Foram encontradas 60 questões.
Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão proposta.
Atualizo, logo existo
[...]
Em vez de usar o Twitter para transmitir meus pensamentos sobre o Autoícone, de confessar o que eu comera no café da manhã daquele dia (salmão grelhado de novo, na elegante prisão de Oxford) ou de contar ao mundo meus planos de ver os quadros no Rijksmuseum de Amsterdam, no dia seguinte, fui cartesiano com minha plateia global.
"ATUALIZO, LOGO EXISTO", digitei com os polegares no Tweetie, aplicativo do meu BlackBerry Bold que permite enviar um tuíte a qualquer momento, de qualquer lugar.
Esses 21 caracteres de sabedoria digital piscarem para mim da tela, com aparente impaciência para ser impulsionados até a rede, onde o mundo pudesse vê-los. Mas meu polegar pairou acima do botão de enviar do BlackBerry. Eu não estava pronto para publicar aquele pensamento privado na rede pública. Pelo menos ainda não. Baixei os olhos novamente para a tela.
@ajkeen: ATUALIZO, LOGO EXISTO
Se essas palavras realmente forem verdadeiras, perguntei a mim mesmo, o que importa? O mundo inteiro, todos os 8 bilhões de seres humanos, teria de migrar - como colonos numa terra prometida da mídia social - para esse novo sistema nervoso central da sociedade? Qual seria o destino de nossas identidades quando todos vivêssemos sem segredos, totalmente transparentes e em público, dentro da arquitetura social que Reid Hoffman e Biz Stone estavam construindo para a humanidade? Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princípio da maior felicidade. Imaginei: aquela sociedade eletronicamente conectada resultaria em mais felicidade? Podia levar à melhoria da condição humana? Enriqueceria nossas personalidades? Poderia criar o homem à sua própria imagem?
Perguntas, perguntas, perguntas. Meu pensamento se dirigiu para os desconectados, aqueles desinteressados ou incapazes de viver em público. Isso disparou uma sensação de tontura, como se o mundo externo tivesse se acelerado e girasse cada vez mais depressa ao meu redor. Se, como o Sean Parker ficcional argumenta em A rede social, nosso futuro será vivido on-line, pensei comigo mesmo, qual então será o destino daqueles dissidentes, dos que não atualizam? Num mundo em que todos existem na internet, pensei, o que será daqueles que protegem sua privacidade, que se orgulham de sua ilegibilidade, que – nas palavras atemporais de Brandeis e Warren – só querem ser deixados sozinhos e em paz?
Fiquei pensando: estarão eles vivos ou mortos?
(Extraído de: KEEN, Andrew. Vertigem digital: Por que as redes
sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando. Rio de
Janeiro: Zahar, 2012, p: 19-20)
Na construção de palavras derivadas, podem ser utilizados prefixos e sufixos que atribuem sentido às novas palavras.
Assinale a alternativa que possui palavras construídas com sufixos indicadores de "ação, estado ou qualidade".
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Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão proposta.
Atualizo, logo existo
[...]
Em vez de usar o Twitter para transmitir meus pensamentos sobre o Autoícone, de confessar o que eu comera no café da manhã daquele dia (salmão grelhado de novo, na elegante prisão de Oxford) ou de contar ao mundo meus planos de ver os quadros no Rijksmuseum de Amsterdam, no dia seguinte, fui cartesiano com minha plateia global.
"ATUALIZO, LOGO EXISTO", digitei com os polegares no Tweetie, aplicativo do meu BlackBerry Bold que permite enviar um tuíte a qualquer momento, de qualquer lugar.
Esses 21 caracteres de sabedoria digital piscarem para mim da tela, com aparente impaciência para ser impulsionados até a rede, onde o mundo pudesse vê-los. Mas meu polegar pairou acima do botão de enviar do BlackBerry. Eu não estava pronto para publicar aquele pensamento privado na rede pública. Pelo menos ainda não. Baixei os olhos novamente para a tela.
@ajkeen: ATUALIZO, LOGO EXISTO
Se essas palavras realmente forem verdadeiras, perguntei a mim mesmo, o que importa? O mundo inteiro, todos os 8 bilhões de seres humanos, teria de migrar - como colonos numa terra prometida da mídia social - para esse novo sistema nervoso central da sociedade? Qual seria o destino de nossas identidades quando todos vivêssemos sem segredos, totalmente transparentes e em público, dentro da arquitetura social que Reid Hoffman e Biz Stone estavam construindo para a humanidade? Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princípio da maior felicidade. Imaginei: aquela sociedade eletronicamente conectada resultaria em mais felicidade? Podia levar à melhoria da condição humana? Enriqueceria nossas personalidades? Poderia criar o homem à sua própria imagem?
Perguntas, perguntas, perguntas. Meu pensamento se dirigiu para os desconectados, aqueles desinteressados ou incapazes de viver em público. Isso disparou uma sensação de tontura, como se o mundo externo tivesse se acelerado e girasse cada vez mais depressa ao meu redor. Se, como o Sean Parker ficcional argumenta em A rede social, nosso futuro será vivido on-line, pensei comigo mesmo, qual então será o destino daqueles dissidentes, dos que não atualizam? Num mundo em que todos existem na internet, pensei, o que será daqueles que protegem sua privacidade, que se orgulham de sua ilegibilidade, que – nas palavras atemporais de Brandeis e Warren – só querem ser deixados sozinhos e em paz?
Fiquei pensando: estarão eles vivos ou mortos?
(Extraído de: KEEN, Andrew. Vertigem digital: Por que as redes
sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando. Rio de
Janeiro: Zahar, 2012, p: 19-20)
Seja a seguinte passagem extraída do texto:
"Se essas palavras realmente forem verdadeiras, perguntei a mim mesmo , o que importa? O mundo inteiro, todos os 8 bilhões de seres humanos, teria de migrar - como colonos numa terra prometida da mídia social - para esse novo sistema nervoso central da sociedade?"
Assinale a alternativa correta acerca do fragmento apresentado.
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Considere as assertivas abaixo.
I. Os vereadores municipais são eleitos pelo sistema proporcional.
II. É hipótese de perda do mandato o vereador não residir no Município.
III. O vereador investido no cargo de Secretário Municipal perde o mandato.
IV. Compete ao Município organizar e extinguir distritos, observado o que, a lei estadual dispuser a respeito.
V. A fiscalização do Município será exercida pela Câmara Municipal, mediante controle interno.
Estão de conformidade com o estabelecido na Constituição do Estado do Maranhão os itens
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Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão proposta.
Atualizo, logo existo
[...]
Em vez de usar o Twitter para transmitir meus pensamentos sobre o Autoícone, de confessar o que eu comera no café da manhã daquele dia (salmão grelhado de novo, na elegante prisão de Oxford) ou de contar ao mundo meus planos de ver os quadros no Rijksmuseum de Amsterdam, no dia seguinte, fui cartesiano com minha plateia global.
"ATUALIZO, LOGO EXISTO", digitei com os polegares no Tweetie, aplicativo do meu BlackBerry Bold que permite enviar um tuíte a qualquer momento, de qualquer lugar.
Esses 21 caracteres de sabedoria digital piscarem para mim da tela, com aparente impaciência para ser impulsionados até a rede, onde o mundo pudesse vê-los. Mas meu polegar pairou acima do botão de enviar do BlackBerry. Eu não estava pronto para publicar aquele pensamento privado na rede pública. Pelo menos ainda não. Baixei os olhos novamente para a tela.
@ajkeen: ATUALIZO, LOGO EXISTO
Se essas palavras realmente forem verdadeiras, perguntei a mim mesmo, o que importa? O mundo inteiro, todos os 8 bilhões de seres humanos, teria de migrar - como colonos numa terra prometida da mídia social - para esse novo sistema nervoso central da sociedade? Qual seria o destino de nossas identidades quando todos vivêssemos sem segredos, totalmente transparentes e em público, dentro da arquitetura social que Reid Hoffman e Biz Stone estavam construindo para a humanidade? Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princípio da maior felicidade. Imaginei: aquela sociedade eletronicamente conectada resultaria em mais felicidade? Podia levar à melhoria da condição humana? Enriqueceria nossas personalidades? Poderia criar o homem à sua própria imagem?
Perguntas, perguntas, perguntas. Meu pensamento se dirigiu para os desconectados, aqueles desinteressados ou incapazes de viver em público. Isso disparou uma sensação de tontura, como se o mundo externo tivesse se acelerado e girasse cada vez mais depressa ao meu redor. Se, como o Sean Parker ficcional argumenta em A rede social, nosso futuro será vivido on-line, pensei comigo mesmo, qual então será o destino daqueles dissidentes, dos que não atualizam? Num mundo em que todos existem na internet, pensei, o que será daqueles que protegem sua privacidade, que se orgulham de sua ilegibilidade, que – nas palavras atemporais de Brandeis e Warren – só querem ser deixados sozinhos e em paz?
