Magna Concursos

Foram encontradas 160 questões.

3557391 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Um pipoqueiro começa seu dia de trabalho com algum dinheiro em caixa para ter troco para os clientes. Após a venda de 7 sacos de pipocas e pagar R$ 14,00 em troco, o caixa ficou com R$ 97,00. Até o final do dia, ele vendeu mais 12 sacos de pipoca, pagou R$ 8,00 em troco, o seu caixa ficou com R$ 245,00. A quantia que havia no caixa do pipoqueiro no início do dia era, em R$,
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557390 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Na cantina de um colégio, o preço de um sanduiche e um copo de suco é R$ 12,00, o preço de um sanduiche e dois chocolates é R$ 18,00 e o preço de dois copos de suco e um sanduiche é R$ 16,00. O preço de um chocolate, em reais, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557389 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Em uma joalheria hã anéis de ouro amarelo e ouro branco. Ao todo há 350 anéis, sendo que há 48 anéis de ouro amarelo a mais do que de ouro branco. À quantidade de anéis de ouro amarelo é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557388 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE

Efetuando as contas da expressão numérica:

Enunciado 4121344-1

O valor encontrado é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557387 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Em 1980 a diretoria de uma fábrica de transistores decidiu que em 20 anos deveria aumentar a sua produção anual em 60%. A produção anual da fábrica após 20 anos foi de 4000 transistores, exatamente 60% maior do que em 1980. A produção de transistores dessa fábrica em 1980 era de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557386 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)

Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira.

Observa-se uma elipse verbal similar à utilizada no trecho acima:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557385 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)
De acordo com o texto, o sentido da expressão cospe sementes de melancia na terra está explicitado em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557384 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)
Com base no texto, em relação ao mercado literário e à sua própria carreira, o autor
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557383 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia na terra não é nada positivo para sua carreira.

Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.

Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz — o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www estadao.com.br)
Considerando a razão principal para continuar escrevendo, de acordo com o texto, o autor
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3557382 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Jaboatão dos Guararapes-PE
A primeira lembrança que tenho da cidade, do Recife, é de um Carnaval. Eu, muito menino, preso em um carro que corria pela praça Maciel Pinheiro desviando dos foliões, ia para o Hospital Português onde meu avó convalescia. Certamente que não foi nessa hora que compreendi, mas nesse momento passei a conviver com uma urbe de contradições, alegrias e tristezas, sonhos e desilusões.

Vivendo no interior, a cidade me chegava pelo relato dos cronistas, dos escritores. Um deles falava da Estrada dos Remédios cercada por mangueiras. E fui descobrindo os segredos vividos sob os telhados seculares dos sobrados, a miséria oculta pelas folhas dos mangues, pelas paredes precárias dos mocambos, a glória da piedade resvalando nas grossas paredes das Igrejas. Mecanismo vivo e contraditório, Recife tinha, e ainda tem, poesia.

Sempre que ali desembarcava -e até hoje isso acontece — batia-me a sensação de pertencimento. “Sou do Recife com orgulho e com saudade”, solfejava Antônio Maria em meus ouvidos. Quando, enfim, cheguei para viver na cidade, na Boa Vista, já conhecia a intimidade dos mistérios de suas ruas. Tudo me chegara pela literatura, pelos relatos históricos e ficcionais, mas caminhando por suas vielas e avenidas, atravessando os rios, as pontes, descobri que um mistério nunca se revela plenamente.

Foi tentando desvendar a esfinge que a cidade do Recife foi transformada em cenário por mim para o romance “Não me empurre para os perdidos". Um escritor estrangeiro, em junho de 1924, percorre as ruas da cidade procurando os sentidos da modernidade que os intelectuais tanto discutem no Café Continental, na esquina da Lafayete. Mesmo depois de todo trabalho, à Recife continua em mim como algo onírico. Sim, ele é coisa de se pegar, é concreto, mas para ser pleno é preciso vivê-lo.



(Adaptado de: MELO JÚNIOR, Maurício. Nexo Jornal. Disponível em: https:/wwnanexojornal.com.br)

Mesmo depois de todo trabalho, o Recife continua em mim como algo onírico.



Expressa sentido semelhante ao trecho sublinhado acima:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas