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Foram encontradas 40 questões.

2363965 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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Na oração Em consonância com que expõe a lei, foi encontrada uma solução justa, a locução conjuntiva é classificada como:

 

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2363964 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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Assinale a alternativa cuja oração possui emprego incorreto da vírgula.

 

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2363963 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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Em Os alunos leram os livros, tem-se qual voz verbal?

 

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2363962 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela época. Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

A lacuna em destaque no texto pode ser preenchida por: I. por que, II. porque, III. porquê.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2363961 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupaB) e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desdeA) que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radianteC) com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela época. Mas a maioria estavaD) de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar viraE) no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

Tem-se um vocábulo classificado, gramaticalmente, como adjetivo em:

 

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2363960 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongadoA) até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentouB) de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquelaC) época. Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraçaD) caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândegaE) do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

O vocábulo contassem possui o mesmo número de fonemas que:

 

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2363959 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela época. Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

O vocábulo despir poderia ser substituído, sem alterar o sentido expresso no texto, por:

 

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2363958 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúdaI) e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar tambémII) não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela épocaIII). Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

Acerca da tonicidade dos vocábulos do texto, análise as assertivas: I. miúda - paroxítona; II. também - oxítona, III. época - proparoxítona.

Estão CORRETA(S):

 

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2363957 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela época. Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

O verbo caía está flexionado em qual tempo e modo verbais?

 

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Questão presente nas seguintes provas
2363956 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Esperança Sul-RS
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No dia em que iam matá-lo, Santiago Nasar levantou-se às 5 e 30 da manhã para esperar o barco em que chegava o bispo. Tinha sonhado que atravessava uma mata de figueiras-bravas, onde caia uma chuva miúda e branda, e por instantes foi feliz no sono, mas ao acordar sentiu-se todo borrado de caca de pássaros. "Sonhava sempre com árvores", disse-me a mãe, Plácida Linero, recordando vinte e sete anos depois os pormenores daquela segunda-feira ingrata. "Na semana anterior tinha sonhado que ia sozinho num avião de papel de estanho que voava sem tropeçar por entre as amendoeiras", disse-me. Tinha uma reputação bastante bem ganha de intérprete certeira dos sonhos alheios, desde que lhes contassem em jejum, mas não descobrira qualquer augúrio aziago nesses dois sonhos do filho, nem nos restantes sonhos com árvores que ele lhe contara nas manhãs que precederam a sua morte. Santiago Nasar também não reconheceu o presságio. Dormira pouco e mal, sem despir a roupa e acordou com dores de cabeça e com um sedimento de estribo de cobre na boca, e interpretou-os como estragos naturais da farra de casamento que se tinha prolongado até depois da meia-noite. E mais ainda, as muitas pessoas, com quem se encontrou desde que saiu de casa às 6:05 até ser despedaçado como um porco uma hora depois, recordavam-no um bocado sonolento mas de bom humor, e a todas comentou de modo fortuito que fazia um dia lindo. Ninguém tinha a certeza de ele se referir ao estado do tempo. Muita gente coincidia na recordação de que era uma manhã radiante com uma brisa marinha que chegava por entre os bananais, como era de admitir que assim fosse num bom Fevereiro daquela época. Mas a maioria estava de acordo em que fazia um tempo fúnebre, com um céu turvo e baixo e um cheiro intenso a águas paradas, e que no preciso instante da desgraça caia uma chuva miúda como a que Santiago Nasar vira no bosque do sonho. Eu estava a recompor-me da pândega do casamento no regaço apostólico de Maria Alejandrina Cervantes, e quase não acordei com o barulho dos sinos tocando a rebate, porque pensei que os tinham desatado em honra do bispo.

Autor: Gabriel Garcia Marques (adaptado).

Em No dia em que iam matá-lo, o termo sublinhado é classificado, gramaticalmente, como:

 

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