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4112716 Ano: 2026
Disciplina: Arquivologia
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
Segundo o Manual de Padronização e Redação dos Atos Oficiais do Estado de Santa Catarina, qual é a forma abreviada correta a ser empregada, em documentos oficiais dos municípios catarinenses, ao se referir ao cargo de marechal?
 

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4112715 Ano: 2026
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
De acordo com o Manual de Padronização e Redação dos Atos Oficiais do Estado de Santa Catarina, no requeri mento, por deferência à autoridade a quem se dirige, o requerente deve:
 

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4112714 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
No trecho “Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, assinale a alternativa correta quanto ao sujeito da forma verbal “observamos”.
 

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4112713 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
Especificamente no período “O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos” retirado do Texto 1, assinale a alternativa correta quanto à sintaxe do verbo “mostrar”:
 

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4112712 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Leitura tem queda dramática – e preocupante – pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está atingindo diversas partes do planeta – e a tendência é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito é maior para afro-americanos, pessoas com menor renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais frequência, observamos mudanças mesmo dentro desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora sênior de estatística e epidemiologia da University College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a daqueles que recorrem à literatura nos momentos de lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que, em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram “não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram 52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais: estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43 milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml

Com base no Texto 1, a análise comparativa dos dados sobre leitura no Brasil e nos EUA revela que:

 

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