Uma menina de 7 anos apresenta desenvolvimento mamário Tanner 2 bilateral, aceleração do crescimento estatural e idade óssea avançada em 1,5 anos, sem pelos pubianos ou axilares evidentes. Exames laboratoriais mostram estradiol elevado, níveis basais de hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo-estimulante (FSH) pré-puberais, mas com resposta puberal ao teste de estímulo com hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH). Não há lesões detectáveis em ressonância magnética de crânio.
Essa condição, compatível com puberdade precoce central idiopática, tem como tratamento de escolha:
Uma menina de 11 anos é avaliada por baixa estatura, com estatura 2,3 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde, com velocidade de crescimento de 3,8 cm/ ano e idade óssea atrasada em 2 anos. Após exclusão de causas não endócrinas, realiza-se dosagem de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1), baixa para idade e testes de estímulo para hormônio do crescimento (GH) com resposta inadequada.
Uma criança de 3 anos é levada ao pronto-socorro com irritabilidade, vômitos, respiração acelerada e sinais de desidratação moderada. A mãe relata aumento da ingestão de líquidos e micções frequentes na última semana, atribuído ao calor excessivo, além de perda de peso não quantificada. Ao exame, apresenta glicemia capilar de 420 mg/dL, pH arterial 7,15 e cetonúria positiva.
Uma adolescente de 15 anos, com desenvolvimento puberal Tanner 4, consulta o endocrinologista pediátrico por irregularidades menstruais e expressa desejo de iniciar vida sexual ativa, solicitando orientação sobre métodos contraceptivos. Não há sinais de violência ou coação, e a paciente demonstra capacidade de compreensão.
A conduta ética inicial do médico deve priorizar a/o:
Um pediatra endocrinologista atende a uma criança de 6 meses com retardo no desenvolvimento neuropsicomotor e baixa estatura, cuja triagem neonatal havia mostrado hormônio tireoestimulante (TSH) elevado, mas sem confirmação sérica imediata pelo profissional, resultando em diagnóstico tardio de hipotireoidismo congênito e sequelas permanentes.
A responsabilidade ética e civil do médico nessa situação decorre principalmente de:
Uma criança de 5 anos é levada ao consultório de endocrinologia pediátrica por ganho de peso excessivo nos últimos 2 anos, com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima do percentil 97 nas curvas de crescimento da Organização Mundial da Saúde (OMS), velocidade de crescimento preservada, ausência de dismorfismos ou deficiências intelectuais e história de hábitos alimentares inadequados com sedentarismo familiar.
A abordagem inicial recomendada para essa condição é:
Uma menina de 14 anos é avaliada em consulta de endocrinologia pediátrica por ausência de menarca, baixa estatura proporcional com estatura 2,5 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde (OMS), pescoço alado, implantação baixa das orelhas e coarctação da aorta detectada em ecocardiograma. Exames complementares revelam cariótipo 45, X e níveis elevados de hormônio folículo-estimulante (FSH) e hormônio luteinizante (LH).