Foram encontradas 1.977 questões.
Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.
Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
A ideia apresentada no terceiro parágrafo é a de que os cursos de formação de professores na atualidade
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.
Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
No segundo parágrafo do Texto 6, a opinião das autoras sobre o tipo de relação estabelecida entre o CNE e o MEC
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Leia a charge a seguir para responder à questão 38.

Disponível em: <https://www.englishblog.com/2014/08/cartoon-back-to-school.html#.Xle1FihKg2w>. Acesso em: 27 fev. 2020.
The sentence “If you followed me on Twitter you’d know” shows
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.
Texto 6
Mudanças na formação de professores
(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)
Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.
O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.
Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.
"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.
Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.
Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.
"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"
Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.
IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.
Em “Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil”, um sinônimo para o termo grifado seria
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According to Larsen-Freeman (2000), Suggestopedia or rather Desuggestopedia, as it has now been called to reflect the importance placed on desuggesting limitations on learning,
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Leia o Texto 5 para responder às questões 39 e 40.
Texto 5

Disponível em: <https://god-of-life.tumblr.com/image/168116925169>. Acesso em: 5 mar. 2020.
O trecho “em terra de egos”, presente no Texto 5, associado às características contextuais de sua produção, instaura o pressuposto de que
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Stephen Krashen is a well-known American linguist whose work in the field of second language acquisition theory has been very influential since the 1980s. He proposed a set of hypotheses to account for second language learning and the ‘affective filter’ is one of them. According to Krashen’s theory, the affective filter is
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Leia o Texto 5 para responder às questões 39 e 40.
Texto 5

Disponível em: <https://god-of-life.tumblr.com/image/168116925169>. Acesso em: 5 mar. 2020.
Um professor de língua portuguesa que se vê diante da possibilidade de elaborar uma atividade pedagógica com o Texto 5 precisa considerar que tal texto
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The following excerpts are titles of talks, webinars, texts or web pages related to language teaching. Read them to answer questions 33 and 34.
‘1966 and all that: a critical history of ELT’
‘Travelling back through our profession’
‘A trip down the memory lane of methodology’
‘A brief history of language teaching’
In ‘A trip down the memory lane of methodology’, the underlined group of words is
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Leia o Texto 4 para responder às questões 37 e 38. Texto 4
Nas aulas de português, muitas vezes, se desvirtua inteiramente o aspecto estranho do texto literário, a dimensão de encantamento estético do poema, quando, por exemplo, se reduz o texto a um ‘ponto de partida’ para a fixação de classificações gramaticais, desviando o olhar do aluno do encantamento que a literatura é chamada a produzir. É como se lhe tapassem os olhos, como se lhe fosse sonegada a oportunidade de desenvolver a capacidade de se emocionar, de sentir a graça possibilitada pelas analogias, pelas metáforas, pelas metonímias, e tantos outros expedientes de ‘trapacear’ a linguagem e atingir os seus ‘deslimites’. [...]
Vale a pena lembrar que a leitura de uma crônica, uma fábula, um poema pode não ter outra finalidade senão oferecer aos alunos a experiência de verem como há coisas bonitas, como há coisas interessantes escritas entre nós! Não é necessário que, a cada leitura, se vincule uma tarefa.
ANTUNES, Irandé. Território das palavras: estudo do léxico em sala de aula. São Paulo: Parábola Editorial, 2012. p. 133-134 (Adaptado).
No Texto 4, Irandé Antunes defende a ideia de que a formação do leitor literário deve ocorrer pela emoção e pelo prazer estético proporcionado por textos desse gênero. Um caminho metodológico apontado pela autora, no Texto 4, para que isso ocorra é
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