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Foram encontradas 40 questões.

2934701 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
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“No final dos anos 1910, o movimento operário ganhou muito destaque na sociedade e na imprensa. Mas as lutas operárias no Brasil começaram bem antes: não podemos esquecer as lutas de operários brasileiros negros e mulatos, muitos deles ex-escravos, travadas desde o fim do século XIX. Os trabalhadores dos principais portos brasileiros, como Rio de Janeiro e Santos, organizaram greves historicamente importantes. Portanto, é preciso tomar cuidado com o mito historiográfico que considera a imigração e o anarcosindicalismo trazido pelos imigrantes (italianos e espanhóis principalmente) como os responsáveis pelo 'nascimento das lutas operárias organizadas no Brasil'. Contudo é inegável que os imigrantes europeus deram força para um movimento operário mais radical e combativo.” (NAPOLITANO, 2016, p. 77).

Sobre o Movimento Operário referenciado na citação acima, assinale a alternativa CORRETA
 

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2934700 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
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“No início do século XX, os regulamentos internos das fábricas definem as modalidades do exercício do poder e traduzem a tentativa de universalização da racionalidade burguesa. Desempenham um papel fundamental na constituição das relações de dominação no interior da unidade produtiva: impõem regras de conduta, instauram códigos de penalidade, de punições e prêmios, de modo a gerirem nos mínimos detalhes todos os movimentos dos trabalhadores” (RAGO, 1985, p.23).
Considerando o tema da fábrica e o cotidiano dos trabalhadores referenciado na citação acima, assinale a alternativa CORRETA.
 

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2934699 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
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“Assistia-se à transformação do espaço público, do modo da vida e da mentalidade carioca. Quatro princípios fundamentais regeram o transcurso dessa metamorfose: a condenação dos hábitos e costumes ligados pela memória à sociedade tradicional; a negação de todo e qualquer elemento de cultura popular que pudesse macular a imagem civilizada da sociedade dominante; uma política rigorosa de expulsão dos grupos populares da área central da cidade (derrubada dos cortiços), que será praticamente isolada para o desfrute exclusivo das camadas aburguesadas; e um cosmopolitismo agressivo, profundamente identificado com a vida parisiense”(SEVCENKO, 1997, p. 30),

Sobre a Regeneração ocorrida no Rio de Janeiro no começo do século XX, é CORRETO afirmar:
 

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2934698 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
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“Para vencer as epidemias comuns nas cidades brasileiras, como febre amarela, varíola e cólera, a palavra de ordem era higienização das ruas e das pessoas. Para atingir seu objetivo, o Presidente Rodrigues Alves buscou disciplinar os espaços e as pessoas, sobretudo, os pobres que eram considerados pelas elites e autoridades como culpados pelas doenças” (NAPOLITANO, 2016, p.32). Após identificar a legitimidade das sentenças sobre a atuação governamental no início da República no Brasil, com o objetivo de derrotar as epidemias, assinale a alternativa que apresenta a resposta CORRETA.

I- Na luta contra as epidemias, a disciplinarização dos espaços e das pessoas dos pobres ocorreu apenas na cidade do Rio de Janeiro, capital do país no período, por isso, as epidemias só foram controladas na cidade do Rio de Janeiro.
II- Para derrotar as epidemias, a imprensa realizava uma campanha ampla de esclarecimento sobre a importância da vacinação em massa contra febre amarela, varíola e cólera.
III- O Presidente Rodrigues Alves era contra a vacinação da população por acreditar que a vacina “colocava a doença dentro do corpo” e, por isso, defendia a sangria para expulsar as doenças do corpo e a higienização dos espaços.
IV- A falta de vacina gratuita contribuía para o maior índice de mortalidade entre a população pobre o que culminava em movimentos populares contra o governo.
V- As autoridades governamentais, com a justificativa de vencer as epidemias, expulsaram majoritariamente os pobres do centro da cidade, que passaram a morar nas periferias, levando ao surgimento das chamadas favelas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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2934697 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Dona Inês-PB
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A imagem exposta a seguir, extraída da capa da Revista Tagarela de 25 de agosto de 1904, apresenta um suposto diálogo entre a febre amarela, a peste bubônica e a varíola. Sobre as medidas sanitaristas adotadas por Oswaldo Cruz naquele período.


