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Foram encontradas 1.504 questões.

4272304 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Artur, Paulo e Roberto saíram do mesmo ponto, cada um em seu veículo, a caminho de uma festa. Artur demorou 20 minutos a mais que Paulo, e Paulo demorou 30 minutos a mais que Roberto, para chegarem ao local da festa.
Sabendo-se que Roberto chegou às 12 horas e 50 minutos, é correto afirmar que Artur chegou às 13 horas e
 

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4272303 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Foram plantadas 80 mudas de pés de café num lote retangular de 20 metros de largura por 30 metros de comprimento. Mantendo o mesmo espaçamento entre as mudas, quantas mudas de pés de café seriam plantadas em um lote de 40 metros de largura por 60 metros de comprimento?
 

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4272302 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Alguns campos de futebol medem 70 metros de largura por 110 metros de comprimento. Um clube construiu seu campo de futebol com 15% a mais na largura e com 12% a mais no comprimento. As medidas de largura e comprimento do campo de futebol desse clube são, nesta ordem:
 

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4272301 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Um fabricante de pamonhas paga R$ 1,50 em cada espiga de milho e vende cada pamonha por R$ 15,00. São necessárias sete espigas de milho para fazer duas pamonhas.
Qual é a diferença entre o valor de venda de cada pamonha e o valor gasto com espigas para produzir uma pamonha?
 

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4272300 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:

A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.


– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.


O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta…

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.


O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

– Filho, olha.


O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
 

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4272299 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:

A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.


– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.


O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta…

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.


O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

– Filho, olha.


O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Na passagem “O garoto agradeceu, disse ‘Legal’ de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame.” (17° parágrafo), o pronome “o” (em destaque) está substituindo o termo:
 

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4272298 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:

A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.


– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.


O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta…

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.


O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

– Filho, olha.


O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase construída a partir do texto obedece à norma-padrão de regência nominal.
 

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4272297 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:

A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.


– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.


O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta…

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.


O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

– Filho, olha.


O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase construída a partir do texto obedece à norma-padrão de concordância verbal.
 

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Questão presente nas seguintes provas
4272296 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:

A Bola


O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar a sua primeira bola do pai. Uma número 5 sem tento oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola.


O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse “Legal!”. Ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.


– Como é que liga? – perguntou.

– Como, como é que liga? Não se liga.


O garoto procurou dentro do papel de embrulho. – Não tem manual de instrução?


O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros.

– Não precisa manual de instrução.

– O que é que ela faz?

– Ela não faz nada. Você é que faz coisas com ela.

– O quê?

– Controla, chuta…

– Ah, então é uma bola.

– Claro que é uma bola.

– Uma bola, bola. Uma bola mesmo.

– Você pensou que fosse o quê?

– Nada, não.


O garoto agradeceu, disse “Legal” de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da tevê, com a bola nova do lado, manejando os controles de um videogame. Algo chamado Monster Baú, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente.


O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio rápido. Estava ganhando da máquina.


O pai pegou a bola nova e ensaiou algumas embaixadas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto.

– Filho, olha.


O garoto disse “Legal” mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro de couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês, para a garotada se interessar.


(Luis Fernando Veríssimo. “A bola”. Comédias para se ler na escola, 2001. Adaptado)

Considerando o que se menciona no 6º parágrafo: “O pai começou a desanimar e a pensar que os tempos são outros. Que os tempos são decididamente outros”, assinale a alternativa que melhor explica o porquê de o narrador fazer essa afirmação.
 

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4272295 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Mudanças climáticas já afetam 85% dos brasileiros, diz pesquisa

        Oito em cada dez pessoas (85%) já notam interferências das mudanças climáticas em seu cotidiano, sendo que quase metade (46%) julga esse impacto intenso. O dado foi obtido por equipes do Aurora Lab e da More in Common, em pesquisa sobre a transição de energias sujas para limpas, obtida com exclusividade pela Agência Brasil e que será lançada na próxima quarta-feira (27), em São Paulo.

        Como resultado das mudanças climáticas, as principais reclamações dos 2.630 participantes ouvidos foram:

•   ter que arcar com um custo maior de vida – 53%;
• problemas de saúde física – 45%;
• obstáculos ao acesso a seu local de trabalho – 40%;
• adoecimento mental – 32%;
• perda de renda – 17%;
• perda de emprego – 10%.

        A proporção de brasileiros que confia que o governo deve ser a principal figura a garantir a proteção de trabalhadoras e trabalhadores nesse contexto é de sete a cada dez (67%). Outros indicados a essa função são empregadores (7%) e grupos auto-organizados, como os de direitos socioambientais (menos de 6%).
        
        O levantamento ainda demonstra elevada consciência (93%) de que os modelos de produção e consumo da sociedade precisam ser transformados para se enfrentar a crise climática. No total, 74% concordam totalmente com tal afirmação.

        Uma parcela de 67% acredita que essas mudanças trarão bons frutos para a classe trabalhadora, em termos de abertura de vagas. Somente 10% discordam disso e pensam que terão o efeito contrário, de redução dos postos de trabalho.

        De acordo com a pesquisa, mesmo em uma era de disseminação de fake news, os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz. Universidades e cientistas são a fonte com mais credibilidade para 69% dos entrevistados, enquanto as redes sociais são o principal meio de informação de 65% deles, quando o assunto é clima.

(Letycia Treitero Kawada. Agência Brasil, 24.05.2026. Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/mudancasclimaticas-ja-afetam-85-dos-brasileiros-diz-pesquisa. Adaptada)
No trecho “os brasileiros ainda confiam no que a ciência diz.” (6° parágrafo), a palavra em destaque expressa a ideia de
 

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