Foram encontradas 60 questões.
Em um evento, 36 convidados estavam desacompanhados, e os demais convidados estavam acompanhados
por apenas uma pessoa. Se o número de convidados
desacompanhados correspondia a 18% do número total
de pessoas presentes ao evento, então, é correto afirmar
que, nesse evento, a quantidade de convidados que estavam acompanhados era
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere a figura.

Sabendo-se que A, B, C, e D são os vértices de um retângulo, e que a diferença entre a área total delimitada pelo retângulo ABCD e a área da região retangular escura é de 63 cm2 , é correto afirmar que o valor de x equivale, da medida do maior lado do retângulo ABCD, a:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O gráfico apresenta informações sobre o número total de reclamações recebidas pelo SAC de uma empresa de telefonia, em determinado dia, das 7 horas às 17 horas,
horário de funcionamento desse SAC.
TOTAL ACUMULADO DE RECLAMAÇÕE RECEBIDAS

Com base nas informações contidas no gráfico, pode-se afirmar corretamente que, nesse dia,
TOTAL ACUMULADO DE RECLAMAÇÕE RECEBIDAS

Com base nas informações contidas no gráfico, pode-se afirmar corretamente que, nesse dia,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considere que uma pessoa execute, rigorosamente, uma
tarefa A a cada 2 dias, uma tarefa B a cada 4 dias, e uma
tarefa C a cada 5 dias, e que hoje ela executará as três
tarefas. Logo, de hoje até o próximo dia em que essa
pessoa executar essas três tarefas em um mesmo dia,
inclusive, a soma do número total de vezes em que ela
terá executado a tarefa A com o número total de vezes
em que ela terá executado a tarefa C será igual a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Pedro e João montaram uma sociedade com certo capital, sendo que a diferença dos valores dos capitais investidos por Pedro e por João foi igual a R$ 7.850,00.
Ao final de um mês do investimento, ambos dividiram o
primeiro lucro em partes diretamente proporcionais aos
capitais investidos, sendo R$ 52,00 a parte do lucro recebida por João e R$ 156,00 a parte do lucro recebida
por Pedro. Assim, pode-se concluir corretamente que o
capital total por eles investido foi de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma máquina do modelo A fabrica 12 unidades de determinada peça em 48 minutos de funcionamento, ininterruptos. Para a fabricação de 210 unidades dessa peça,
foram utilizadas 3 máquinas do modelo A, nas mesmas
condições apresentadas, trabalhando ao mesmo tempo.
Quando metade dessas peças foram produzidas, as 3
máquinas foram desligadas, pois uma delas apresentou
defeito. Ao ser retomada a produção, apenas 2 das 3 máquinas completaram o serviço. Sendo assim, o tempo utilizado para a produção das 210 peças, desconsiderando-
-se o tempo em que as máquinas ficaram paradas, foi de
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do
forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao
mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a
correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais
poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa –
comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na
esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o
presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que
comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda
não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois,
esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda
corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias
sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em
tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a
longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores
se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a
cultura da construção, passando a ser meros gestores de
bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter
suas construções, estando, portanto, muito interessados na
qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em
tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”.
Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do
forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao
mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a
correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais
poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa –
comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na
esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o
presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que
comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda
não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois,
esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda
corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias
sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em
tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a
longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores
se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a
cultura da construção, passando a ser meros gestores de
bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter
suas construções, estando, portanto, muito interessados na
qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em
tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”.
Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do
forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao
mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a
correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais
poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa –
comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na
esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o
presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que
comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda
não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois,
esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda
corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias
sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em
tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a
longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores
se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a
cultura da construção, passando a ser meros gestores de
bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter
suas construções, estando, portanto, muito interessados na
qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em
tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”.
Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do
forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao
mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a
correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais
poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa –
comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na
esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o
presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que
comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda
não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois,
esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda
corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias
sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em
tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a
longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores
se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a
cultura da construção, passando a ser meros gestores de
bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter
suas construções, estando, portanto, muito interessados na
qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em
tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”.
Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container