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Foram encontradas 60 questões.

112546 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
Um número mais a sua quarta parte resulta em 75. Se subtrairmos deste número 5 unidades vamos obter o valor:
 

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112545 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
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Luiz Lopes Coelho, o escritor boêmio que criou

um detetive bossa-nova

A reedição dos contos recupera a obra do pioneiro do gênero policial no país e criador do Doutor Leite, um Sherlock Holmes tropical.

Ruan de Sousa Gabriel

Quando o escritor e advogado paulistano Luiz Lopes Coelho (1911-1975) morreu, a tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, onde ele se formara, prestou-lhe uma simpática homenagem: “Herói da Revolução de 32, constitucionalista, escritor, gênio, bom copo, degustador dos melhores pratos, grande apreciador da mulher brasileira”. A nota resume bem a índole de Lopes Coelho, que se equilibrava entre o rigor do Direito Comercial e a boemia paulistana.

Ele foi um dos fundadores do Clubinho, reduto da intelectualidade festiva no centro, e circulava pelos meios artísticos da cidade. Dirigiu a Fundação Cinemateca Brasileira, foi diretor presidente da Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna, membro do Conselho Consultivo da Fundação Bienal e advogado do poeta modernista Oswald de Andrade (1890-1954).

A maior contribuição de Lopes Coelho para a arte pátria se deu no campo da literatura: ele foi pioneiro do gênero policial e criou o primeiro detetive brasileiro a bater ponto em mais de uma história, o Doutor Leite. Publicou três livros de contos policiais: A morte no envelope (1957), O homem que matava quadros (1961) e A ideia de matar Belina (1968) – que vendeu mais de 50 mil exemplares. Críticos tarimbados como Sérgio Milliet e Otto Maria Carpeaux adoravam as aventuras do Doutor Leite. Após a morte do autor, os livros de Lopes Coelho foram sumindo das livrarias, mas acabam de ser reeditados como Contos reunidos (Sesi-SP Editora, 408 páginas, R$ 69), num belo volume ilustrado com colagens do artista plástico Zé Vicente.

Adaptação de http://epoca.globo.com/cultura/noticia/2017/03/luiz-lopescoelho-o-escritor-boemio-que-criou-um-detetive-bossa-nova.html, acesso em 28 de mar. de 2017

É correto dizer que a tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo prestou homenagem a:
 

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112544 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
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A oração sublinhada, no período abaixo, classifica-se como:


Quando o escritor e advogado paulistano Luiz Lopes Coelho (1911-1975) morreu, a tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, onde ele se formara, prestou-lhe uma simpática homenagem [...]

 

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112543 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR

Entrevista

Ciência

Domênico de Masi “A desorientação é o maior mal do nosso tempo”

Celso Masson

Edição 24.03.2017 - nº 2467

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social.

Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais.

Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano [...].

Para que serve o “Alfabeto da sociedade desorientada”?

Talvez o mundo em que vivemos hoje não seja o melhor dos mundos possíveis, mas, com certeza, é o melhor dos mundos que já existiram. A sociedade atual atingiu uma longevidade acentuada, um número altíssimo de países democráticos, uma ampla globalização e uma tecnologia extremamente útil no que diz respeito às necessidades humanas. Contudo, por uma série de motivos que analisei em meu livro anterior, “O futuro chegou” (Casa da Palavra), falta à sociedade atual um modelo sociológico como referência. Por isso, ela é incapaz de distinguir o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto. Eu vou dedicar essa parte final da minha vida e dos meus estudos a tentar entender qual é a meta e qual é a rota dessa aventura humana pós-industrial. Daí a necessidade de explorar, com uma série de “acupunturas sociológicas”, alguns aspectos significativos da nossa sociedade. Neste livro exploro vinte e seis.

A desorientação é um mal do nosso tempo?

É o maior mal do nosso tempo porque torna impossível o que é necessário e nos impede de fazer escolhas precisas em um mundo que nos obriga a escolher com determinação. Quando nos encontramos na frente de algo que é necessário, mas impossível, estamos na presença do trágico. Como dizia Sêneca: “Nenhum vento é a favor do marinheiro que não sabe onde querer ir”.

Adaptação de http://istoe.com.br/desorientacao-e-o-maior-mal-nosso-tempo/, acesso em 28 de mar. de 2017.

Assinale a alternativa em que as palavras NÃO são ANTÔNIMAS:
 

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112542 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR

Entrevista

Ciência

Domênico de Masi “A desorientação é o maior mal do nosso tempo”

Celso Masson

Edição 24.03.2017 - nº 2467

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social.

Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais.

Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano [...].

Para que serve o “Alfabeto da sociedade desorientada”?

Talvez o mundo em que vivemos hoje não seja o melhor dos mundos possíveis, mas, com certeza, é o melhor dos mundos que já existiram. A sociedade atual atingiu uma longevidade acentuada, um número altíssimo de países democráticos, uma ampla globalização e uma tecnologia extremamente útil no que diz respeito às necessidades humanas. Contudo, por uma série de motivos que analisei em meu livro anterior, “O futuro chegou” (Casa da Palavra), falta à sociedade atual um modelo sociológico como referência. Por isso, ela é incapaz de distinguir o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto. Eu vou dedicar essa parte final da minha vida e dos meus estudos a tentar entender qual é a meta e qual é a rota dessa aventura humana pós-industrial. Daí a necessidade de explorar, com uma série de “acupunturas sociológicas”, alguns aspectos significativos da nossa sociedade. Neste livro exploro vinte e seis.

A desorientação é um mal do nosso tempo?

É o maior mal do nosso tempo porque torna impossível o que é necessário e nos impede de fazer escolhas precisas em um mundo que nos obriga a escolher com determinação. Quando nos encontramos na frente de algo que é necessário, mas impossível, estamos na presença do trágico. Como dizia Sêneca: “Nenhum vento é a favor do marinheiro que não sabe onde querer ir”.

Adaptação de http://istoe.com.br/desorientacao-e-o-maior-mal-nosso-tempo/, acesso em 28 de mar. de 2017.

Todos os verbos sublinhados estão no presente do indicativo em:
 

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112541 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR

Entrevista

Ciência

Domênico de Masi “A desorientação é o maior mal do nosso tempo”

Celso Masson

Edição 24.03.2017 - nº 2467

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social.

Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais.

Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano [...].

Para que serve o “Alfabeto da sociedade desorientada”?

Talvez o mundo em que vivemos hoje não seja o melhor dos mundos possíveis, mas, com certeza, é o melhor dos mundos que já existiram. A sociedade atual atingiu uma longevidade acentuada, um número altíssimo de países democráticos, uma ampla globalização e uma tecnologia extremamente útil no que diz respeito às necessidades humanas. Contudo, por uma série de motivos que analisei em meu livro anterior, “O futuro chegou” (Casa da Palavra), falta à sociedade atual um modelo sociológico como referência. Por isso, ela é incapaz de distinguir o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto. Eu vou dedicar essa parte final da minha vida e dos meus estudos a tentar entender qual é a meta e qual é a rota dessa aventura humana pós-industrial. Daí a necessidade de explorar, com uma série de “acupunturas sociológicas”, alguns aspectos significativos da nossa sociedade. Neste livro exploro vinte e seis.

A desorientação é um mal do nosso tempo?

É o maior mal do nosso tempo porque torna impossível o que é necessário e nos impede de fazer escolhas precisas em um mundo que nos obriga a escolher com determinação. Quando nos encontramos na frente de algo que é necessário, mas impossível, estamos na presença do trágico. Como dizia Sêneca: “Nenhum vento é a favor do marinheiro que não sabe onde querer ir”.

Adaptação de http://istoe.com.br/desorientacao-e-o-maior-mal-nosso-tempo/, acesso em 28 de mar. de 2017.

O MAU e MAL estão corretamente empregados em:
 

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112540 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR

Entrevista

Ciência

Domênico de Masi “A desorientação é o maior mal do nosso tempo”

Celso Masson

Edição 24.03.2017 - nº 2467

Professor de sociologia na Universidade La Sapienza, em Roma, o italiano Domenico de Masi, 79 anos, ficou conhecido pelo conceito de “ócio criativo”, em que trabalho, aprendizado e prazer se combinam para gerar desenvolvimento econômico com justiça social.

Seu mais recente livro, “Alfabeto da Sociedade Desorientada” (Objetiva), que chega ao Brasil esta semana, procura traduzir o que ele chama de “rota da aventura humana pós-industrial”: um caminho que a humanidade vem percorrendo sem uma referência sociológica que substitua as ideologias e crenças tradicionais que serviram como reguladoras das relações sociais.

Nesta entrevista a ISTOÉ, ele afirma que a sociedade se tornou incapaz de distinguir “o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto”. Diz ainda que a inteligência artificial poderá resolver problemas incompreendidos pelo ser humano [...].

