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Dowbor (2007) escreve em Educação e apropriação da realidade local, que o fato de termos uma sociedade com baixo nível de escolaridade, constitui um desafio a mais, não só para melhorar a escolaridade, mas para educar para a cidadania, para que os cidadãos saibam suas responsabilidades e saibam cobrar dos seus legisladores e do poder público em geral, a transparência, a decomposição dos números que não entendem. De acordo com o autor, o objetivo da educação é

 

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Em A função social da escola, Arêas afirma que a educação é um direito inalienável do cidadão, sendo que é fundamental a universalização do acesso, a ampliação da jornada escolar e a garantia da permanência bem-sucedida para crianças, jovens e adultos, em todas as etapas e modalidades de educação básica. A autora defende no texto, entre outros elementos, que é indispensável à escola

 

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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.


enunciado 672992-1

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)

A frase do primeiro quadrinho está reescrita com o sentido preservado e com a regência correta, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:

 

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Leia os quadrinhos para responder às questões de números 09 e 10.


enunciado 672991-1

(André Dahmer. www.folha.uol.com.br, 21.01.2018)

No contexto dos quadrinhos, em oposição a “viver”, “sobreviver” apresenta-se como uma atividade mais

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.


Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

A concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa na seguinte frase redigida a partir do texto.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.


Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se apresenta, entre colchetes, um substituto adequado, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, para a expressão em destaque.

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.


Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

Após a alteração da pontuação, o trecho do texto que fica escrito corretamente, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, é

 

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Leia o texto para responder às questões de números 01 a 08.


Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

Observa-se o emprego de palavras com sentido figurado no seguinte fragmento do texto:

 

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Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as expressões destacadas nos trechos estão empregadas com sentidos equivalentes no texto.

 

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Nos primeiros anos de vida de uma criança, dizem os entendidos, forma-se o seu caráter, criam-se os seus valores, desenha-se o seu perfil no fundo do espelho da vida, aquele que ela vai tentar preencher pelo resto de seus dias.

E isso, sinto muito, não pode ser delegado à escola nem esperado dela. Para aflição dos pais e mães que trabalham o dia inteiro, que chegam em casa exaustos, carregados de conflitos e preocupações, sinto muito dizer: a escola apenas tenta dar alguma continuidade, e olhe lá.

A escola lida com material que chega de casa formatado, embora ainda não definitivamente. O essencial está ali: a confiança ou a incerteza, a capacidade de amar e ser amado ou a hostilidade solitária e assustada, a consciência de certo e errado com sua listinha comportada, ou borrões confusos e incoerentes.

Pouco do que se puder mostrar na escola (valores não se ensinam, se praticam) vai alterar profundamente ou definitivamente a personalidade que ali chega com seus traços fundamentais delineados, sejam os genéticos, sejam os adquiridos na família...

O convívio entre pais e filhos torna-se mais difícil numa sociedade em que pais e mães geralmente precisam trabalhar fora, chegando em casa à noite estressados, sem força para ajudar nos temas, no banho, botar na cama, fazer um carinho, contar uma história ou conversar um pouco. Não tenho receita. Há quem diga que sou pessimista; há quem diga que sou uma incurável romântica. Prefiro pensar que sou uma otimista cautelosa, como alguém já escreveu a meu respeito.


(Lia Luft. A riqueza do mundo. Rio de Janeiro, Record, 2011. Adaptado)

Quando a autora afirma “sinto muito”, no 2º parágrafo, está

 

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