Foram encontradas 40 questões.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Educação do Século XXI
Por Graziela Balardim
01 A figura do professor mudou muito ao longo das décadas. Ele não é mais visto como alguém
02 que detém todo o conhecimento disponível na área em que atua. Tampouco é preciso que o aluno
03 passe horas na biblioteca com uma pilha de livros para que encontre o que busca. Na educação do
04 século XXI, o conhecimento está fora da redoma.
05 Eis o grande desafio dos professores e das escolas dos novos tempos: assimilar as
06 transformações; criar métodos para atrair a atenção dos estudantes; e agregar conhecimento a
07 eles, oferecendo algo além do que eles poderiam obter na internet.
08 Diversas instituições educacionais, em todos os níveis, já se deram conta da falta de
09 sincronia da antiga metodologia de ensino com os novos tempos. Na busca pela transição para um
10 modelo mais aderente educação do século XXI, novas formas de se transmitir informação
11 estão sendo pesquisadas e testadas.
12 Uma nova maneira de se ensinar, sobre qual os pesquisadores têm se debruçado, é a
13 construção coletiva do conhecimento. Mais do que um termo presente em teses e artigos
14 acadêmicos, ela é um fenômeno que já se observa na internet há mais de uma década. Nela, as
15 informações se complementam, se aprimoram. Tudo fica disposição de todos, para consumir
16 ou agregar. O site Wikipédia é um bom exemplo disso.
17 O fenômeno demonstra uma quebra de paradigma, pois abandona a ideia de que
18 conhecimento é poder, de que o poder está com quem o detém, e de que não deve, portanto, ser
19 compartilhado. A aplicação de um formato de construção coletiva do conhecimento em instituições
20 de ensino seria uma forma de incluir o aluno no processo de ensino-aprendizagem, valorizando o
21 conhecimento que ele já traz.
22 Na nova concepção, o estudante não é apenas o receptor de informações, mas também
23 um ator ativo da construção delas. É um cenário no qual todos ensinam e todos aprendem. A
24 informação não é hierarquizada, e sim produzida de forma horizontal.
25 Outro modelo que também está em sintonia com a educação do século XXI, e que é bastante
26 similar ao anterior, é o aprendizado ativo. Nele, a participação do aluno é instigada pelo professor
27 que conduz a aula. Há um rompimento total daquilo que o antropólogo e escritor Darcy Ribeiro
28 alcunhou de “pacto da mediocridade”, no qual o professor finge que ensina enquanto o aluno finge
29 que aprende. No método ativo, a ideia não é que o aluno escute e anote, e sim que ele interaja,
30 critique, escreva, faça. O processo não acontece sem o engajamento dele.
31 Em uma época em que há tanta abundância de informação, é impensável a ideia de que o
32 estudante chega em sala de aula vazio. Ele também traz conhecimento, então tem a necessidade
33 de interagir, agregar, fazer parte do processo. Para se fazer um ensino alinhado à educação do
34 século XXI, é importante o entendimento de que o aluno de hoje não se conforma em apenas
35 absorver conteúdo, ele também quer colocá-lo para fora. É uma grande mudança de mentalidade
36 em relação à forma de se ensinar de outros tempos, mas a capacidade de adaptação é a chave do
37 sucesso.
(Disponível em: https://www.clipescola.com/educacao-do-seculo-xxi/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 10, 12 e 15.
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Sobre o ensino fundamental, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN).
I. O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, assegurada às comunidades indígenas a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem.
II. O estudo sobre os símbolos nacionais será incluído como tema transversal nos currículos do ensino fundamental.
III. A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos quatro horas de trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressivamente ampliado o período de permanência na escola.
IV. Os sistemas de ensino ouvirão entidade civil, constituída pelas diferentes denominações religiosas, para a definição dos conteúdos do ensino religioso.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Eldorado do Sul-RS
Instrução: As questões de números 36 a 40 podem se referir ao texto abaixo; consulte-o, se necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Quando me pedem conselho para ser escritor, eu respondo: sejam professores.
