Foram encontradas 80 questões.
Em A garrafa foi preenchida pela colega, têm-se qual o voz verbal?
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
Em Estou hoje lúcido (l.23), tem-se:
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
O verbo tivesse (l.24) está flexionado em qual tempo e modo verbais?
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
Qual é a classe gramatical do vocábulo tudo (l.37)?
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
O vocábulo lealdade (l.34) é formado por derivação:
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
Qual a forma nominal do verbo vencido (l.22)?
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
O vocábulo impossivelmente (l.14) possui 3 fonemas a menos em relação ao vocábulo:
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Para responder às questões de 01 a 07, leia o texto abaixo.
Tabacaria
1 Não sou nada
2 Nunca serei nada
3 Não posso querer ser nada.
4 A parte isso, tenho em mim todos os sonhos do
5 mundo
6 Janelas do meu quarto,
7 Do meu quarto de um dos milhões do mundo que
8 ninguém sabe quem é
9 (E se soubessem quem é o que saberiam?).
10 Dais para o mistério de uma rua cruzada
11 constantemente por gente,
12 Para uma rua inacessível a todos os
13 pensamentos,
14 Real, impossivelmente real, certa.
15 desconhecidamente certa,
16 Com o mistério das coisas por baixo das pedras e
17 dos seres,
18 Com a morte a pôr humidade nas paredes e
19 cabelos brancos nos homens.
20 Com o Destino a conduzir a carroça de tudo pela
21 estrada de nada.
22 Estou hoje vencido, como se soubesse a verdade.
23 Estou hoje lúcido, como se estivesse para morrer,
24 E não tivesse mais irmandade com as coisas
25 Senão uma despedida, tornando-se esta casa e
26 este lado da rua
27 A fileira de carruagens de um comboio, e uma
28 partida apitada
29 De dentro da minha cabeça,
30 E uma sacudidela dos meus nervos e um ranger
31 de ossos na ida.
32 Estou hoje perplexo como quem pensou e achou
33 e esqueceu
34 Estou hoje dividido entre a lealdade que devo
35 A Tabacaria do outro lado da rua, como coisa real
36 por fora,
37 E à sensação de que tudo é sonho, como coisa
38 real por dentro
Autor Fernando Pessoa (adaptado).
O vocábulo lúcido (l.23) é classificado, quanto à tônica, da mesma forma que os vocábulos: I. sonho (l.37); II. sensação (l.37); III. inacessível (l. 12).
Estão INCORRETA(S):
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Um reservatório de água está quebrado e seu conteúdo está vazando lentamente Sabe-se que o reservatório é cilíndrico, com 20 m de diâmetro de base e 50 m de altura. Considerando que este reservatório estivesse cheio, e que a cada segundo vaza 1,25 litros de água, quanto tempo seria necessário para que o mesmo esvaziasse? (Utilize !$ \pi !$ = 3)
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As questões 16 e 17 se referem ao Microsoft Word 2016, em português.
não consta no arquivo de original de prova
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