Foram encontradas 185 questões.
Um reservatório de água tem o seu volume total esvaziado
em um período de tempo igual a 44 horas, se mantida
certa vazão constante x de esvaziamento. Se a vazão
constante de esvaziamento for de três quartos da vazão
de esvaziamento x, o volume total de água desse reservatório será esvaziado em um período de tempo igual a
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4020835
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Um total de 224 candidatos em um concurso, sendo 84
para um cargo cuja formação é de nível superior e os
demais para um cargo cuja formação é de ensino médio,
farão a prova em um mesmo dia e horário.
Para tanto, eles serão divididos em um menor número de salas possível, sendo todas elas com o mesmo número de candidatos, e não podendo existir sala com candidatos para cargos com níveis de formação distintos, de modo a alocar todos eles. Nesse caso, o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível médio deverá superar o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível superior em
Para tanto, eles serão divididos em um menor número de salas possível, sendo todas elas com o mesmo número de candidatos, e não podendo existir sala com candidatos para cargos com níveis de formação distintos, de modo a alocar todos eles. Nesse caso, o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível médio deverá superar o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível superior em
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Do total de empresas clientes de certa assessoria contábil, a terça parte é do ramo X, a quarta parte das demais empresas é do ramo Y, metade das que não são dos ramos
X e Y são do ramo Z, e as 12 empresas restantes são do
tamo T.
Sendo assim, a quantidade de empresas do ramo Y é igual a
Sendo assim, a quantidade de empresas do ramo Y é igual a
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A tabela apresenta o número de atendimentos realizados em um pronto-socorro municipal, nos primeiros 5 meses do 2º semestre de 2025:

Sabendo-se que a razão entre o número de atendimentos realizados em dezembro de 2025 e a média mensal do número de atendimentos realizados de julho a novembro, do mesmo ano, foi 4/5, pode-se corretamente afirmar que, em dezembro de 2025, o número de atendimentos realizados no referido pronto-socorro foi igual a
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De um total de 50 unidades de determinado produto
vendido, algumas foram vendidas ao preço unitário de
R$ 25,00, e as demais foram vendidas ao preço unitário
de R$ 20,00, totalizando, na venda de todas as unidades,
R$ 1.175,00.
Se as unidades vendidas a R$ 20,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 25,00, e as unidades vendidas a R$ 25,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 35,00, o valor total das vendas teria sido de
Se as unidades vendidas a R$ 20,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 25,00, e as unidades vendidas a R$ 25,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 35,00, o valor total das vendas teria sido de
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária
(Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte
do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em
torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus
membros na definição da política monetária.
Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado
em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica,
iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice
cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis,
permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para
o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões
do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão
em nível acima da meta.
Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto
prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma
frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a
qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período
“bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a
possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além
de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda
em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar
que os cortes só devem começar em março.
A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao
ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para
assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer
pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então,
o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa
estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta
de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
• O BC preferiu manter as taxas de juros elevadas __________ reduzi-las em 2025.
• No que tange ________ taxa de desemprego, em setembro ela atingiu o menor nível da série histórica.
• Quando a inflação chegar ________ 3%, estará dentro da meta do Copom.
• As projeções relativas _______ inflação em 2027 mostram que ela ainda estará em nível acima da meta.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária
(Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte
do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em
torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus
membros na definição da política monetária.
Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado
em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica,
iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice
cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis,
permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para
o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões
do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão
em nível acima da meta.
Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto
prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma
frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a
qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período
“bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a
possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além
de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda
em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar
que os cortes só devem começar em março.
A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao
ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para
assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer
pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então,
o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa
estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta
de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária
(Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte
do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em
torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus
membros na definição da política monetária.
Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado
em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica,
iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice
cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis,
permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para
o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões
do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão
em nível acima da meta.
Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto
prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma
frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a
qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período
“bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a
possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além
de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda
em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar
que os cortes só devem começar em março.
A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao
ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para
assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer
pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então,
o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa
estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta
de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária
(Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte
do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em
torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus
membros na definição da política monetária.
Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado
em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica,
iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice
cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis,
permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para
o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões
do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão
em nível acima da meta.
Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto
prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma
frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a
qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período
“bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a
possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além
de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda
em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar
que os cortes só devem começar em março.
A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao
ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para
assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer
pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então,
o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa
estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta
de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
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(Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano.
Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte
do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em
torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus
membros na definição da política monetária.
Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado
em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica,
iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice
cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis,
permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para
o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões
do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão
em nível acima da meta.
Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto
prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma
frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a
qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período
“bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a
possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além
de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda
em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar
que os cortes só devem começar em março.
A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao
ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para
assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer
pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então,
o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa
estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta
de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
• Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores... (3º parágrafo)
• Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%. (4º parágrafo)
Nas passagens, as expressões destacadas referem-se, correta e respectivamente:
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