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2577538 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

A lixeira

Um dia, quando lhe perguntarem onde é que nasceu, a moça poderá responder, sorrindo: “na lixeira”. Pois realmente foi ali que a jogaram, entre cascas de banana e borra de café, para que não vivesse; e foi dali que a retiraram, viva, para que desse testemunho: até numa lixeira a vida pode começar.

O suposto nascimento anterior, num quarto, não vale para essa menina da rua Pedro América; ele se consumou na clandestinidade, a contragosto da mãe, talvez sem que o pai tivesse notícia, e mesmo sem que a mãe tivesse notícia do pai. Não era desejado, não veio precedido de amor, mas de vergonha, medo, angústia, recriminação. Quem nasce sob tais condições negativas é como se não nascesse, e a lixeira foi o instrumento providencial que ocorreu à mãe dessa menina errada, para anular, em escala individual, o efeito da explosão demográfica. Enquanto não se decide a construção de crematórios para os que acabam regularmente, aí está, para os que começam irregularmente, o incinerador do lixo doméstico. Nem seria preciso queimar a menina, com os demais detritos da casa. A morte viria logo – necessária, oportuna, benfazeja.

Mas, naquele dia, a lixeira reagiu de forma imprevista, abstendo-se de cumprir a missão que já tantas mães solteiras, desesperadas ou não, lhe confiaram. Ficou surda aos argumentos sociais, morais e econômicos que demonstram a inconveniência de salvar-se uma vida de origem equívoca e de custeio incerto. Guardou a menina como lixeira pode guardar, sem qualquer cuidado higiênico ou resquício de conforto, mas guardou-a. Não lhe abafou o chorinho com o desmoronamento de um pacote de restos de cozinha, ou a queda de uma lata vazia de pessegada sobre a cabeça. Na verdade, estimulou-a a chorar e bradar, dando-lhe ar pútrido e temperatura de fornalha, para que melhor protestasse e atraísse, pelo sofrimento revoltado, a atenção do faxineiro.

E chegou o faxineiro e tirou daquelas entranhas estranhas a recém-nascida, como o obstetra faz o parto. Estava nascendo, na porcaria, uma criança; e outro menino não nasceu, faz muito tempo, num cocho de comida de animais, no estábulo, entre o farelo e o milho? A lixeira pode fazer as vezes de maternidade, berçário moderno para a vida que quer manifestar-se de qualquer modo e não encontra outra saída. O obscuro humanitarismo, a piedade e a simpatia dessa lixeira, não salvaram, criaram a vida. Foi lá que a criança verdadeiramente nasceu, quando os seres humanos, a ordem econômica e os últimos preconceitos lhe negaram ou lhe impediram a existência.

A menina, mais tarde, poderá dizer com alegria reconhecida: “devo a vida a uma lixeira, foi nela que vim ao mundo”. E nós também devemos alguma coisa a essa lixeira: a lição de respeito à vida.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão. In Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Com adaptações.)

O advérbio é uma classe de palavras que costuma acompanhar os verbos, dando-lhes características. Ademais, também acompanham adjetivos e outros advérbios. Assinale a afirmativa em que o termo evidenciado NÃO se refere a tal classe gramatical.

 

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2577537 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

A lixeira

Um dia, quando lhe perguntarem onde é que nasceu, a moça poderá responder, sorrindo: “na lixeira”. Pois realmente foi ali que a jogaram, entre cascas de banana e borra de café, para que não vivesse; e foi dali que a retiraram, viva, para que desse testemunho: até numa lixeira a vida pode começar.

O suposto nascimento anterior, num quarto, não vale para essa menina da rua Pedro América; ele se consumou na clandestinidade, a contragosto da mãe, talvez sem que o pai tivesse notícia, e mesmo sem que a mãe tivesse notícia do pai. Não era desejado, não veio precedido de amor, mas de vergonha, medo, angústia, recriminação. Quem nasce sob tais condições negativas é como se não nascesse, e a lixeira foi o instrumento providencial que ocorreu à mãe dessa menina errada, para anular, em escala individual, o efeito da explosão demográfica. Enquanto não se decide a construção de crematórios para os que acabam regularmente, aí está, para os que começam irregularmente, o incinerador do lixo doméstico. Nem seria preciso queimar a menina, com os demais detritos da casa. A morte viria logo – necessária, oportuna, benfazeja.