01 ___ s vezes, quando me pedem conselhos para se tornar escritor, respondo: seja um
02 professor de escola pública do ensino básico. Eu sei que nem todo mundo que quer escrever tem
03 talento para o magistério, mas seria bom. Uma sala de aula com crianças e pré-adolescentes lhe
04 prepara não só para a literatura, mas também para a vida. Experimente passar duas horas por
05 dia dando aula para um sexto ano. Sua visão de como resolver conflitos e enredos vai mudar
06 radicalmente. Acredite.
07 Lecionar lhe ensina a não guardar mágoas, porque um professor tem tudo para ser um
08 ressentido, mas não é. Um professor aprende a perdoar aquelas situações mais irritantes: perdoa
09 quando é interrompido cinco vezes por conversas paralelas no meio da explicação. Perdoa
10 quando ainda na mesma explicação sobre redação alguém levanta a mão e faz uma pergunta
11 aleatória: “Professor, quantos anos o senhor tem?”. Perdoa quando você está no seu melhor
12 momento, explicando a guerra na Ucrânia, e um aluno levanta a mão efusivamente e você acha
13 que ele fará um comentário ou tratará de uma questão que os levará a um patamar mais
14 profundo da discussão, mas não. Era só para perguntar se pode ir ao banheiro mesmo.
15 Sim, os professores são duros na queda, porque eles perdoam aquela volta do recreio,
16 com os alunos suados e agitados e aquele jeito de “ninguém está interessado na sua aula sobre
17 tempos verbais, professor”. Perdoam quando os alunos querem tirar dúvidas sobre o conteúdo
18 no meio de uma avaliação, mesmo que você tenha feito 438 revisões antes da prova, mas
19 ninguém estava prestando atenção.
20 Os professores perdoam, porque os alunos também sabem perdoar nossas falhas. E há
21 momentos bonitos, quando os alunos acreditam no que estamos dizendo, mesmo quando não
22 estamos bem. E essa é a mágica da educação: quando os conhecimentos entre vocês se
23 conciliam. Quando vocês se percebem. Colegas, não se enganem: alunos são especialistas em
24 professores. Eles estão lá, todos dias, observando-o. E reconhecem quando um professor é bom.
25 Reconhecem, do jeito deles, mas reconhecem. A sala de aula é literatura.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Sobre Literatura, avalie as assertivas que seguem, conforme nos ensina Abaurre:
I. Nos textos literários, predomina o sentido denotativo, quando as palavras são tomadas em seu sentido literal, ‘básico’, que pode ser apreendido sem a ajuda do contexto.
II. Gênero literário é o termo utilizado para denominar um conjunto de obras que apresentam características semelhantes de forma e de conteúdo.
III. São exemplos de movimentos literários: narrativo, lírico e dramático.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 36 a 40 podem se referir ao texto abaixo; consulte-o, se necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Quando me pedem conselho para ser escritor, eu respondo: sejam professores.
01 ___ s vezes, quando me pedem conselhos para se tornar escritor, respondo: seja um
02 professor de escola pública do ensino básico. Eu sei que nem todo mundo que quer escrever tem
03 talento para o magistério, mas seria bom. Uma sala de aula com crianças e pré-adolescentes lhe
04 prepara não só para a literatura, mas também para a vida. Experimente passar duas horas por
05 dia dando aula para um sexto ano. Sua visão de como resolver conflitos e enredos vai mudar
06 radicalmente. Acredite.
07 Lecionar lhe ensina a não guardar mágoas, porque um professor tem tudo para ser um
08 ressentido, mas não é. Um professor aprende a perdoar aquelas situações mais irritantes: perdoa
09 quando é interrompido cinco vezes por conversas paralelas no meio da explicação. Perdoa
10 quando ainda na mesma explicação sobre redação alguém levanta a mão e faz uma pergunta
11 aleatória: “Professor, quantos anos o senhor tem?”. Perdoa quando você está no seu melhor
12 momento, explicando a guerra na Ucrânia, e um aluno levanta a mão efusivamente e você acha
13 que ele fará um comentário ou tratará de uma questão que os levará a um patamar mais
14 profundo da discussão, mas não. Era só para perguntar se pode ir ao banheiro mesmo.
