Magna Concursos

Foram encontradas 55 questões.

Uma pessoa comprou, em uma loja atacadista, uma certa quantidade de calças por R$ 1.280,00, pagando o mesmo valor por cada peça. Se ela tivesse levado oito calças a mais, teria obtido um desconto de R$ 8,00 no preço individual de cada peça e teria pago os mesmos R$ 1.280,00. Qual foi a quantidade de calças que essa pessoa comprou?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Um grupo de 100 pessoas resolveu alugar uma chácara, por um final de semana, no valor total de R$ 1.200,00, quantia que seria dividida igualmente entre todos. Na véspera, algumas pessoas desistiram e, por causa disso, cada participante do passeio teve que pagar R$ 8,00 a mais. Nessas condições, o número de pessoas que foi para a chácara foi igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Em uma família, as idades do filho, do pai e do avô formam, nesta ordem, uma progressão geométrica. Sabe-se ainda que o produto das três idades é igual a 64.000 e que a soma das idades do pai e do avô é 120. Nessas condições, qual é a idade do pai?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O gráfico a seguir mostra o número de contratos do Fies no Brasil, em mil unidades, no período de 2010 a 2018.

enunciado 794613-1

De acordo com os dados apresentados, o período que apresentou a maior taxa de crescimento foi em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia as informações do texto a seguir.

O município brasileiro XYZ produziu 16.300 toneladas de milho na safra 1976/1977. A produtividade brasileira dessa cultura cresceu de 1.630 kg por hectare, na safra 1976/1977, para 5.400 kg por hectare, na safra 2016/2017.

Disponível em: . Acesso em:17 abr. 2019. (Adaptado).

Considerando que a produtividade do município XYZ, citado no texto, seguiu o padrão de crescimento nacional, quantas toneladas ele produziu na safra 2016/2017, na mesma área da safra 1976/1977?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o Texto 2 para responder às questões de 8 a 10.


Texto 2


enunciado 794611-1

Disponível em: . Acesso em: 17 abr. 2019.

A locução “por isso”, em “Por isso foi despedido”, tem a função de introduzir a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o Texto 2 para responder às questões de 8 a 10.


Texto 2


enunciado 794610-1

Disponível em: . Acesso em: 17 abr. 2019.

O emprego do advérbio “só”, em “Só o Renato manteve a cabeça fresca”, no terceiro quadrinho,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o Texto 2 para responder às questões de 8 a 10.


Texto 2


enunciado 794609-1

Disponível em: . Acesso em: 17 abr. 2019.

O texto está organizado de forma

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.


Texto 1


1 – Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando

2 em quando...

3 – Podes; podes empregar umas quantas figuras expressi-

4 vas, a hidra de Lerna, por exemplo, a cabeça de Medusa,

5 o tonel das Danaides, as asas de Ícaro, e outras, que ro-

6 mânticos, clássicos e realistas empregam sem afrontar,

7 quando precisam delas. Sentenças latinas, ditos históri-

8 cos, versos célebres, brocardos jurídicos, máximas, é de

9 bom aviso trazê-los contigo para os discursos de sobre-

10 mesa, de felicitação ou de agradecimento. Caveant con-

11 sules é um excelente fecho de artigo político; o mesmo di-

12 rei do Si vis pacem para bellum. Alguns costumam renovar

13 o sabor de uma citação intercalando-a numa frase nova,

14 original e bela, mas não te aconselho esse artifício: seria

15 desnaturalizar-lhe as graças vetustas. Melhor do que tudo

16 isso, porém, que afinal não passa de mero adorno, são as

17 frases feitas, as locuções convencionais, as fórmulas con-

18 sagradas pelos anos, incrustadas na memória individual e

19 pública. Essas fórmulas têm a vantagem de não obrigar os

20 outros a um esforço inútil. Não as relaciono agora, mas fá-

21 lo-ei por escrito. De resto, o mesmo ofício te irá ensinando

22 os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado.

