Foram encontradas 560 questões.
Ao lançar 2 dados (6 lados) simultaneamente, qual a probabilidade de cair 2 números idênticos?
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Encontre as raízes da equação a seguir:
(2x)2 − 10x − 14 = 0
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Qual a área de um quadrado de lado = 2,3cm?
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Uma pizza cortada em 8 pedaços iguais, cada pedaço possui 5cm de borda. Se a mesma pizza tivesse sido
cortada em 12 pedaços iguais, qual seria a medida da borda de cada pedaço?
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Texto-base para a questão:
[...]
Por outro lado, é verdade também que quase todos – alunos, professores, pais, gestores, políticos –
apontam que há problemas na Educação brasileira, em particular, no nível básico. Uns usam os discutíveis
rankings de países para apoiar seu desconforto. O raciocínio é baseado na seguinte lógica: o Brasil não está
bem colocado no PISA e, portanto, isso “mostra” que a Educação está ruim e, também, que as pesquisas da
Área de Educação e Ensino não atingem seus objetivos. Outros usam análises qualitativas feitas em
dissertações e teses das Áreas de Ensino, Aprendizagem e Educação para apontar o descompasso da escola
com as demandas da sociedade por uma democracia econômica em nosso país. Testes de diversas naturezas
são utilizados também para justificar tal ideia, mas não cremos que ninguém diria – com exceção de pequenos
bolsões formados, por exemplo, pelos Institutos Federais de Educação – que a educação básica vai mal e está
apoiada demasiadamente em apostilas que visam apenas a testes. Ou seja, a afirmativa de que a “Educação vai
mal” pode estar correta, mas não devido ao resultado de testes que não foram feitos para ranquear países, como
o PISA, ou por causa da pesquisa, conforme vamos argumentar.
[...]
Fonte: BORBA, M. C.; ALMEIDA, H. R. F. L.; GRACIAS, T. A. S. Pesquisa em ensino e sala de aula:
diferentes vozes em uma investigação. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. p. 19-20.
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Texto-base para a questão:
[...]
Por outro lado, é verdade também que quase todos – alunos, professores, pais, gestores, políticos –
apontam que há problemas na Educação brasileira, em particular, no nível básico. Uns usam os discutíveis
rankings de países para apoiar seu desconforto. O raciocínio é baseado na seguinte lógica: o Brasil não está
bem colocado no PISA e, portanto, isso “mostra” que a Educação está ruim e, também, que as pesquisas da
Área de Educação e Ensino não atingem seus objetivos. Outros usam análises qualitativas feitas em
dissertações e teses das Áreas de Ensino, Aprendizagem e Educação para apontar o descompasso da escola
com as demandas da sociedade por uma democracia econômica em nosso país. Testes de diversas naturezas
são utilizados também para justificar tal ideia, mas não cremos que ninguém diria – com exceção de pequenos
bolsões formados, por exemplo, pelos Institutos Federais de Educação – que a educação básica vai mal e está
apoiada demasiadamente em apostilas que visam apenas a testes. Ou seja, a afirmativa de que a “Educação vai
mal” pode estar correta, mas não devido ao resultado de testes que não foram feitos para ranquear países, como
o PISA, ou por causa da pesquisa, conforme vamos argumentar.
[...]
Fonte: BORBA, M. C.; ALMEIDA, H. R. F. L.; GRACIAS, T. A. S. Pesquisa em ensino e sala de aula:
diferentes vozes em uma investigação. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. p. 19-20.
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Por outro lado, é verdade também que quase todos – alunos, professores, pais, gestores, políticos –
apontam que há problemas na Educação brasileira, em particular, no nível básico. Uns usam os discutíveis
rankings de países para apoiar seu desconforto. O raciocínio é baseado na seguinte lógica: o Brasil não está
bem colocado no PISA e, portanto, isso “mostra” que a Educação está ruim e, também, que as pesquisas da
Área de Educação e Ensino não atingem seus objetivos. Outros usam análises qualitativas feitas em
dissertações e teses das Áreas de Ensino, Aprendizagem e Educação para apontar o descompasso da escola
com as demandas da sociedade por uma democracia econômica em nosso país. Testes de diversas naturezas
são utilizados também para justificar tal ideia, mas não cremos que ninguém diria – com exceção de pequenos
bolsões formados, por exemplo, pelos Institutos Federais de Educação – que a educação básica vai mal e está
apoiada demasiadamente em apostilas que visam apenas a testes. Ou seja, a afirmativa de que a “Educação vai
mal” pode estar correta, mas não devido ao resultado de testes que não foram feitos para ranquear países, como
o PISA, ou por causa da pesquisa, conforme vamos argumentar.