Para que serve o “Alfabeto da sociedade desorientada”?

Talvez o mundo em que vivemos hoje não seja o melhor dos mundos possíveis, mas, com certeza, é o melhor dos mundos que já existiram. A sociedade atual atingiu uma longevidade acentuada, um número altíssimo de países democráticos, uma ampla globalização e uma tecnologia extremamente útil no que diz respeito às necessidades humanas. Contudo, por uma série de motivos que analisei em meu livro anterior, “O futuro chegou” (Casa da Palavra), falta à sociedade atual um modelo sociológico como referência. Por isso, ela é incapaz de distinguir o que é belo e o que é feio, o que é verdadeiro e o que é falso, o que é bom e o que é ruim, o que é direita e o que é esquerda e até o que é vivo e o que é morto. Eu vou dedicar essa parte final da minha vida e dos meus estudos a tentar entender qual é a meta e qual é a rota dessa aventura humana pós-industrial. Daí a necessidade de explorar, com uma série de “acupunturas sociológicas”, alguns aspectos significativos da nossa sociedade. Neste livro exploro vinte e seis.

A desorientação é um mal do nosso tempo?

É o maior mal do nosso tempo porque torna impossível o que é necessário e nos impede de fazer escolhas precisas em um mundo que nos obriga a escolher com determinação. Quando nos encontramos na frente de algo que é necessário, mas impossível, estamos na presença do trágico. Como dizia Sêneca: “Nenhum vento é a favor do marinheiro que não sabe onde querer ir”.

Adaptação de http://istoe.com.br/desorientacao-e-o-maior-mal-nosso-tempo/, acesso em 28 de mar. de 2017.

Assinale a alternativa em que O PORQUÊ foi empregado erroneamente:
 

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112539 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
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As palavras sublinhadas, no fragmento abaixo, classificam-se quanto à classe de palavras, respectivamente, como: “Herói da Revolução de 32, constitucionalista, escritor, gênio, bom copo, degustador dos melhores pratos, grande apreciador da mulher brasileira”.
 

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112538 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
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A palavra ÍNDOLE é acentuada pela mesma razão que:
 

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112537 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Ivaiporã-PR
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Luiz Lopes Coelho, o escritor boêmio que criou

um detetive bossa-nova

A reedição dos contos recupera a obra do pioneiro do gênero policial no país e criador do Doutor Leite, um Sherlock Holmes tropical.

Ruan de Sousa Gabriel

Quando o escritor e advogado paulistano Luiz Lopes Coelho (1911-1975) morreu, a tradicional Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, onde ele se formara, prestou-lhe uma simpática homenagem: “Herói da Revolução de 32, constitucionalista, escritor, gênio, bom copo, degustador dos melhores pratos, grande apreciador da mulher brasileira”. A nota resume bem a índole de Lopes Coelho, que se equilibrava entre o rigor do Direito Comercial e a boemia paulistana.

Ele foi um dos fundadores do Clubinho, reduto da intelectualidade festiva no centro, e circulava pelos meios artísticos da cidade. Dirigiu a Fundação Cinemateca Brasileira, foi diretor presidente da Associação dos Amigos do Museu de Arte Moderna, membro do Conselho Consultivo da Fundação Bienal e advogado do poeta modernista Oswald de Andrade (1890-1954).

A maior contribuição de Lopes Coelho para a arte pátria se deu no campo da literatura: ele foi pioneiro do gênero policial e criou o primeiro detetive brasileiro a bater ponto em mais de uma história, o Doutor Leite. Publicou três livros de contos policiais: A morte no envelope (1957), O homem que matava quadros (1961) e A ideia de matar Belina (1968) – que vendeu mais de 50 mil exemplares. Críticos tarimbados como Sérgio Milliet e Otto Maria Carpeaux adoravam as aventuras do Doutor Leite. Após a morte do autor, os livros de Lopes Coelho foram sumindo das livrarias, mas acabam de ser reeditados como Contos reunidos (Sesi-SP Editora, 408 páginas, R$ 69), num belo volume ilustrado com colagens do artista plástico Zé Vicente.

Adaptação de http://epoca.globo.com/cultura/noticia/2017/03/luiz-lopescoelho-o-escritor-boemio-que-criou-um-detetive-bossa-nova.html, acesso em 28 de mar. de 2017

Marque a ÚNICA alternativa incorreta em torno de Luiz Lopes Coelho como escritor ou em torno da sua obra:
 

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