Mas, naquele dia, a lixeira reagiu de forma imprevista, abstendo-se de cumprir a missão que já tantas mães solteiras, desesperadas ou não, lhe confiaram. Ficou surda aos argumentos sociais, morais e econômicos que demonstram a inconveniência de salvar-se uma vida de origem equívoca e de custeio incerto. Guardou a menina como lixeira pode guardar, sem qualquer cuidado higiênico ou resquício de conforto, mas guardou-a. Não lhe abafou o chorinho com o desmoronamento de um pacote de restos de cozinha, ou a queda de uma lata vazia de pessegada sobre a cabeça. Na verdade, estimulou-a a chorar e bradar, dando-lhe ar pútrido e temperatura de fornalha, para que melhor protestasse e atraísse, pelo sofrimento revoltado, a atenção do faxineiro.

E chegou o faxineiro e tirou daquelas entranhas estranhas a recém-nascida, como o obstetra faz o parto. Estava nascendo, na porcaria, uma criança; e outro menino não nasceu, faz muito tempo, num cocho de comida de animais, no estábulo, entre o farelo e o milho? A lixeira pode fazer as vezes de maternidade, berçário moderno para a vida que quer manifestar-se de qualquer modo e não encontra outra saída. O obscuro humanitarismo, a piedade e a simpatia dessa lixeira, não salvaram, criaram a vida. Foi lá que a criança verdadeiramente nasceu, quando os seres humanos, a ordem econômica e os últimos preconceitos lhe negaram ou lhe impediram a existência.

A menina, mais tarde, poderá dizer com alegria reconhecida: “devo a vida a uma lixeira, foi nela que vim ao mundo”. E nós também devemos alguma coisa a essa lixeira: a lição de respeito à vida.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão. In Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Com adaptações.)

Em “Mas, naquele dia, a lixeira reagiu de forma imprevista, abstendo-se de cumprir a missão que já tantas mães solteiras, desesperadas ou não, lhe confiaram.” (3º§), o termo indicado revela ideia de:

 

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2577536 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

A lixeira

Um dia, quando lhe perguntarem onde é que nasceu, a moça poderá responder, sorrindo: “na lixeira”. Pois realmente foi ali que a jogaram, entre cascas de banana e borra de café, para que não vivesse; e foi dali que a retiraram, viva, para que desse testemunho: até numa lixeira a vida pode começar.

O suposto nascimento anterior, num quarto, não vale para essa menina da rua Pedro América; ele se consumou na clandestinidade, a contragosto da mãe, talvez sem que o pai tivesse notícia, e mesmo sem que a mãe tivesse notícia do pai. Não era desejado, não veio precedido de amor, mas de vergonha, medo, angústia, recriminação. Quem nasce sob tais condições negativas é como se não nascesse, e a lixeira foi o instrumento providencial que ocorreu à mãe dessa menina errada, para anular, em escala individual, o efeito da explosão demográfica. Enquanto não se decide a construção de crematórios para os que acabam regularmente, aí está, para os que começam irregularmente, o incinerador do lixo doméstico. Nem seria preciso queimar a menina, com os demais detritos da casa. A morte viria logo – necessária, oportuna, benfazeja.

Mas, naquele dia, a lixeira reagiu de forma imprevista, abstendo-se de cumprir a missão que já tantas mães solteiras, desesperadas ou não, lhe confiaram. Ficou surda aos argumentos sociais, morais e econômicos que demonstram a inconveniência de salvar-se uma vida de origem equívoca e de custeio incerto. Guardou a menina como lixeira pode guardar, sem qualquer cuidado higiênico ou resquício de conforto, mas guardou-a. Não lhe abafou o chorinho com o desmoronamento de um pacote de restos de cozinha, ou a queda de uma lata vazia de pessegada sobre a cabeça. Na verdade, estimulou-a a chorar e bradar, dando-lhe ar pútrido e temperatura de fornalha, para que melhor protestasse e atraísse, pelo sofrimento revoltado, a atenção do faxineiro.

E chegou o faxineiro e tirou daquelas entranhas estranhas a recém-nascida, como o obstetra faz o parto. Estava nascendo, na porcaria, uma criança; e outro menino não nasceu, faz muito tempo, num cocho de comida de animais, no estábulo, entre o farelo e o milho? A lixeira pode fazer as vezes de maternidade, berçário moderno para a vida que quer manifestar-se de qualquer modo e não encontra outra saída. O obscuro humanitarismo, a piedade e a simpatia dessa lixeira, não salvaram, criaram a vida. Foi lá que a criança verdadeiramente nasceu, quando os seres humanos, a ordem econômica e os últimos preconceitos lhe negaram ou lhe impediram a existência.

A menina, mais tarde, poderá dizer com alegria reconhecida: “devo a vida a uma lixeira, foi nela que vim ao mundo”. E nós também devemos alguma coisa a essa lixeira: a lição de respeito à vida.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão. In Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Com adaptações.)

A lixeira pode fazer as vezes de maternidade, berçário moderno para a vida que quer manifestar-se de qualquer modo e não encontra outra saída.” (4º§) A expressão assinalada significa:

 

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2577535 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

A lixeira

Um dia, quando lhe perguntarem onde é que nasceu, a moça poderá responder, sorrindo: “na lixeira”. Pois realmente foi ali que a jogaram, entre cascas de banana e borra de café, para que não vivesse; e foi dali que a retiraram, viva, para que desse testemunho: até numa lixeira a vida pode começar.

O suposto nascimento anterior, num quarto, não vale para essa menina da rua Pedro América; ele se consumou na clandestinidade, a contragosto da mãe, talvez sem que o pai tivesse notícia, e mesmo sem que a mãe tivesse notícia do pai. Não era desejado, não veio precedido de amor, mas de vergonha, medo, angústia, recriminação. Quem nasce sob tais condições negativas é como se não nascesse, e a lixeira foi o instrumento providencial que ocorreu à mãe dessa menina errada, para anular, em escala individual, o efeito da explosão demográfica. Enquanto não se decide a construção de crematórios para os que acabam regularmente, aí está, para os que começam irregularmente, o incinerador do lixo doméstico. Nem seria preciso queimar a menina, com os demais detritos da casa. A morte viria logo – necessária, oportuna, benfazeja.

Mas, naquele dia, a lixeira reagiu de forma imprevista, abstendo-se de cumprir a missão que já tantas mães solteiras, desesperadas ou não, lhe confiaram. Ficou surda aos argumentos sociais, morais e econômicos que demonstram a inconveniência de salvar-se uma vida de origem equívoca e de custeio incerto. Guardou a menina como lixeira pode guardar, sem qualquer cuidado higiênico ou resquício de conforto, mas guardou-a. Não lhe abafou o chorinho com o desmoronamento de um pacote de restos de cozinha, ou a queda de uma lata vazia de pessegada sobre a cabeça. Na verdade, estimulou-a a chorar e bradar, dando-lhe ar pútrido e temperatura de fornalha, para que melhor protestasse e atraísse, pelo sofrimento revoltado, a atenção do faxineiro.

E chegou o faxineiro e tirou daquelas entranhas estranhas a recém-nascida, como o obstetra faz o parto. Estava nascendo, na porcaria, uma criança; e outro menino não nasceu, faz muito tempo, num cocho de comida de animais, no estábulo, entre o farelo e o milho? A lixeira pode fazer as vezes de maternidade, berçário moderno para a vida que quer manifestar-se de qualquer modo e não encontra outra saída. O obscuro humanitarismo, a piedade e a simpatia dessa lixeira, não salvaram, criaram a vida. Foi lá que a criança verdadeiramente nasceu, quando os seres humanos, a ordem econômica e os últimos preconceitos lhe negaram ou lhe impediram a existência.

A menina, mais tarde, poderá dizer com alegria reconhecida: “devo a vida a uma lixeira, foi nela que vim ao mundo”. E nós também devemos alguma coisa a essa lixeira: a lição de respeito à vida.

(Carlos Drummond de Andrade. Caminhos de João Brandão. In Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1988. Com adaptações.)