Enunciado 2934697-1


Analise as proposições:

I- Oswaldo Cruz conseguiu acabar com as epidemias, após estabelecer uma campanha, na qual se pagava pelos ratos que eram entregues à secretária de saúde e conseguir vacinar toda população contra varíola após a obrigatoriedade da vacina.
II- A crítica à vacina obrigatória contra a varíola não foi aceita pela população, porque algumas pessoas vacinadas desenvolveram características de animais, já que a vacina era produzida a partir das vacas.
III- Oswaldo Cruz organizou uma campanha de saneamento básico na cidade do Rio de Janeiro. Dentre os objetivos da campanha, estava o combate aos ratos (para combater a peste bubônica), ao mosquito Aeds Egypt (para combate da febre amarela) e a instituição da vacinação obrigatória contra a varíola.
IV- Oswaldo Cruz conseguiu eliminar totalmente o mosquito Aeds Egypt, que reapareceu no final do século XX, apesar do negacionismo do presidente Rodrigues Alves que impediu a consolidação das ideias de Oswaldo Cruz. provocando a morte de centenas de pessoas no Brasil.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
 

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TEXTO V


Enunciado 2932699-1



Disponível em: <http://blogdadonarita.blogspot.com/2013/03/placas-engracadas-exercicio-de-coesao-e.html>. Acesso em: 14 jul. 2023.

A informação vinculada na placa se constrói sob a forma de um período composto por coordenação:
’’ O bar do Fritz Joinville no momento não está aberto porque está fechado ’’
A oração em destaque transmite a ideia de:
 

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TEXTO V


Enunciado 2932698-1



Disponível em: <http://blogdadonarita.blogspot.com/2013/03/placas-engracadas-exercicio-de-coesao-e.html>. Acesso em: 14 jul. 2023.

Sobre o Texto V, todas as assertivas estão corretas, EXCETO:
 

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TEXTO IV
Desde muito cedo, tenho verdadeiro horror à condescendência
Já dizia Lima Barreto, a capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori
Djamila Ribeiro
Mestre em filosofia política pela Unifesp e coordenadora da coleção de livros Feminismos Plurais.
Desde muito cedo, mesmo sem saber dar nome, tenho verdadeiro horror à condescendência. Eu me lembro de ficar irritada com professoras que passavam a mão na minha cabeça quando eu levantava a mão para responder a alguma pergunta por julgarem que eu não saberia a resposta.
Essas situações foram se repetindo ao longo da minha adolescência e vida adulta. "Nossa, ela é inteligente", "uau, ela realmente sabe o que diz", sempre com uma expressão de espanto. Nem sempre aplausos significam admiração. Muitas vezes são a expressão de surpresa por parte de pessoas que julgavam que você não seria capaz.
O escritor Lima Barreto já disse: “A capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori”. Há alguns anos, encontrei alguns colegas brancos durante uma viagem a Nova York e, em todas as ocasiões em que estivemos juntos, eles não me deixavam falar com as pessoas nos locais onde estivemos. No restaurante, queriam traduzir os meus pedidos. Nas lojas, me explicavam exaustivamente o que era cada produto. Na rua, passavam à minha frente sempre dispostos a me ajudar na comunicação.
Num dado momento, eu disse que falava inglês perfeitamente, não precisava de ajuda e que, caso necessitasse, eu pediria. Eu já dei várias palestras em inglês, e eles sabiam disso, mas mesmo assim seguiram agindo dessa forma.
A condescendência é ofensiva porque quem a comete se julga superior. Uma coisa é ajudar quem de fato precisa ou pediu ajuda, outra coisa é não se conformar em tratar o outro como igual, pois isso ofende suas crenças limitantes.
Pessoas que naturalizaram o lugar de submissão para pessoas negras, ou que passaram a vida sendo servidos por elas, não conseguem lidar quando veem uma que não está naquele lugar. Então, agir de modo condescendente é reafirmar esse lugar de superioridade, é amenizar o desconforto por ver uma pessoa negra em seu lugar de humanidade.
Outro lado horroroso é julgar que sempre é necessário elogiar o trabalho de uma pessoa negra. Uma coisa é desrespeitar, ser grosseiro e racista ao avaliar um trabalho, o que infelizmente acontece muito. Outra é colocar em um lugar de não poder criticar, pois isso é infantilizar a pessoa negra.
Todos os trabalhos são passíveis de críticas, desde que bem-feitas, e tratar o trabalho de pessoas negras como algo sempre incrível beira o ridículo.
Uma vez, para me defender, uma seguidora escreveu para um rapaz que me criticava: "você não pode falar assim com uma mulher negra". Por mais que ela tivesse boas intenções, confesso que me irritei profundamente. Eu respondi: "ele não pode falar assim porque os argumentos dele são falaciosos e eu sei perfeitamente identificar e responder a eles". E assim o fiz, e o forcei a rever todas suas bases argumentativas.
[...]
Afinal, respeito, na maioria das vezes, é muito melhor do que admiração pura e simples. A condescendência fixa o trabalho de pessoas negras num lugar de inferioridade. É justamente por isso que deveríamos abominá-la.
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2023/07/desde-muito-cedo-tenho-verdadeiro-horror-a-condescendencia.shtml>. Acesso em: 13 jul. 2023.
No período composto “eu disse que falava inglês perfeitamente ”, a oração em destaque se classifica como:
 

