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Leia o caso clínico a seguir.
Paciente de 40 anos, do sexo masculino, portador de doença renal crônica secundária a GESF, em hemodiálise há dez anos, com queixa de dor óssea e prurido. Relatava dieta adequada, Estava em uso de carbonato de cálcio 2 cp no café, almoço e jantar; calcitriol 0,25 2cp/dia. Peso seco de 85 kg, Kt/V 1,0 e banho [Ca+] 3,0; trazia os seguintes exames: PTH de 790, fosfatase alcalina 462, cálcio de 9,5, fósforo de 6,7 e raio X a seguir.

Com o objetivo de melhorar o controle do distúrbio mineral e ósseo desse paciente, qual é a conduta correta?
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A vasculite sistêmica, que é caracterizada por um processo inflamatório granulomatoso necrotizante e eosinofílico, frequentemente envolvendo o trato respiratório superior, causando vasculite de pequenos e médios vasos, sendo também comumente associada à asma e eosinofilia, além de presença do anticorpo anticitoplasma dos neutrófilos (ANCA), particularmente, quando associada à glomerulonefrite, é a
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões 37 e 38.
J.C.S., do sexo masculino, de 60 anos, diabético, com doença renal crônica categoria 3b (G3b) e albuminúria categoria 3 (A3, com uma relação albumina-creatinina urinária de 700 mg/g, hipertensão e dislipidemia, retorna em consulta ambulatorial. Sua taxa de filtração glomerular estimada (eTFG) diminuiu de 57 para 44 mL/min/1,73 m2 nos últimos 10 anos. Sua pressão arterial (PA) é de 160/80 mmHg. A hemoglobina A1c (HbA1c) é 7,9%. Sódio: 131 mEq/L e potássio de 4,5 mEq/L. Ele faz uso de valsartana 40 mg/dia, amlodipino 5 mg/dia, clortalidona 25 mg/dia, metformina 1000 mg/dia e sinvastatina 20 mg/dia.
Nesse caso, o melhor próximo passo é:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões 37 e 38.
J.C.S., do sexo masculino, de 60 anos, diabético, com doença renal crônica categoria 3b (G3b) e albuminúria categoria 3 (A3, com uma relação albumina-creatinina urinária de 700 mg/g, hipertensão e dislipidemia, retorna em consulta ambulatorial. Sua taxa de filtração glomerular estimada (eTFG) diminuiu de 57 para 44 mL/min/1,73 m2 nos últimos 10 anos. Sua pressão arterial (PA) é de 160/80 mmHg. A hemoglobina A1c (HbA1c) é 7,9%. Sódio: 131 mEq/L e potássio de 4,5 mEq/L. Ele faz uso de valsartana 40 mg/dia, amlodipino 5 mg/dia, clortalidona 25 mg/dia, metformina 1000 mg/dia e sinvastatina 20 mg/dia.
A intervenção mais apropriada para reduzir o risco de progressão da DRC desse paciente é a seguinte:
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões 35 e 36.
C.A.J., do sexo masculino, de 84 anos, previamente hígido é admitido numa unidade de emergência com tosse, febre e hipoxemia. Logo após, ele evolui com desconforto respiratório importante e requer intubação endotraqueal. A radiografia de tórax mostra opacidades pulmonares bilaterais difusas. A gasometria revela PaO2 de 130 mmHg, com fração de oxigênio inspirado (FiO2) de 100%. O ecocardiograma à beira do leito mostra função sistólica ventricular esquerda normal. O swab nasofaríngeo deu positivo para influenza A.
Em quatro dias, o mesmo paciente evoluiu com piora do leucograma e hemoculturas positivas para pneumococo. Foi iniciada antibioticoterapia apropriada. Pouco depois, ele evolui com choque e é iniciado noradrenalina 0,55 mcg/kg/min e vasopressina devido à piora da hipotensão, apesar da expansão com fluidos intravenosos. O nível de creatinina do paciente aumenta de 1,0 para 4,4 mg/dL, sódio de 130, potássio de 6,5, acidose metabólica, piora da PaO₂/FiO2 e o débito urinário diminui para 5 mL/h. A equipe assistente marcou uma reunião familiar para discutir sobre o seguimento do tratamento. Considerando o exposto, qual é a melhor abordagem a ser apresentada à família?
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Leia o caso clínico a seguir para responder às questões 35 e 36.
C.A.J., do sexo masculino, de 84 anos, previamente hígido é admitido numa unidade de emergência com tosse, febre e hipoxemia. Logo após, ele evolui com desconforto respiratório importante e requer intubação endotraqueal. A radiografia de tórax mostra opacidades pulmonares bilaterais difusas. A gasometria revela PaO2 de 130 mmHg, com fração de oxigênio inspirado (FiO2) de 100%. O ecocardiograma à beira do leito mostra função sistólica ventricular esquerda normal. O swab nasofaríngeo deu positivo para influenza A.
Com base no estudo FACTT, qual deve ser o manejo do balanço hídrico em pacientes críticos?
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Leia o caso clínico a seguir.
J.K.W., do sexo masculino, de 67 anos, apresentou-se com início súbito de dor abdominal, com irradiação para o flanco direito 16 dias após a ressecção laparoscópica de um adenocarcinoma retal. História médica pregressa de um infarto do miocárdio há seis anos e disfunção ventricular esquerda sem terapia anticoagulante. O paciente estava febril. Dados laboratoriais mostraram uma creatinina sérica de 1,9 mg/dL (creatinina basal de 0,8 mg/dL – dois meses antes), DHL de 2.300 UI/L e contagem de leucócitos de 11.500/ L. O EAS não evidenciou leucocitúria, hematúria ou proteinúria, e o eletrocardiograma mostrou ritmo cardíaco irregular. A tomografia computadorizada com contraste intravenoso foi realizada. Imagem a seguir.

Nesse caso, qual o diagnóstico?
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Leia o caso clínico a seguir.
J.C.A., do sexo masculino, de 65 anos, com histórico médico de diabetes mellitus tipo 2 e hiperlipidemia, foi admitido no hospital para cirurgia eletiva de ressecção de um cisto pancreático mucinoso em expansão. Seus medicamentos caseiros incluíam canagliflozina 300 mg/dia; rosuvastatina 20 mg/dia; glicazida 5 mg, duas vezes ao dia; e sitagliptina/metformina, 50/1.000mg, duas vezes ao dia. O paciente tolerou bem o procedimento, passou bem no pós-operatório imediato e estava tolerando dieta líquida até o 3º dia de pós-operatório. A glicemia foi regulada com insulina de ação curta. Seus medicamentos ambulatoriais continuaram a ser administrados no hospital. No 4º dia de pós-operatório, o paciente estava taquipneico e taquicárdico, quando foi obtida uma gasometria arterial (conforme tabela a seguir) e administrado bolus de 50 mL de bicarbonato de sódio 8,4% e uma infusão contínua de bicarbonato de sódio 8,4%, 150 mL e água destilada 850 mL. O serviço de nefrologia foi consultado.
SANGUE | Resultado | Referência |
Hemoglobina, g/dL | 7 | 12-16 |
Leucócitos /μL Plaquetas ×10³/μL | 10 150 | 3,700-11,000 150-400 |
Sódio, mmol/L | 136 | 132-148 |
Potássio, mmol/L | 5 | 3.5-5 |
Cloro, mmol/L | 108 | 98-111 |
Creatinina, mg/dL | 1 | 0,7-1,4 |
Ureia, mg/dL | 47 | 10-45 |
Cálcio, mg/dL | 8,5 | 8,4-10,5 |
Albumina, g/dL | 3,5 | 3,5-5 |
Glicose, mg/dL | 123 | 85-100 |
Lactato | 1,7 | 0,4-1,9 |
pH PCO₂, mm Hg PO₂, mm Hg − HCO 3, mmol/L | 7,18 13 103 8,5 | 7.35-7.45 35-45 75-100 18-23 |
URINA Glicose, mg/dL Cetonas, mg/dL | >1,000 >150 | Ausente |
Nesse caso, qual a complicação metabólica do paciente?
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Leia o caso clínico a seguir.
