Foram encontradas 50 questões.
Dois relógios de quartzo A e B possuem mecanismos
diferentes em termos de complexidade e funcionalidades, e, por isso, seus gastos diários de energia (bateria)
são diferentes. Tomando como referência uma bateria
padrão completamente carregada, o relógio A gasta 1/480
da carga por dia de funcionamento; e o relógio B, se funcionasse pelo mesmo número de dias que levaria o relógio A a esgotar sua bateria, ainda teria bateria para mais
30 dias de funcionamento.
A fração que representa a carga restante na bateria do relógio B, em relação a uma bateria completamente carregada, depois de esse relógio ter funcionado por 60 dias, é:
A fração que representa a carga restante na bateria do relógio B, em relação a uma bateria completamente carregada, depois de esse relógio ter funcionado por 60 dias, é:
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Camila tem 2 gatos, cujas massas corporais são 4 kg
e 5,2 kg. A cada refeição deles, Camila pega 115 g de
ração no pote e divide essa quantidade em duas porções,
uma para cada gato, de modo que as quantidades em
cada porção sejam diretamente proporcionais às massas
corporais dos gatos.
Quantos gramas de ração tem a porção que o gato com a menor massa corporal irá receber?
Quantos gramas de ração tem a porção que o gato com a menor massa corporal irá receber?
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O diretor de uma escola estará reestruturando as turmas de 5º ano do Ensino Fundamental de sua escola, dos
períodos matutino e vespertino. Atualmente, as turmas
de 5º
ano dos períodos matutino e vespertino têm, respectivamente, 64 e 62 vagas, e de acordo com a nova
demanda, o número de vagas do período matutino deve
ser um número 25% maior do que o número de vagas do
período vespertino.
Para atendimento dessa demanda, quantas vagas devem ser transferidas do período vespertino para o período matutino?
Para atendimento dessa demanda, quantas vagas devem ser transferidas do período vespertino para o período matutino?
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Na casa de Caio, alguns eletrodomésticos fazem ruídos
em intervalos de tempo regulares e interrompem sua
concentração nas leituras que ele realiza, quais sejam:
a sua geladeira, que faz ruídos a cada 25 minutos; o seu
frigobar, que faz ruídos a cada 20 minutos; e o seu aparelho de ar condicionado, que faz ruídos a cada 45 minutos.
Às 12 h de ontem, os 3 eletrodomésticos citados fizeram
seus ruídos simultaneamente. Ruídos simultâneos configuram uma única interrupção à concentração de Caio, e,
assim, não devem ser contados em duplicidade.
A partir dessas informações, é correto afirmar que, no intervalo compreendido entre 12 h e 16 h de ontem (mas sem ser considerado o que possa ter ocorrido nos extremos, ou seja, às 12 h e às 16 h), o número de vezes em que Caio teve sua concentração interrompida pelos ruídos desses eletrodomésticos é igual a
A partir dessas informações, é correto afirmar que, no intervalo compreendido entre 12 h e 16 h de ontem (mas sem ser considerado o que possa ter ocorrido nos extremos, ou seja, às 12 h e às 16 h), o número de vezes em que Caio teve sua concentração interrompida pelos ruídos desses eletrodomésticos é igual a
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Uma escola recebeu uma verba de R$ 15.000,00 para
a compra de alguns itens, a saber: 6 lotes de apostilas,
cada um custando R$ 600,00; 18 carteiras escolares,
cada uma custando R$ 420,00; e 4 projetores, cada um
custando R$ 480,00.
Depois de feita a compra, verificou-se que sobrou certo valor da verba. Se esse valor remanescente for disponibilizado para a compra de impressoras de mesa, cada uma custando R$ 580,00, será possível comprar, no máximo,
Depois de feita a compra, verificou-se que sobrou certo valor da verba. Se esse valor remanescente for disponibilizado para a compra de impressoras de mesa, cada uma custando R$ 580,00, será possível comprar, no máximo,
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
• a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância. (1° parágrafo)
• Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. (2° parágrafo)
De acordo com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
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As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
• ... a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas... (1° parágrafo)
• ... o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. (3° parágrafo)
Os termos destacados são, correta e respectivamente, antônimos de:
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As crianças deixadas para trás
O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell,
Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de
Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador
que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos
de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5
anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem,
mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente
negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira
infância.
Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória
a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice
de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede,
94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o
que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater
a meta.
Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades
intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o
Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda
não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de
300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à
educação infantil.
O local de nascimento de uma criança pode definir quem
tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí
100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse
índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores
negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90%
das crianças na pré-escola.
A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é
muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas
aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as
desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade,
com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças
não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não
honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as,
assim, para trás.
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