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Para ser feliz, de verdade, ninguém...
Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
O texto “Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa...” apresenta características da tipologia textual de base argumentativa. A seguir, têm-se exemplos de tais características, entre as quais se observa somente uma que não se enquadra nessa tipologia. Assinale a alternativa que traz essa exceção.
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Para ser feliz, de verdade, ninguém...
Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Em “ter barquinho para pescar, casinha para morar”, o sufixo diminutivo -inho(a) foi empregado pela autora para:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém...
Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Considerando-se somente o trecho “Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida”, as palavras sublinhadas:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém...
Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Em referência à significação das palavras “dinheiro” e “grana”, assinale a afirmativa exata.
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Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Quanto à relação de sentido entre as palavras “joias” e “anéis”, é correto afirmar que:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém...
Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Com base unicamente no contexto em que se insere, no trecho “casas exageradas”, o adjetivo apresenta o mesmo significado de:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Em “mas cheias de humildade por baixo delas”, observa-se a elipse do substantivo:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
No tocante ao teor do primeiro parágrafo e ao propósito de Clara Furtado, qual é a afirmativa cujo teor está incorreto com base no texto em estudo?
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Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
No trecho “para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo”, o termo em destaque faz uma referência explícita:
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Para ser feliz, de verdade, ninguém precisa necessariamente de roupas caras, conta gorda, carro importado, amigos bajuladores (falsos), joias pesadas, perfumes de minifrascos, casas exageradas, iates luxuosos, restaurantes caros com pratos minúsculos, risos falsos ou todas as “grandes coisas”.
Para ser feliz, de verdade, se consegue mesmo com as roupas mais simples, mas cheias de humildade por baixo delas, com dinheiro o suficiente para honrar os seus compromissos com dignidade e ainda sobrar uma grana para uma rodada da bebida preferida com os amigos do lado esquerdo, com um carrinho velho, mas pago e cheio de boas histórias para contar, com amigos do lado que você realmente pode contar, tendo, no dedo, mesmo como única joia, um de dois anéis de um casal realmente apaixonado, usando o perfume que você gosta e chamar atenção do mesmo jeito, só pelo resultado da mistura da fragrância com o suor de gente honesta ter sido perfeita, ter barquinho para pescar, casinha para morar, geladeira cheia e prato farto, conviver com boas e sinceras gargalhadas e ter todos os grandes detalhes da vida que são o que, no final das contas, faz a diferença.
Não é que o dinheiro seja a pior coisa do mundo. Neste mundo, ele é moeda e necessário para facilitar a vida e, se o tivermos em abundância, não é uma coisa ruim, mas o importante é entender que o que traz felicidade, realmente, não é esse tipo de abundância, é a forma como a vida é encarada e vivida, como os valores são impressos nesta mesma vida. Até pode-se ser feliz com muito dinheiro, mas é com pequenas coisas e detalhes verdadeiros e carregados de Deus que o coração pode ficar cheio e pleno. Gente rica tem mais possibilidade de ficar vazia, pela presença exagerada das grandes coisas e ausência dos detalhes.
Adaptado de FURTADO, Clara. In https://www.pensador.com/frase/OTU4NDU2/(acesso em 11/08/2021).
Entre as alternativas seguintes, aponte aquela que corresponde à ideia principal do texto em análise.
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