23 Quanto à utilidade de um tal sistema, basta figurar uma hi-

24 pótese. Faz-se uma lei, executa-se, não produz efeito,

25 subsiste o mal. Eis aí uma questão que pode aguçar as

26 curiosidades vadias, dar ensejo a um inquérito pedantes-

27 co, a uma coleta fastidiosa de documentos e observações,

28 análise das causas prováveis, causas certas, causas pos-

29 síveis, um estudo infinito das aptidões do sujeito reforma-

30 do, da natureza do mal, da manipulação do remédio, das

31 circunstâncias da aplicação; matéria, enfim, para todo um

32 andaime de palavras, conceitos, e desvarios. Tu poupas

33 aos teus semelhantes todo esse imenso aranzel, tu dizes

34 simplesmente: Antes das leis, reformemos os costumes! –

35 E esta frase sintética, transparente, límpida, tirada ao pe-

36 cúlio comum, resolve mais depressa o problema, entra pe-

37 los espíritos como um jorro súbito de sol.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. V. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p. 4.

A expressão “de quando em quando...”, no enunciado “Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando em quando...”, nas linhas 1 e 2 do texto, tem a função de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 07.


Texto 1


1 – Isto é o diabo! Não poder adornar o estilo, de quando

2 em quando...

3 – Podes; podes empregar umas quantas figuras expressi-

4 vas, a hidra de Lerna, por exemplo, a cabeça de Medusa,

5 o tonel das Danaides, as asas de Ícaro, e outras, que ro-

6 mânticos, clássicos e realistas empregam sem afrontar,

7 quando precisam delas. Sentenças latinas, ditos históri-

8 cos, versos célebres, brocardos jurídicos, máximas, é de

9 bom aviso trazê-los contigo para os discursos de sobre-

10 mesa, de felicitação ou de agradecimento. Caveant con-

11 sules é um excelente fecho de artigo político; o mesmo di-

12 rei do Si vis pacem para bellum. Alguns costumam renovar

13 o sabor de uma citação intercalando-a numa frase nova,

14 original e bela, mas não te aconselho esse artifício: seria

15 desnaturalizar-lhe as graças vetustas. Melhor do que tudo

16 isso, porém, que afinal não passa de mero adorno, são as

17 frases feitas, as locuções convencionais, as fórmulas con-

18 sagradas pelos anos, incrustadas na memória individual e

19 pública. Essas fórmulas têm a vantagem de não obrigar os

20 outros a um esforço inútil. Não as relaciono agora, mas fá-

21 lo-ei por escrito. De resto, o mesmo ofício te irá ensinando

22 os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado.

23 Quanto à utilidade de um tal sistema, basta figurar uma hi-

24 pótese. Faz-se uma lei, executa-se, não produz efeito,

25 subsiste o mal. Eis aí uma questão que pode aguçar as

26 curiosidades vadias, dar ensejo a um inquérito pedantes-

27 co, a uma coleta fastidiosa de documentos e observações,

28 análise das causas prováveis, causas certas, causas pos-

29 síveis, um estudo infinito das aptidões do sujeito reforma-

30 do, da natureza do mal, da manipulação do remédio, das

31 circunstâncias da aplicação; matéria, enfim, para todo um

32 andaime de palavras, conceitos, e desvarios. Tu poupas

33 aos teus semelhantes todo esse imenso aranzel, tu dizes

34 simplesmente: Antes das leis, reformemos os costumes! –

35 E esta frase sintética, transparente, límpida, tirada ao pe-

36 cúlio comum, resolve mais depressa o problema, entra pe-

37 los espíritos como um jorro súbito de sol.

ASSIS, Machado de. Obra Completa. V. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. p. 4.

Do enunciado “De resto, o mesmo ofício te irá ensinando os elementos dessa arte difícil de pensar o pensado”, nas linhas 21 e 22, infere-se que a dificuldade do ofício de Medalhão é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas