Foram encontradas 60 questões.
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A interpretação pela tabela-verdade da fórmula !$ \neg (\neg p\vee q)\leftrightarrow \neg (\neg q \rightarrow p) !$ é uma:
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Patrícia, Carlos e Manuel não praticam o mesmo esporte. Patrícia ou Carlos pratica natação. Carlos e Manuel não praticam judô. Mas Manuel ou Patrícia pratica vôlei. Portanto:
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No conjunto definido por !$ A !$ = {10,11,12,13,14,15,16,17}, é verdadeiro afirmar que:
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Mário, Pedro e Antônio comeram uma pizza inteira. Mário comeu o triplo de Pedro. Antônio e Pedro comeram juntos !$ \dfrac{3}{4} !$ na pizza. Portanto, Mário e Antônio comeram o correspondente a:
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Sobre o Mozilla Firefox, em sua versão mais atualizada, analise as seguintes assertivas:
I. Não é possível limpar o cache do navegador.
II. É possível remover cookies individualmente no Firefox.
III. Não é possível definir o Firefox como navegador padrão no Windows 10.
Quais estão corretas?
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São navegadores que fazem parte da instalação do Windows 10:
I. Internet Explorer.
II. Microsoft Edge.
III. Mozilla Firefox.
Quais estão corretos?
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Utilizando o Google Chrome em sua versão mais recente, quando o ícone indicado pela seta em vermelho fica com esta cor azul, significa que:
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Em um documento do Word 2013, muitas vezes é necessário formatar um arquivo com as normas da ABNT. Uma das configurações necessárias é o espaçamento de linha e parágrafo. Em qual dos ícones abaixo é possível realizar essa formatação?
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No Excel 2013, é possível realizar diversos tipos de cálculos que facilitam nosso dia a dia. Em qual guia é possível encontrar essas possibilidades de cálculo?
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Instrução: Todas as questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Nossa imaginação precisa da literatura mais do que nunca
___Vamos partir de uma situação que grande parte de nós já vivenciou. Estamos saindo do cinema, depois de termos visto uma adaptação de um livro do qual gostamos muito. Na verdade, até que gostamos do filme também: o sentido foi mantido, a escolha do elenco foi adequada, e a trilha sonora reforçou a camada afetiva da narrativa. ............, então, sentimos que algo está fora do lugar? ___O que sempre falta em um filme sou eu. Parto dessa ideia simples e poderosa, sugerida pelo teórico Wolfgang Iser em um de seus livros, para afirmar que nunca precisamos tanto ler ficção e poesia quanto hoje, ............ nunca precisamos tanto de faíscas que ponham em movimento o mecanismo livre da nossa imaginação. Nenhuma forma de arte ou objeto cultural guarda a potência escondida por aquele monte de palavras impressas na página. ___Essa potência vem, entre outros aspectos, do tanto que a literatura exige de nós, leitores. Não falo do esforço de compreender um texto, nem da atenção que as histórias e poemas exigem de nós – embora sejam incontornáveis também. Penso no tanto que precisamos investir de nós, como sujeitos afetivos e como corpos sensíveis, para que as palavras se tornem um mundo no qual penetramos. ___Somos bombardeados todo dia, o dia inteiro, por informações. Estamos saturados de dados e de interpretações. A literatura – para além do prazer intelectual, inegável – oferece algo diferente. Trata-se de uma energia que o teórico Hans Ulrich Gumbrecht chama de “presença” e que remete a um contato com o mundo que afeta o corpo do indivíduo para além e para aquém do pensamento racional. ___Muitos eventos produzem presença, é claro: jogos e exercícios esportivos, shows de música, encontros com amigos, cerimônias religiosas e relações amorosas e sexuais são exemplos óbvios. ............, então, defender uma prática eminentemente intelectual, como a experiência literária, com o objetivo de “produzir presença”, isto é, de despertar sensações corpóreas e afetos? A resposta está, como já evoquei mais acima, na potência guardada pela ficção e a poesia para disparar ___ imaginação. Mas o que é, afinal, a imaginação, essa noção tão corriqueira e sobre a qual refletimos tão pouco? ___Proponho pensar a imaginação como um espaço de liberdade ilimitada, no qual, a partir de estímulos do mundo exterior, somos confrontados (mas também despertados) a responder com memórias, sentimentos, crenças e conhecimentos para forjar, em última instância, aquilo que faz de cada um de nós diferente dos demais. A leitura de textos literários é uma forma privilegiada de disparar esse mecanismo imenso, ........... demanda de nós todas essas reações de modo ininterrupto, exige que nosso corpo esteja ele próprio presente no espaço ficcional com que nos deparamos, sob pena de não existir espaço ficcional algum. ___Mais ainda, a experiência literária nos dá a chance de vivenciarmos possibilidades que, no cotidiano, estão fechadas ___ nós: de explorarmos essas possibilidades como se estivéssemos, de fato, presentes. E a imaginação é o palco em que a vivência dessas possibilidades é encenada, por meio do jogo entre identificações e rejeições. ___Resta pensar ............... é tão importante encenar possibilidades. Em primeiro lugar, como o escritor Bernardo Carvalho destacou recentemente, estamos vivendo uma confusão generalizada entre realidade e representação artística, em que esta última vem sofrendo sanções violentas, por se haver perdido a medida da diferença entre o real e a retomada desse real em obras artísticas. Carvalho inicia seu texto afirmando, muito acertadamente, que rejeitar ou proibir as representações ficcionais do horror que há no mundo é sintoma de um desespero – o desespero causado pela impossibilidade de eliminarmos o horror real. Além disso, diz ele mais adiante, recusar a legitimidade ou a existência de determinadas obras de arte denota o temor ___ ambivalência dos nossos próprios desejos, sentimentos e certezas. ___Aprendemos desde cedo que , para que haja vida em sociedade, não podemos pôr em prática, na vida cotidiana, toda essa ambivalência. Um dos poderes da obra de arte é, precisamente, o de oferecer uma experiência cuja própria premissa é a existência de paradoxos – afinal, a ficção cria um mundo que, fora dela, não existe, mas no qual precisamos acreditar. A imaginação entra em cena para ampliar as contradições, sem, contudo, tornar a experiência incoerente: estamos, agora, no domínio da associação livre e espontânea entre o que lemos, o que lembramos, o que sabemos e sentimos. Idealmente, ao lermos uma obra literária, não caímos na confusão entre a realidade e a representação dela, e sim nos conectamos a uma realidade cotidianamente inacessível, por meio da interação entre o que o texto propõe e a nossa imaginação. Nesta, acessamos aqueles que somos, mas também aqueles que poderíamos ser – maravilhosos ou terríveis. (Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/02/22/opinion/1519332813_987510.html - texto adaptado)
Considerando o uso do ‘porquê’, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 04, 08, 23, 32 e 39.