Foram encontradas 160 questões.
Um pipoqueiro começa seu dia de trabalho com algum dinheiro em caixa para ter
troco para os clientes. Após a venda de 7 sacos de pipocas e pagar R$ 14,00 em
troco, o caixa ficou com R$ 97,00. Até o final do dia, ele vendeu mais 12 sacos de
pipoca, pagou R$ 8,00 em troco, o seu caixa ficou com R$ 245,00. A quantia que
havia no caixa do pipoqueiro no início do dia era, em R$,
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Na cantina de um colégio, o preço de um sanduiche e um copo de suco é R$ 12,00, o
preço de um sanduiche e dois chocolates é R$ 18,00 e o preço de dois copos de suco
e um sanduiche é R$ 16,00. O preço de um chocolate, em reais, é
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Em uma joalheria hã anéis de ouro amarelo e ouro branco. Ao todo há 350 anéis,
sendo que há 48 anéis de ouro amarelo a mais do que de ouro branco. À quantidade
de anéis de ouro amarelo é
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Efetuando as contas da expressão numérica:

O valor encontrado é
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Em 1980 a diretoria de uma fábrica de transistores decidiu que em 20 anos deveria
aumentar a sua produção anual em 60%. A produção anual da fábrica após 20 anos
foi de 4000 transistores, exatamente 60% maior do que em 1980. A produção de
transistores dessa fábrica em 1980 era de
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Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que
leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de
incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia
na terra não é nada positivo para sua carreira.
Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou
seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou
igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e
nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.
Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai
dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar
insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz —
o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão
é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem
claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais
embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www
estadao.com.br)
Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão é a segunda. Vaidade, a terceira.
Observa-se uma elipse verbal similar à utilizada no trecho acima:
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Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que
leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de
incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia
na terra não é nada positivo para sua carreira.
Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou
seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou
igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e
nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.
Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai
dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar
insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz —
o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão
é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem
claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais
embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www
estadao.com.br)
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Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que
leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de
incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia
na terra não é nada positivo para sua carreira.
Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou
seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou
igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e
nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.
Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai
dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar
insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz —
o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão
é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem
claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais
embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www
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Eu sei, muito pouca gente lê nos dias de hoje. Eu sei; dentro dos poucos que
leem, pouquíssimos dão valor a textos de humor. Sim, eu sei, o autor sofrer de
incontinência verbal e ficar lançando livros como quem cospe sementes de melancia
na terra não é nada positivo para sua carreira.
Eu sei disso tudo e mais: sou um sujeito que produz material “perigoso”. Ou
seja, não concorro a prêmios, não sou congregado de nenhuma academia ou
igrejinha, e tenho uma enorme preguiça de dar entrevistas. Pior: não tenho TikTok e
nem faço ideia de como usar o celular para gravar vídeos promocionais.
Em outras palavras, eu sei que meu 78º livro, se vender alguma coisa, não vai
dar para pagar nem o revisor, quanto mais meu aluguel. Então, por que ficar
insistindo no erro desde 1996, quando estreei no mundão das letras com “Aqui jaz —
o livro dos epitáfios"? Masoquismo é a primeira palavra que vem à cabeça. Obsessão
é a segunda. Vaidade, a terceira. Não creio, entretanto, que elas expliquem
claramente o que acontece comigo — o buraco na camada de teimosia é mais
embaixo.
(Adaptado de: CASTELO, Carlos. Disponível em: In: https:/www
estadao.com.br)
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A primeira lembrança que tenho da cidade, do Recife, é de um Carnaval. Eu,
muito menino, preso em um carro que corria pela praça Maciel Pinheiro desviando
dos foliões, ia para o Hospital Português onde meu avó convalescia. Certamente que
não foi nessa hora que compreendi, mas nesse momento passei a conviver com uma
urbe de contradições, alegrias e tristezas, sonhos e desilusões.
Vivendo no interior, a cidade me chegava pelo relato dos cronistas, dos
escritores. Um deles falava da Estrada dos Remédios cercada por mangueiras. E fui
descobrindo os segredos vividos sob os telhados seculares dos sobrados, a miséria
oculta pelas folhas dos mangues, pelas paredes precárias dos mocambos, a glória
da piedade resvalando nas grossas paredes das Igrejas. Mecanismo vivo e
contraditório, Recife tinha, e ainda tem, poesia.
Sempre que ali desembarcava -e até hoje isso acontece — batia-me a
sensação de pertencimento. “Sou do Recife com orgulho e com saudade”, solfejava
Antônio Maria em meus ouvidos. Quando, enfim, cheguei para viver na cidade, na
Boa Vista, já conhecia a intimidade dos mistérios de suas ruas. Tudo me chegara
pela literatura, pelos relatos históricos e ficcionais, mas caminhando por suas vielas
e avenidas, atravessando os rios, as pontes, descobri que um mistério nunca se
revela plenamente.
Foi tentando desvendar a esfinge que a cidade do Recife foi transformada em
cenário por mim para o romance “Não me empurre para os perdidos". Um escritor
estrangeiro, em junho de 1924, percorre as ruas da cidade procurando os sentidos
da modernidade que os intelectuais tanto discutem no Café Continental, na esquina da Lafayete. Mesmo depois de todo trabalho, à Recife continua em mim como algo
onírico. Sim, ele é coisa de se pegar, é concreto, mas para ser pleno é preciso vivê-lo.
(Adaptado de: MELO JÚNIOR, Maurício. Nexo Jornal. Disponível em:
https:/wwnanexojornal.com.br)
Mesmo depois de todo trabalho, o Recife continua em mim como algo onírico.
Expressa sentido semelhante ao trecho sublinhado acima:
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