N.R.M., do sexo feminino, de 65 anos, com histórico de diabetes mellitus, obesidade, cirrose por NASH, teve osteomielite diagnosticada há quatro semanas, foi submetida à amputação transtibial direita e está em uso de linezolina desde então. Durante a internação, evoluiu com dor abdominal, hematêmese e algumas alterações laboratoriais; negava outras queixas ou uso de medicamentos além dos prescritos: AAS 81 mg/dia, furosemida 40 mg/dia, insulina glargina 10ui/dia, levofloxacina 500 mg/dia. Ao exame físico, a temperatura corporal era de 36,5 ºC, a frequência cardíaca era de 86 BPM, a pressão arterial era de 105/53 mmHg, a frequência respiratória era de 14 RPM e a saturação de oxigênio 98%, respirando ar ambiente. Os achados do exame cardiopulmonar não foram dignos de nota. Seu abdome estava distendido com leve sensibilidade epigástrica à palpação. Não havia edema de membros inferiores. O exame neurológico foi positivo para asterixis. Os resultados da urinálise foram benignos e as hemoculturas, negativas. A tomografia computadorizada de abdome demonstrou ascite moderada e sugeriu cirrose hepática. A radiografia de tórax não revelou processo cardiopulmonar agudo.
SANGUE | Resultado | Referência |
Hemoglobina, g/dL | 6.9 | 12-16 |
Leucócitos Plaquetas ×10³/μL | 2.500 24 | 3.700-11.000 150-400 |
Sódio, mmol/L | 131 | 132-148 |
Potássio,mmol/L | 5.5 | 3.5-5 |
Cloro, mmol/L | 94 | 98-111 |
Creatinina,mg/dL | 0,6 | 0,7-1,4 |
Ureia, mg/dL | 62 | 10-45 |
Cálcio, mg/dL | 7.9 | 8,4-10,5 |
Albumina,g/dL | 2.3 | 3,5-5 |
Glicose,mg/dL | 170 | 85-100 |
TGO TGP | 7 16 | 0-45 7-40 |
pH PCO₂, mm Hg PO₂, mm Hg − HCO 3,mmol/L | 7.34 19 116 10 | 7.35-7.45 35-45 75-100 18-23 |
RNI | 1,2 | 0,8-1 |
DHL | 125 | 0-249 |
Osmolaridade sérica, mOsm/kg | 287 | 275-295 |
Lactato | 11,5 | 0,4-1,9 |
Nesse caso, qual é o diagnostico gasométrico dessa paciente?
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Leia o caso clínico a seguir.
H.A.R., do sexo masculino, de 42 anos, foi encaminhado ao nefrologista com história de episódios recorrentes de nefrolitíase sintomática. O paciente referiu eliminação espontânea de cálculos aos 25 e aos 40 anos. Há 40 dias, foi feita remoção endoscópica dos cálculos, compostos de 100% de monohidrato de oxalato de cálcio. O paciente não havia tomado nenhum medicamento ou suplementos. A investigação metabólica na apresentação revelou hipercalcemia leve e hormônio paratireoidiano intacto normal a levemente aumentado, mesmo após a reposição com 25-OH-vitamina D oral. Demais exames disponíveis na Tabela 1. O exame físico era normal. USG e cintilografia de paratireoide não evidenciaram nenhuma alteração. A FE Ca+ [fração excretória de cálcio: (cálcio urinário/cálcio plasma)/(creatinina urina/creatinina plasma)] pode ser calculada a partir dos exames abaixo. Valor de referência: FE Ca ~2%.
Sangue | Apresentação | 2 meses | Referência |
Cálcio | 10.7 | 11 | 8.4-10.2mg/dL |
Fósforo | 2.2 | 2,7 | 2.7-4.5 mg/dL |
Creatinina | 1.0 | 1.0 | 0.7-1.2 mg/dL |
PTHi | 64 | 117 | 15-65 pg/mL |
25-OH VIT D | 17 | 30 | >20 ng/mL |
URINA de 24h | |||
Citrato | 430 | 626 | 307-865 mg/d |
Oxalato | 20 | 32 | <45 mg/d |
Cálcio | 160 | 81 | <300 mg/d |
Creatinina | 1.55 | 1.69 | 0.81-2.01g/d |
Com base na história clínica e nos exames complementares, qual a principal hipótese diagnóstica?
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