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O artigo de opinião a seguir serve de base para a questão.



TEXTO IV
Desde muito cedo, tenho verdadeiro horror à condescendência
Já dizia Lima Barreto, a capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori


Djamila Ribeiro
Mestre em filosofia política pela Unifesp e coordenadora da coleção de livros Feminismos Plurais.
Desde muito cedo, mesmo sem saber dar nome, tenho verdadeiro horror à condescendência. Eu me lembro de ficar irritada com professoras que passavam a mão na minha cabeça quando eu levantava a mão para responder a alguma pergunta por julgarem que eu não saberia a resposta.
Essas situações foram se repetindo ao longo da minha adolescência e vida adulta. "Nossa, ela é inteligente", "uau, ela realmente sabe o que diz", sempre com uma expressão de espanto. Nem sempre aplausos significam admiração. Muitas vezes são a expressão de surpresa por parte de pessoas que julgavam que você não seria capaz.
O escritor Lima Barreto já disse: “A capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori”.
Há alguns anos, encontrei alguns colegas brancos durante uma viagem a Nova York e, em todas as ocasiões em que estivemos juntos, eles não me deixavam falar com as pessoas nos locais onde estivemos. No restaurante, queriam traduzir os meus pedidos. Nas lojas, me explicavam exaustivamente o que era cada produto. Na rua, passavam à minha frente sempre dispostos a me ajudar na comunicação.
Num dado momento, eu disse que falava inglês perfeitamente, não precisava de ajuda e que, caso necessitasse, eu pediria. Eu já dei várias palestras em inglês, e eles sabiam disso, mas mesmo assim seguiram agindo dessa forma.
A condescendência é ofensiva porque quem a comete se julga superior. Uma coisa é ajudar quem de fato precisa ou pediu ajuda, outra coisa é não se conformar em tratar o outro como igual, pois isso ofende suas crenças limitantes.
Pessoas que naturalizaram o lugar de submissão para pessoas negras, ou que passaram a vida sendo servidos por elas, não conseguem lidar quando veem uma que não está naquele lugar. Então, agir de modo condescendente é reafirmar esse lugar de superioridade, é amenizar o desconforto por ver uma pessoa negra em seu lugar de humanidade.
Outro lado horroroso é julgar que sempre é necessário elogiar o trabalho de uma pessoa negra. Uma coisa é desrespeitar, ser grosseiro e racista ao avaliar um trabalho, o que infelizmente acontece muito. Outra é colocar em um lugar de não poder criticar, pois isso é infantilizar a pessoa negra.
Todos os trabalhos são passíveis de críticas, desde que bem-feitas, e tratar o trabalho de pessoas negras como algo sempre incrível beira o ridículo.
Uma vez, para me defender, uma seguidora escreveu para um rapaz que me criticava: "você não pode falar assim com uma mulher negra". Por mais que ela tivesse boas intenções, confesso que me irritei profundamente. Eu respondi: "ele não pode falar assim porque os argumentos dele são falaciosos e eu sei perfeitamente identificar e responder a eles". E assim o fiz, e o forcei a rever todas suas bases argumentativas.
[...]
Afinal, respeito, na maioria das vezes, é muito melhor do que admiração pura e simples. A condescendência fixa o trabalho de pessoas negras num lugar de inferioridade.
É justamente por isso que deveríamos abominá-la.
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2023/07/desde-muito-cedo-tenho-verdadeiro-horror-a-condescendencia.shtml>. Acesso em: 13 jul. 2023.
No período composto “A condescendência é ofensiva porque quem a comete se julga superior”, a oração em destaque se classifica como:
 