15 Sim, os professores são duros na queda, porque eles perdoam aquela volta do recreio,
16 com os alunos suados e agitados e aquele jeito de “ninguém está interessado na sua aula sobre
17 tempos verbais, professor”. Perdoam quando os alunos querem tirar dúvidas sobre o conteúdo
18 no meio de uma avaliação, mesmo que você tenha feito 438 revisões antes da prova, mas
19 ninguém estava prestando atenção.
20 Os professores perdoam, porque os alunos também sabem perdoar nossas falhas. E há
21 momentos bonitos, quando os alunos acreditam no que estamos dizendo, mesmo quando não
22 estamos bem. E essa é a mágica da educação: quando os conhecimentos entre vocês se
23 conciliam. Quando vocês se percebem. Colegas, não se enganem: alunos são especialistas em
24 professores. Eles estão lá, todos dias, observando-o. E reconhecem quando um professor é bom.
25 Reconhecem, do jeito deles, mas reconhecem. A sala de aula é literatura.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
luz do que nos diz Bechara, quanto à estrutura e formação de palavras da Língua Portuguesa e a aspectos relacionados ao conceito de fonemas e relações entre fonemas e grafias, afirma-se que:
I. Fonema é uma unidade fonológica que existe no plano abstrato, ao passo que o fone é sua realização articulatória, percebida pelo nosso aparelho auditivo; letra é o sinal empregado para representar, na escrita, o sistema sonoro de uma língua.
II. Não há identidade perfeita, muitas vezes, entre os fonemas e a maneira de representá-los na escrita, o que nos leva facilmente a perceber a impossibilidade de uma ortografia ideal, entendida como a representação gráfica de um fonema por uma só e única letra.
III. Na estrutura das palavras, os morfemas derivativos e flexionais se distribuem quanto ao aspecto formal, pelos seguintes tipos, conforme ocorrem por acréscimo (aditivos), por subtração (subtrativos) e por alternância (modificativos).
IV. São elementos mórficos: o radical, as desinências, o tema e os afixos.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 36 a 40 podem se referir ao texto abaixo; consulte-o, se necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Quando me pedem conselho para ser escritor, eu respondo: sejam professores.
01 ___ s vezes, quando me pedem conselhos para se tornar escritor, respondo: seja um
02 professor de escola pública do ensino básico. Eu sei que nem todo mundo que quer escrever tem
03 talento para o magistério, mas seria bom. Uma sala de aula com crianças e pré-adolescentes lhe
04 prepara não só para a literatura, mas também para a vida. Experimente passar duas horas por
05 dia dando aula para um sexto ano. Sua visão de como resolver conflitos e enredos vai mudar
06 radicalmente. Acredite.
07 Lecionar lhe ensina a não guardar mágoas, porque um professor tem tudo para ser um
08 ressentido, mas não é. Um professor aprende a perdoar aquelas situações mais irritantes: perdoa
09 quando é interrompido cinco vezes por conversas paralelas no meio da explicação. Perdoa
10 quando ainda na mesma explicação sobre redação alguém levanta a mão e faz uma pergunta
11 aleatória: “Professor, quantos anos o senhor tem?”. Perdoa quando você está no seu melhor
12 momento, explicando a guerra na Ucrânia, e um aluno levanta a mão efusivamente e você acha
13 que ele fará um comentário ou tratará de uma questão que os levará a um patamar mais
14 profundo da discussão, mas não. Era só para perguntar se pode ir ao banheiro mesmo.
15 Sim, os professores são duros na queda, porque eles perdoam aquela volta do recreio,
16 com os alunos suados e agitados e aquele jeito de “ninguém está interessado na sua aula sobre
17 tempos verbais, professor”. Perdoam quando os alunos querem tirar dúvidas sobre o conteúdo
18 no meio de uma avaliação, mesmo que você tenha feito 438 revisões antes da prova, mas
19 ninguém estava prestando atenção.
20 Os professores perdoam, porque os alunos também sabem perdoar nossas falhas. E há
21 momentos bonitos, quando os alunos acreditam no que estamos dizendo, mesmo quando não
22 estamos bem. E essa é a mágica da educação: quando os conhecimentos entre vocês se
23 conciliam. Quando vocês se percebem. Colegas, não se enganem: alunos são especialistas em
24 professores. Eles estão lá, todos dias, observando-o. E reconhecem quando um professor é bom.
