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Foram encontradas 185 questões.

4020836 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Um reservatório de água tem o seu volume total esvaziado em um período de tempo igual a 44 horas, se mantida certa vazão constante x de esvaziamento. Se a vazão constante de esvaziamento for de três quartos da vazão de esvaziamento x, o volume total de água desse reservatório será esvaziado em um período de tempo igual a
 

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4020835 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Um total de 224 candidatos em um concurso, sendo 84 para um cargo cuja formação é de nível superior e os demais para um cargo cuja formação é de ensino médio, farão a prova em um mesmo dia e horário.
Para tanto, eles serão divididos em um menor número de salas possível, sendo todas elas com o mesmo número de candidatos, e não podendo existir sala com candidatos para cargos com níveis de formação distintos, de modo a alocar todos eles. Nesse caso, o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível médio deverá superar o número de salas contendo candidatos para o cargo cuja formação é de nível superior em
 

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4020834 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Do total de empresas clientes de certa assessoria contábil, a terça parte é do ramo X, a quarta parte das demais empresas é do ramo Y, metade das que não são dos ramos X e Y são do ramo Z, e as 12 empresas restantes são do tamo T.
Sendo assim, a quantidade de empresas do ramo Y é igual a
 

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4020833 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A tabela apresenta o número de atendimentos realizados em um pronto-socorro municipal, nos primeiros 5 meses do 2º semestre de 2025:

Enunciado 4956842-1

Sabendo-se que a razão entre o número de atendimentos realizados em dezembro de 2025 e a média mensal do número de atendimentos realizados de julho a novembro, do mesmo ano, foi 4/5, pode-se corretamente afirmar que, em dezembro de 2025, o número de atendimentos realizados no referido pronto-socorro foi igual a

 

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4020832 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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De um total de 50 unidades de determinado produto vendido, algumas foram vendidas ao preço unitário de R$ 25,00, e as demais foram vendidas ao preço unitário de R$ 20,00, totalizando, na venda de todas as unidades, R$ 1.175,00.
Se as unidades vendidas a R$ 20,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 25,00, e as unidades vendidas a R$ 25,00 cada tivessem sido vendidas a R$ 35,00, o valor total das vendas teria sido de
 

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4020831 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.
        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.
        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.
        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Considere as frases:
• O BC preferiu manter as taxas de juros elevadas __________ reduzi-las em 2025.
• No que tange ________ taxa de desemprego, em setembro ela atingiu o menor nível da série histórica.
• Quando a inflação chegar ________ 3%, estará dentro da meta do Copom.
• As projeções relativas _______ inflação em 2027 mostram que ela ainda estará em nível acima da meta.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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4020830 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.
        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.
        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.
        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência.
 

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4020829 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.
        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.
        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.
        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
 

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4020828 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.
        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.
        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.
        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Na frase do último parágrafo “Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia.”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
 

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4020827 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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A coerência do Banco Central
Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.
        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.
        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.
        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Considere as passagens do texto:
• Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores... (3º parágrafo)
Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%. (4º parágrafo)
Nas passagens, as expressões destacadas referem-se, correta e respectivamente:
 

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