Uma criança de 6 anos, moradora de uma comunidade indígena com acesso limitado à água potável e ao saneamento básico, apresenta-se na Atenção Primária à Saúde (APS) com sintomas de fadiga, tosse seca e irritabilidade há três semanas. A mãe menciona que a criança brinca nua no solo e ingere alimentos sem lavagem adequada. Ao exame, nota-se palidez cutânea, abdome distendido e presença de ruídos hidroaéreos aumentados. Exames complementares revelam anemia microcítica e aumento de eosinófilos no hemograma.
Uma gestante de 25 anos, atendida na Atenção Primária à Saúde (APS), apresenta diagnóstico de sífilis secundária confirmado por teste treponêmico reagente e título de VDRL de 1:64. A paciente refere não ter alergia à penicilina.
O esquema terapêutico inicial recomendado para prevenir a sífilis congênita é de:
O fornecimento de somatropina pelo Sistema Único de Saúde (SUS) é regido por Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDTs) que visam garantir o tratamento para pacientes com deficiências hormonais ou condições genéticas documentadas. Para a abertura de processo de solicitação deste medicamento no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), o médico deve fornecer dados auxológicos e laboratoriais precisos.
Assinale a alternativa correta de acordo com os critérios de inclusão e monitoramento vigentes.
Uma adolescente de 15 anos, com desenvolvimento puberal Tanner 4, consulta o endocrinologista pediátrico por irregularidades menstruais e expressa desejo de iniciar vida sexual ativa, solicitando orientação sobre métodos contraceptivos. Não há sinais de violência ou coação, e a paciente demonstra capacidade de compreensão.
A conduta ética inicial do médico deve priorizar a/o:
Um pediatra endocrinologista atende a uma criança de 6 meses com retardo no desenvolvimento neuropsicomotor e baixa estatura, cuja triagem neonatal havia mostrado hormônio tireoestimulante (TSH) elevado, mas sem confirmação sérica imediata pelo profissional, resultando em diagnóstico tardio de hipotireoidismo congênito e sequelas permanentes.
A responsabilidade ética e civil do médico nessa situação decorre principalmente de:
Uma criança de 5 anos é levada ao consultório de endocrinologia pediátrica por ganho de peso excessivo nos últimos 2 anos, com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima do percentil 97 nas curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), velocidade de crescimento preservada, ausência de dismorfismos ou deficiências intelectuais e história de hábitos alimentares inadequados com sedentarismo familiar.
A abordagem inicial recomendada para essa condição é:
Uma menina de 14 anos é avaliada em consulta de endocrinologia pediátrica por ausência de menarca, baixa estatura proporcional com estatura 2,5 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS), pescoço alado, implantação baixa das orelhas e coarctação da aorta detectada em ecocardiograma. Exames complementares revelam cariótipo 45, X e níveis elevados de hormônio folículo-estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH).