRETOS:
 

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1636509 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Jaú-SP
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Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
As principais manifestações clínicas da Síndrome de são: o occipício proeminente, dolicocefalia, hipertonia, retrognatia, orelhas pregueadas e de baixa implantação, boca pequena, microftalmia, alterações da córnea, esterno curto, mãos com segundo e quinto dedos sobrepostos nos terceiro e quarto dedos, calcâneo proeminente, unhas hipoplásicas, hipotonia neonatal seguida de hipertonia, choro fraco, holoprosencefalia, agenesia de corpo caloso, convulsões, artrogripose, malformações cardíacas em 85% dos casos, anomalias urogenitais, fístula traqueoesofágica, divertículo de Meckel, cisto tireoglosso, pâncreas ectópico e anomalias esqueléticas.
 

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