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TEXTO IV
Desde muito cedo, tenho verdadeiro horror à condescendência
Já dizia Lima Barreto, a capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori
Djamila Ribeiro
Mestre em filosofia política pela Unifesp e coordenadora da coleção de livros Feminismos Plurais.
Desde muito cedo, mesmo sem saber dar nome, tenho verdadeiro horror à condescendência. Eu me lembro de ficar irritada com professoras que passavam a mão na minha cabeça quando eu levantava a mão para responder a alguma pergunta por julgarem que eu não saberia a resposta.
Essas situações foram se repetindo ao longo da minha adolescência e vida adulta. "Nossa, ela é inteligente", "uau, ela realmente sabe o que diz", sempre com uma expressão de espanto. Nem sempre aplausos significam admiração. Muitas vezes são a expressão de surpresa por parte de pessoas que julgavam que você não seria capaz.
O escritor Lima Barreto já disse: “A capacidade do negro é julgada a priori, enquanto a do branco é a posteriori”. Há alguns anos, encontrei alguns colegas brancos durante uma viagem a Nova York e, em todas as ocasiões em que estivemos juntos, eles não me deixavam falar com as pessoas nos locais onde estivemos. No restaurante, queriam traduzir os meus pedidos. Nas lojas, me explicavam exaustivamente o que era cada produto. Na rua, passavam à minha frente sempre dispostos a me ajudar na comunicação.
Num dado momento, eu disse que falava inglês perfeitamente, não precisava de ajuda e que, caso necessitasse, eu pediria. Eu já dei várias palestras em inglês, e eles sabiam disso, mas mesmo assim seguiram agindo dessa forma.
A condescendência é ofensiva porque quem a comete se julga superior. Uma coisa é ajudar quem de fato precisa ou pediu ajuda, outra coisa é não se conformar em tratar o outro como igual, pois isso ofende suas crenças limitantes.
Pessoas que naturalizaram o lugar de submissão para pessoas negras, ou que passaram a vida sendo servidos por elas, não conseguem lidar quando veem uma que não está naquele lugar. Então, agir de modo condescendente é reafirmar esse lugar de superioridade, é amenizar o desconforto por ver uma pessoa negra em seu lugar de humanidade.
Outro lado horroroso é julgar que sempre é necessário elogiar o trabalho de uma pessoa negra. Uma coisa é desrespeitar, ser grosseiro e racista ao avaliar um trabalho, o que infelizmente acontece muito. Outra é colocar em um lugar de não poder criticar, pois isso é infantilizar a pessoa negra.
Todos os trabalhos são passíveis de críticas, desde que bem-feitas, e tratar o trabalho de pessoas negras como algo sempre incrível beira o ridículo.
Uma vez, para me defender, uma seguidora escreveu para um rapaz que me criticava: "você não pode falar assim com uma mulher negra". Por mais que ela tivesse boas intenções, confesso que me irritei profundamente. Eu respondi: "ele não pode falar assim porque os argumentos dele são falaciosos e eu sei perfeitamente identificar e responder a eles". E assim o fiz, e o forcei a rever todas suas bases argumentativas.
[...]
Afinal, respeito, na maioria das vezes, é muito melhor do que admiração pura e simples. A condescendência fixa o trabalho de pessoas negras num lugar de inferioridade. É justamente por isso que deveríamos abominá-la.
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/djamila-ribeiro/2023/07/desde-muito-cedo-tenho-verdadeiro-horror-a-condescendencia.shtml>. Acesso em: 13 jul. 2023.
Do ponto de vista da análise linguística, é CORRETO afirmar:
 

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