25 Reconhecem, do jeito deles, mas reconhecem. A sala de aula é literatura.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à frase: “ninguém está interessado na sua aula sobre tempos verbais, professor” (l. 16-17) e considerando os conceitos preconizados por Cegalla a respeito de termos que constituem a oração, avalie as assertivas que seguem:
I. O termo em negrito é um sujeito indeterminado, representado por um pronome indefinido.
II. O termo ‘professor’ é um vocativo, usado para chamar ou interpelar a pessoa a que nos dirigimos.
III. ‘interessado’, ‘sua’ e ‘tempos’ funcionam como adjuntos adnominais.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 36 a 40 podem se referir ao texto abaixo; consulte-o, se necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Quando me pedem conselho para ser escritor, eu respondo: sejam professores.
01 ___ s vezes, quando me pedem conselhos para se tornar escritor, respondo: seja um
02 professor de escola pública do ensino básico. Eu sei que nem todo mundo que quer escrever tem
03 talento para o magistério, mas seria bom. Uma sala de aula com crianças e pré-adolescentes lhe
04 prepara não só para a literatura, mas também para a vida. Experimente passar duas horas por
05 dia dando aula para um sexto ano. Sua visão de como resolver conflitos e enredos vai mudar
06 radicalmente. Acredite.
07 Lecionar lhe ensina a não guardar mágoas, porque um professor tem tudo para ser um
08 ressentido, mas não é. Um professor aprende a perdoar aquelas situações mais irritantes: perdoa
09 quando é interrompido cinco vezes por conversas paralelas no meio da explicação. Perdoa
10 quando ainda na mesma explicação sobre redação alguém levanta a mão e faz uma pergunta
11 aleatória: “Professor, quantos anos o senhor tem?”. Perdoa quando você está no seu melhor
12 momento, explicando a guerra na Ucrânia, e um aluno levanta a mão efusivamente e você acha
13 que ele fará um comentário ou tratará de uma questão que os levará a um patamar mais
14 profundo da discussão, mas não. Era só para perguntar se pode ir ao banheiro mesmo.
15 Sim, os professores são duros na queda, porque eles perdoam aquela volta do recreio,
16 com os alunos suados e agitados e aquele jeito de “ninguém está interessado na sua aula sobre
17 tempos verbais, professor”. Perdoam quando os alunos querem tirar dúvidas sobre o conteúdo
18 no meio de uma avaliação, mesmo que você tenha feito 438 revisões antes da prova, mas
19 ninguém estava prestando atenção.
20 Os professores perdoam, porque os alunos também sabem perdoar nossas falhas. E há
21 momentos bonitos, quando os alunos acreditam no que estamos dizendo, mesmo quando não
22 estamos bem. E essa é a mágica da educação: quando os conhecimentos entre vocês se
23 conciliam. Quando vocês se percebem. Colegas, não se enganem: alunos são especialistas em
24 professores. Eles estão lá, todos dias, observando-o. E reconhecem quando um professor é bom.
25 Reconhecem, do jeito deles, mas reconhecem. A sala de aula é literatura.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação ao uso da crase, da preposição ‘a’ e do verbo ‘haver’, avalie as assertivas que seguem, à luz do que nos diz Bechara (2019), assinalando V, se verdadeiro, ou F, se falso.
( ) Na linha 01, a expressão ‘ s vezes’ ocorre crase visto tratar-se de uma locução adverbial constituída de substantivo feminino plural.
( ) Na linha 08, em ‘a perdoar’, o uso da crase é proibido, visto que o uso da crase é proibido diante de verbos no infinitivo.
( ) Na linha 20, o uso de ‘há’ está adequado, visto que ocorre indicação de tempo, seja presente, passado ou futuro. Não seria possível o uso de ‘a’ preposição, pois, nesse caso, inferiria-se a ideia de tempo passado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções CoordenativasConjunções coordenativas adversativas
Instrução: As questões de números 36 a 40 podem se referir ao texto abaixo; consulte-o, se necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
Quando me pedem conselho para ser escritor, eu respondo: sejam professores.
