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3425518 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 7 para responder às questões de 47 a 50.

Texto 7

Enunciado 3933989-1

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020

Os elementos apresentados no Texto 7 confirmam que o gênero discursivo charge

 

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3425516 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 7 para responder às questões de 47 a 50.

Texto 7

Enunciado 3933987-1

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020

No Texto 7, a ressalva feita no segundo balão de fala relaciona-se ao seguinte provérbio:

 

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3425515 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 7 para responder às questões de 47 a 50.

Texto 7

Enunciado 3933986-1

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020

O contexto do Texto 7 indica que

 

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3425514 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 7 para responder às questões de 47 a 50.

Texto 7

Enunciado 3933985-1

Disponível em: <https://www.sar11.org.br/noticias/2020/02/charge-do-mes-de-fevereiro-2/> Acesso em: 5 mar. 2020

Considerando os estudos sobre os letramentos, a finalidade do Texto 7 é

 

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3425512 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.

Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

No trecho “Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução”, o valor da locução conjuntiva é de

 

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3425511 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.

Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

O Texto 6 caracteriza-se como um artigo de opinião porque

 

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3425510 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
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Leia o Texto 6 para responder às questões de 41 a 46.

Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

A argumentação desenvolvida no quarto parágrafo tem como característica ser

 

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3425508 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
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Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

A ideia apresentada no terceiro parágrafo é a de que os cursos de formação de professores na atualidade

 

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3425507 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
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Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

No segundo parágrafo do Texto 6, a opinião das autoras sobre o tipo de relação estabelecida entre o CNE e o MEC

 

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3425505 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: UFG
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Texto 6

Mudanças na formação de professores

(Paula Adamo Idoeta e Ligia Guimarães)

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro de 2019, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação (CNE), com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase à prática do dia a dia do ensino, e menos à teoria.

"A resolução induz os cursos [de Pedagogia e licenciaturas] a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opinou Nogueira Filho, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) — isso, por consequência, induzirá a mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, disse Nogueira Filho.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opinou Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. [O problema é que] os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que o que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

IODETA, Adamo Paula; GUIMARÃES, Ligia. Disponível em: <https://epoca.globo.com/sociedade/apos-ano-turbulento-por-que-2020-sera-decisivo-para-educacao-no-brasil-24170005>. Acesso em: 10 mar. 2022.

Em “Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil”, um sinônimo para o termo grifado seria

 

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