Fiquei pensando: estarão eles vivos ou mortos?
(Extraído de: KEEN, Andrew. Vertigem digital: Por que as redes
sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando. Rio de
Janeiro: Zahar, 2012, p: 19-20)
Em "[...] ou de contar ao mundo meus planos de ver os quadros no Rijksmuseum de Amsterdam [...]" , o verbo "contar" exige complemento regido pela preposição A. Assinale a alternativa que contém enunciado corretamente expresso, considerando o regime do verbo nele presente, segundo a norma-padrão.
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O e-mail no ambiente de trabalho tornou-se uma ferramenta útil para comunicação formal, seja entre os colaboradores ou com atores externos à organização. Contudo, o uso indevido pode gerar vulnerabilidades e comprometer a segurança da informação. Nesse contexto, assinale a opção que apresenta ações de prevenção em segurança da informação.
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É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios:
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Uma das opções abaixo está de acordo com o estatuído no artigo 1º da Lei Municipal nº 370/1985. Assinale-a.
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Com base na leitura do texto a seguir, responda à questão proposta.
Atualizo, logo existo
[...]
Em vez de usar o Twitter para transmitir meus pensamentos sobre o Autoícone, de confessar o que eu comera no café da manhã daquele dia (salmão grelhado de novo, na elegante prisão de Oxford) ou de contar ao mundo meus planos de ver os quadros no Rijksmuseum de Amsterdam, no dia seguinte, fui cartesiano com minha plateia global.
"ATUALIZO, LOGO EXISTO", digitei com os polegares no Tweetie, aplicativo do meu BlackBerry Bold que permite enviar um tuíte a qualquer momento, de qualquer lugar.
Esses 21 caracteres de sabedoria digital piscarem para mim da tela, com aparente impaciência para ser impulsionados até a rede, onde o mundo pudesse vê-los. Mas meu polegar pairou acima do botão de enviar do BlackBerry. Eu não estava pronto para publicar aquele pensamento privado na rede pública. Pelo menos ainda não. Baixei os olhos novamente para a tela.
@ajkeen: ATUALIZO, LOGO EXISTO
Se essas palavras realmente forem verdadeiras, perguntei a mim mesmo, o que importa? O mundo inteiro, todos os 8 bilhões de seres humanos, teria de migrar - como colonos numa terra prometida da mídia social - para esse novo sistema nervoso central da sociedade? Qual seria o destino de nossas identidades quando todos vivêssemos sem segredos, totalmente transparentes e em público, dentro da arquitetura social que Reid Hoffman e Biz Stone estavam construindo para a humanidade? Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princípio da maior felicidade. Imaginei: aquela sociedade eletronicamente conectada resultaria em mais felicidade? Podia levar à melhoria da condição humana? Enriqueceria nossas personalidades? Poderia criar o homem à sua própria imagem?
Perguntas, perguntas, perguntas. Meu pensamento se dirigiu para os desconectados, aqueles desinteressados ou incapazes de viver em público. Isso disparou uma sensação de tontura, como se o mundo externo tivesse se acelerado e girasse cada vez mais depressa ao meu redor. Se, como o Sean Parker ficcional argumenta em A rede social, nosso futuro será vivido on-line, pensei comigo mesmo, qual então será o destino daqueles dissidentes, dos que não atualizam? Num mundo em que todos existem na internet, pensei, o que será daqueles que protegem sua privacidade, que se orgulham de sua ilegibilidade, que – nas palavras atemporais de Brandeis e Warren – só querem ser deixados sozinhos e em paz?
Fiquei pensando: estarão eles vivos ou mortos?
(Extraído de: KEEN, Andrew. Vertigem digital: Por que as redes
sociais estão nos dividindo, diminuindo e desorientando. Rio de
Janeiro: Zahar, 2012, p: 19-20)
Acerca da pontuação em "Olhei de novo para o falecido Bentham, o pai utilitarista do princípio da maior felicidade.", a vírgula
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Ao dispor sobre a ordem social, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 estabelece, desde logo, que sua base tem como primazia ou maior importância, o trabalho, e como objetivos
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Um usuário decide fazer o backup dos arquivos da sua área de trabalho na pasta chamada "backup"; e, em seguida, apagar definitivamente os arquivos da Área de Trabalho. Assinale a opção que apresenta os comandos que realizam essa tarefa.
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