01 ___ s vezes, quando me pedem conselhos para se tornar escritor, respondo: seja um
02 professor de escola pública do ensino básico. Eu sei que nem todo mundo que quer escrever tem
03 talento para o magistério, mas seria bom. Uma sala de aula com crianças e pré-adolescentes lhe
04 prepara não só para a literatura, mas também para a vida. Experimente passar duas horas por
05 dia dando aula para um sexto ano. Sua visão de como resolver conflitos e enredos vai mudar
06 radicalmente. Acredite.
07 Lecionar lhe ensina a não guardar mágoas, porque um professor tem tudo para ser um
08 ressentido, mas não é. Um professor aprende a perdoar aquelas situações mais irritantes: perdoa
09 quando é interrompido cinco vezes por conversas paralelas no meio da explicação. Perdoa
10 quando ainda na mesma explicação sobre redação alguém levanta a mão e faz uma pergunta
11 aleatória: “Professor, quantos anos o senhor tem?”. Perdoa quando você está no seu melhor
12 momento, explicando a guerra na Ucrânia, e um aluno levanta a mão efusivamente e você acha
13 que ele fará um comentário ou tratará de uma questão que os levará a um patamar mais
14 profundo da discussão, mas não. Era só para perguntar se pode ir ao banheiro mesmo.
15 Sim, os professores são duros na queda, porque eles perdoam aquela volta do recreio,
16 com os alunos suados e agitados e aquele jeito de “ninguém está interessado na sua aula sobre
17 tempos verbais, professor”. Perdoam quando os alunos querem tirar dúvidas sobre o conteúdo
18 no meio de uma avaliação, mesmo que você tenha feito 438 revisões antes da prova, mas
19 ninguém estava prestando atenção.
20 Os professores perdoam, porque os alunos também sabem perdoar nossas falhas. E há
21 momentos bonitos, quando os alunos acreditam no que estamos dizendo, mesmo quando não
22 estamos bem. E essa é a mágica da educação: quando os conhecimentos entre vocês se
23 conciliam. Quando vocês se percebem. Colegas, não se enganem: alunos são especialistas em
24 professores. Eles estão lá, todos dias, observando-o. E reconhecem quando um professor é bom.
25 Reconhecem, do jeito deles, mas reconhecem. A sala de aula é literatura.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
De acordo com o que dispõe Koch (2010), avalie as assertivas a respeito dos conectores ‘mas também’ (l. 04), ‘mas’ (l. 18) e ‘porque’ (l. 20):
I. ‘mas também’ é um operador argumentativo, que estabelece uma relação de conjunção, ligando enunciados que constituem argumentos para uma mesma conclusão.
II. O conector ‘mas’ é um exemplo de contrajunção, através da qual se contrapõem enunciados de orientação argumentativas diferentes, em que a ideia que prevalece é a do enunciado introduzido pelo citado operador.
III. O operador ‘porque’ introduz um enunciado de valor conclusivo em relação a dois (ou mais) atos de fala anteriores que contém as premissas.
Quais estão corretas?
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Sobre a interdisciplinaridade, analise as assertivas abaixo:
I. É um conceito que busca a intersecção entre conteúdos de duas ou mais disciplinas para permitir que o aluno elabore uma visão mais ampla a respeito dessas temáticas.
II. A prática interdisciplinar procura romper com padrões tradicionais que priorizam a construção do conhecimento de maneira fragmentada, revelando pontos em comum e favorecendo análises críticas a respeito das diversas abordagens para um mesmo assunto.
III. Seu principal objetivo é conferir ferramentas para enriquecer a visão de mundo dos alunos.
Quais estão corretas?
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A metodologia ____________________ é um dos modelos de Ensino Híbrido que se tornou bastante popular durante a pandemia, por proporcionar uma adaptabilidade mais fácil em razão do isolamento social.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
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De acordo com Moran, desafios e atividades podem ser dosados, planejados e acompanhados e avaliados com o apoio de tecnologias. Esses desafios bem planejados contribuem para mobilizar as competências desejadas que almejamos em nossos estudantes, tais como, EXCETO:
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