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Foram encontradas 50 questões.

4272548 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Dois relógios de quartzo A e B possuem mecanismos diferentes em termos de complexidade e funcionalidades, e, por isso, seus gastos diários de energia (bateria) são diferentes. Tomando como referência uma bateria padrão completamente carregada, o relógio A gasta 1/480 da carga por dia de funcionamento; e o relógio B, se funcionasse pelo mesmo número de dias que levaria o relógio A a esgotar sua bateria, ainda teria bateria para mais 30 dias de funcionamento.

A fração que representa a carga restante na bateria do relógio B, em relação a uma bateria completamente carregada, depois de esse relógio ter funcionado por 60 dias, é:
 

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4272547 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Camila tem 2 gatos, cujas massas corporais são 4 kg e 5,2 kg. A cada refeição deles, Camila pega 115 g de ração no pote e divide essa quantidade em duas porções, uma para cada gato, de modo que as quantidades em cada porção sejam diretamente proporcionais às massas corporais dos gatos.

Quantos gramas de ração tem a porção que o gato com a menor massa corporal irá receber?
 

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4272546 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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O diretor de uma escola estará reestruturando as turmas de 5º ano do Ensino Fundamental de sua escola, dos períodos matutino e vespertino. Atualmente, as turmas de 5º ano dos períodos matutino e vespertino têm, respectivamente, 64 e 62 vagas, e de acordo com a nova demanda, o número de vagas do período matutino deve ser um número 25% maior do que o número de vagas do período vespertino.
Para atendimento dessa demanda, quantas vagas devem ser transferidas do período vespertino para o período matutino?
 

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4272545 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Na casa de Caio, alguns eletrodomésticos fazem ruídos em intervalos de tempo regulares e interrompem sua concentração nas leituras que ele realiza, quais sejam: a sua geladeira, que faz ruídos a cada 25 minutos; o seu frigobar, que faz ruídos a cada 20 minutos; e o seu aparelho de ar condicionado, que faz ruídos a cada 45 minutos. Às 12 h de ontem, os 3 eletrodomésticos citados fizeram seus ruídos simultaneamente. Ruídos simultâneos configuram uma única interrupção à concentração de Caio, e, assim, não devem ser contados em duplicidade.

A partir dessas informações, é correto afirmar que, no intervalo compreendido entre 12 h e 16 h de ontem (mas sem ser considerado o que possa ter ocorrido nos extremos, ou seja, às 12 h e às 16 h), o número de vezes em que Caio teve sua concentração interrompida pelos ruídos desses eletrodomésticos é igual a
 

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4272544 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Uma escola recebeu uma verba de R$ 15.000,00 para a compra de alguns itens, a saber: 6 lotes de apostilas, cada um custando R$ 600,00; 18 carteiras escolares, cada uma custando R$ 420,00; e 4 projetores, cada um custando R$ 480,00.

Depois de feita a compra, verificou-se que sobrou certo valor da verba. Se esse valor remanescente for disponibilizado para a compra de impressoras de mesa, cada uma custando R$ 580,00, será possível comprar, no máximo,
 

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4272543 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•     a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância. (1° parágrafo)
•     Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. (2° parágrafo)

De acordo com a norma-padrão, os trechos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
 

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4272542 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
 

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4272541 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Na passagem “Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando- -as, assim, para trás.” (5° parágrafo), os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
 

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4272540 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•     ... a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas... (1° parágrafo)
•     ... o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. (3° parágrafo)

Os termos destacados são, correta e respectivamente, antônimos de:
 

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4272539 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jardinopolis-SP
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Leia o texto para responder à questão:
As crianças deixadas para trás


    O instituto Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede), com o apoio das fundações Bracell, Itaú, VélezReyes+, Van Leer e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), lançou recentemente um indicador que mede a cobertura da educação infantil no Brasil. Vistos de cima, os dados sobre as matrículas das crianças de 0 a 5 anos de idade transmitem a sensação de que tudo vai bem, mas não vai: a análise dos dados revela uma persistente negligência das autoridades públicas no cuidado da primeira infância.

    Uma emenda à Constituição, de 2009, tornou obrigatória a matrícula das crianças de 4 e 5 anos na pré-escola. E o prazo para o País alcançar a universalização, que é um índice de matrícula acima de 95%, era até 2016. Segundo o Iede, 94,6% das crianças frequentavam a pré-escola em 2025, o que até permitiria inferir que falta pouco para o Brasil bater a meta.

    Mas, passados dez anos, o que se vê são desigualdades intoleráveis entre municípios, Estados e regiões. Segundo o Iede, 876 municípios brasileiros – ou 16% do total – ainda não alcançaram nem a marca de 90% das crianças matriculadas na pré-escola. Não é exagero afirmar que mais de 300 mil crianças vivem à margem do direito constitucional à educação infantil.

    O local de nascimento de uma criança pode definir quem tem ou não o direito universal à educação. Enquanto no Piauí 100% das crianças frequentam a pré-escola, no Amapá esse índice não chega a 70%. Aliás, o Norte lidera os indicadores negativos: 29% dos municípios da região têm menos de 90% das crianças na pré-escola.
     A atual realidade não autoriza otimismo. Tudo isso é muito triste, porque a Constituição fez muitas promessas aos cidadãos: uma delas é a de que o Brasil combateria as desigualdades regionais e outra é a de que as crianças deveriam ser tratadas, pelo Estado, pela família e pela sociedade, com “absoluta prioridade”. Mas, decerto porque as crianças não votam, as autoridades públicas brasileiras decidiram não honrar o compromisso firmado com todas elas, deixando-as, assim, para trás.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 03.05.2026. Adaptado)
A conclusão do editorial marca-se
 

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