[...]
Fonte: BORBA, M. C.; ALMEIDA, H. R. F. L.; GRACIAS, T. A. S. Pesquisa em ensino e sala de aula:
diferentes vozes em uma investigação. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. p. 19-20.
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Por outro lado, é verdade também que quase todos – alunos, professores, pais, gestores, políticos –
apontam que há problemas na Educação brasileira, em particular, no nível básico. Uns usam os discutíveis
rankings de países para apoiar seu desconforto. O raciocínio é baseado na seguinte lógica: o Brasil não está
bem colocado no PISA e, portanto, isso “mostra” que a Educação está ruim e, também, que as pesquisas da
Área de Educação e Ensino não atingem seus objetivos. Outros usam análises qualitativas feitas em
dissertações e teses das Áreas de Ensino, Aprendizagem e Educação para apontar o descompasso da escola
com as demandas da sociedade por uma democracia econômica em nosso país. Testes de diversas naturezas
são utilizados também para justificar tal ideia, mas não cremos que ninguém diria – com exceção de pequenos
bolsões formados, por exemplo, pelos Institutos Federais de Educação – que a educação básica vai mal e está
apoiada demasiadamente em apostilas que visam apenas a testes. Ou seja, a afirmativa de que a “Educação vai
mal” pode estar correta, mas não devido ao resultado de testes que não foram feitos para ranquear países, como
o PISA, ou por causa da pesquisa, conforme vamos argumentar.
[...]
Fonte: BORBA, M. C.; ALMEIDA, H. R. F. L.; GRACIAS, T. A. S. Pesquisa em ensino e sala de aula:
diferentes vozes em uma investigação. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019. p. 19-20.
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apontam que há problemas na Educação brasileira, em particular, no nível básico. Uns usam os discutíveis
rankings de países para apoiar seu desconforto. O raciocínio é baseado na seguinte lógica: o Brasil não está
bem colocado no PISA e, portanto, isso “mostra” que a Educação está ruim e, também, que as pesquisas da
Área de Educação e Ensino não atingem seus objetivos. Outros usam análises qualitativas feitas em
dissertações e teses das Áreas de Ensino, Aprendizagem e Educação para apontar o descompasso da escola
com as demandas da sociedade por uma democracia econômica em nosso país. Testes de diversas naturezas
são utilizados também para justificar tal ideia, mas não cremos que ninguém diria – com exceção de pequenos
bolsões formados, por exemplo, pelos Institutos Federais de Educação – que a educação básica vai mal e está
apoiada demasiadamente em apostilas que visam apenas a testes. Ou seja, a afirmativa de que a “Educação vai
mal” pode estar correta, mas não devido ao resultado de testes que não foram feitos para ranquear países, como
o PISA, ou por causa da pesquisa, conforme vamos argumentar.
[...]
Fonte: BORBA, M. C.; ALMEIDA, H. R. F. L.; GRACIAS, T. A. S. Pesquisa em ensino e sala de aula:
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A leitura não é uma habilidade inata, não nascemos lendo e não desenvolvemos essa habilidade sem instrução
explícita. A escrita foi um código criado pelo homem para registrar o conhecimento produzido ao longo da
história. A leitura é uma decorrência dessa invenção cultural, sendo basicamente a atividade de desvendar esse
código, de decodificar. Considerando a recenticidade da escrita e da leitura, Dehaene (2012) conclui que nosso
cérebro não está pronto para ler. Para isto, é preciso haver uma tarefa de reciclagem neuronal, em que neurônios
até então responsáveis pelo reconhecimento de faces são recrutados para o reconhecimento de símbolos
especiais, as letras.
Fonte: SOUZA, Lucilene Bender de; MILESKI, Ivanete. A emergência da especialização cerebral para leitura
de palavras. In: GABRIEL, Rosângela et al. Tecendo conexões entre cognição, linguagem e leitura. Curitiba:
Multideia, 2014. p. 33-46.
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