Considerando a expressão destacada em “(...) e foi dali que a retiraram, viva, para que desse testemunho: até numa lixeira a vida pode começar.” (1º§), é possível inferir que, para o autor, a circunstância de uma criança ter sobrevivido em uma lixeira se trata de um fato:

 

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2577534 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

“Com a perda de um filho, o enlutado não perde apenas um ser amado; mas, principalmente, tudo o que potencialmente o filho teria podido lhe dar, se tivesse vivido.”

(Melgaço, 2009.)

Sobre o luto perinatal e suas repercussões na família, cabem aos Profissionais de Saúde:

I. Perguntar se querem escolher uma roupa para o sepultamento.

II. Deixar que tirem fotos, se desejarem, pois tal fator pode ser muito importante para a elaboração do luto.

III. Oferecer aos pais a possibilidade de pegar o bebê no colo, proporcionando um momento de despedida.

IV. Crianças enlutadas precisam de adultos. O luto pode (e deve) ser compartilhado na família. Os pais podem chorar na frente dos filhos, demonstrar que estão tristes, que sentem saudades do bebê que morreu. A expressão de sentimentos por parte dos pais incentiva as crianças a se expressarem também.

Está correto o que se afirma em

 

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2577533 Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

“Às vezes você ri com as mães, às vezes você chora. Mas este é o trabalho do Agente Comunitário de Saúde: tem que rir com os que riem e chorar com os que choram. Mas também deve ter ética profissional. Quando eu converso com uma dona de casa e ela tem aquela confiança e conta a vida dela pra mim, não posso ir contar o que ouvi pra outra vizinha; tenho que ter ética profissional.”

(V.X.S. Agente Comunitária de Saúde em Padre Bernardo, Entorno do DF. Adaptado.)

Em relação à ética profissional do Agente Comunitário de Saúde (ACS), assinale o INCORRETO.

 

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2577532 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

“O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda causa de óbitos no mundo e a principal causa de incapacidade em adultos. Esta incapacidade retira do mercado de trabalho milhares de pessoas, ocasionando um impacto social bastante significativo, pois, aproximadamente, 75% das vítimas não fatais do AVC jamais retornam às suas atividades profissionais. Sabe-se que 30 a 40% ficam dependentes do familiar ou cuidador, normalmente acamados, e 34% tem demência em um ano, com dificuldade de memória, raciocínio ou esquecimento. A Organização Mundial do AVC divulga dados alarmantes: a cada 6 segundos, independente da idade ou sexo, alguém em algum lugar do mundo morre de AVC.”

(Disponível em: https://www.acaoavc.org.br/pacientes-e-familiares/oavc/ o-que-e-o-avc/o-que-e-o-avc-acidente-vascular-cerebral.)

São considerados os principais sinais de alerta para quaisquer tipos de Acidente Vascular Cerebral (hemorrágico ou isquêmico), EXCETO:

 

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2577531 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

“Não podemos deixar de buscar as vacinas disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). São mais de 20 vacinas disponibilizadas nas salas de vacinação do SUS, com recomendações e orientações específicas para crianças, adolescentes, adultos, gestantes, idosos e indígenas. Vacinar é um ato de amor. Não vamos deixar que doenças já erradicadas no Brasil voltem a assombrar as nossas crianças. Lembrem-se que a saúde é uma responsabilidade de todos nós. Mantenham o cartão de vacinas atualizado.”

(Calendário Nacional de Vacinação. Ministério da Saúde.)

A vacina BCG (1) atua na prevenção das seguintes doenças:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2577530 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

“A territorialização é um dos pressupostos básicos do trabalho do Programa de Saúde da Família.”

(O território no Programa de Saúde da Família. HYGEIA, Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde.)

Podemos afirmar que a microárea se refere a:

 

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2577529 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Ervália-MG

De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica, considerando as atribuições comuns a todos os membros, inclusive dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), analise as afirmativas a seguir.

I. Atuar no processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos, inclusive os relativos ao trabalho, e da atualização contínua dessas informações, priorizando as situações a serem acompanhadas no planejamento local.

II. Efetuar busca ativa e notificação de doenças e agravos de notificação compulsória e de demais agravos e situações de importância local.

III. Articular a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar, assim, o controle social.

IV. Realizar o cuidado à saúde da população adscrita, preferencialmente no âmbito escolar, associações; e, posteriormente, em Unidades Básicas de Saúde.

Está correto o que se afirma apenas em

 

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