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Foram encontradas 60 questões.

823585 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Em um evento, 36 convidados estavam desacompanhados, e os demais convidados estavam acompanhados por apenas uma pessoa. Se o número de convidados desacompanhados correspondia a 18% do número total de pessoas presentes ao evento, então, é correto afirmar que, nesse evento, a quantidade de convidados que estavam acompanhados era
 

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823577 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Considere a figura.

enunciado 823577-1

Sabendo-se que A, B, C, e D são os vértices de um retângulo, e que a diferença entre a área total delimitada pelo retângulo ABCD e a área da região retangular escura é de 63 cm2 , é correto afirmar que o valor de x equivale, da medida do maior lado do retângulo ABCD, a:

 

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823576 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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O gráfico apresenta informações sobre o número total de reclamações recebidas pelo SAC de uma empresa de telefonia, em determinado dia, das 7 horas às 17 horas, horário de funcionamento desse SAC.
TOTAL ACUMULADO DE RECLAMAÇÕE RECEBIDAS
enunciado 823576-1

Com base nas informações contidas no gráfico, pode-se afirmar corretamente que, nesse dia,
 

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823570 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Considere que uma pessoa execute, rigorosamente, uma tarefa A a cada 2 dias, uma tarefa B a cada 4 dias, e uma tarefa C a cada 5 dias, e que hoje ela executará as três tarefas. Logo, de hoje até o próximo dia em que essa pessoa executar essas três tarefas em um mesmo dia, inclusive, a soma do número total de vezes em que ela terá executado a tarefa A com o número total de vezes em que ela terá executado a tarefa C será igual a
 

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823569 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Pedro e João montaram uma sociedade com certo capital, sendo que a diferença dos valores dos capitais investidos por Pedro e por João foi igual a R$ 7.850,00. Ao final de um mês do investimento, ambos dividiram o primeiro lucro em partes diretamente proporcionais aos capitais investidos, sendo R$ 52,00 a parte do lucro recebida por João e R$ 156,00 a parte do lucro recebida por Pedro. Assim, pode-se concluir corretamente que o capital total por eles investido foi de
 

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823568 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Uma máquina do modelo A fabrica 12 unidades de determinada peça em 48 minutos de funcionamento, ininterruptos. Para a fabricação de 210 unidades dessa peça, foram utilizadas 3 máquinas do modelo A, nas mesmas condições apresentadas, trabalhando ao mesmo tempo. Quando metade dessas peças foram produzidas, as 3 máquinas foram desligadas, pois uma delas apresentou defeito. Ao ser retomada a produção, apenas 2 das 3 máquinas completaram o serviço. Sendo assim, o tempo utilizado para a produção das 210 peças, desconsiderando- -se o tempo em que as máquinas ficaram paradas, foi de
 

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823564 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Há termo empregado em sentido figurado na passagem:
 

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823561 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
As informações textuais permitem concluir que
 

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823556 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
. Entende-se pelo título do texto que o urbanismo da França
 

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823552 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Urbanismo à deriva
A França se destacou durante muito tempo por sua gestão do setor da construção e do planejamento, resultado do forte compromisso do Estado e das coletividades locais, ao mesmo tempo reguladoras, construtoras, financiadoras, administradoras... Ora, há alguns anos esse sistema passou a correr riscos por causa de diversos dispositivos que, frequentemente testados sob pretexto de circunstâncias excepcionais, foram pouco a pouco banalizados, concedendo mais poder aos atores privados.
É o caso, por exemplo, da “venda no estado de consecução futura” (Vente en l’État du Futur Achèvement, Vefa). Inexistente, depois marginal no setor de moradia social, a Vefa – comumente chamada de “venda na planta” – instalou-se na esteira da crise de 2008. Em resposta à crise imobiliária, o presidente Nicolas Sarkozy solicitou aos financiadores que comprassem cerca de 30 mil imóveis construídos, mas ainda não comercializados pelos incorporadores. Dez anos depois, esse modo de construção “chave na mão” tornou-se moeda corrente no setor de habitação de aluguel moderado, até passar a representar, a cada ano, mais da metade das moradias sociais construídas na Île-de-France.
Esse processo permite aumentar, a curto prazo e em tempo recorde, o estoque de moradias disponíveis, mas, a longo prazo, gera problemas. Com a Vefa, os financiadores se veem privados de seu papel de construtores. Perdem a cultura da construção, passando a ser meros gestores de bens. Esse sistema repousa, além do mais, em uma contradição fundamental. Enquanto os financiadores devem manter suas construções, estando, portanto, muito interessados na qualidade e robustez dos materiais utilizados, os incorporadores constroem e vendem moradias pelas quais não assumem nenhuma responsabilidade. Os ganhos imediatos, em tempo e dinheiro, podem se transformar em custos adiados.
(Pierre Pastoral, “Urbanismo à deriva”. Le Monde Diplomatique Brasil, junho de 2019. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a substituição do termo destacado pelo termo dos parênteses implica alteração na regência nominal, conforme a norma-padrão.
 

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