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Foram encontradas 60 questões.

1317609 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
Em Frame Relay, o tamanho de um cabeçalho é de
 

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1315315 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
While Moore's Law will probably continue to hold for some years to come, another problem is starting to overshadow it: heat dissipation. Smaller transistors make it possible to run at higher clock frequencies, which requires higher using a higher voltage. Power consumed and heat dissipated is proportional to the square of the voltage, so going faster means having more heat to get rid of. At 3.6 GHz, the Pentium 4 consumes 115 watts of power. That means it gets about as hot as a 100-watt light bulb. Speeding up the clock makes the problem worse.
In November 2004, Intel canceled the 4-GHz Pentium 4 due to problems dissipating the heat. Large fans can help but the noise they make is not popular with users and water cooling, while used on large mainframes, is not an option for desktop machines (and even less so for notebook computers). As a consequence, the once-relentless march of the clock may be temporarily stymied, at least until Intel's engineers figure out how to get rid of all the heat generated in an efficient way. Instead, Intel's future plans call for putting two CPU's on a single chip, along with large to voltage and clock speed, two CPUs on a chip consumes far consequence, the gain offered by Moore's Law may be increasingly exploited in the future to include larger and larger on-chip caches, rather than higher and higher clock speeds (because memory does not consume much power).
(A.S.Tanenbaum, Structured Computer Organization, 5th Ed., 2006, p.41–42)
De acordo com o texto, as memórias
 

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Leia a tira e assinale a alternativa cujos elementos completam, correta e respectivamente, as lacunas.
Enunciado 1314863-1
(Folha de S.Paulo, 02.10.2010)
 

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No dia 07 de outubro de 2010, a justiça ordenou a retirada de aves que faziam parte da obra “Bandeira Branca”, de Nuno Ramos, exposta na 29.ª Bienal de Arte de São Paulo. Apesar de uma licença do IBAMA, grupos ambientalistas protestaram contra o uso das aves como parte da instalação. Estavam em cativeiro na Bienal três
 

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1314040 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
O padrão responsável por definir as especificações do WiMax é o IEEE
 

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1313508 Ano: 2010
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Diadema-SP
A Internet utiliza o modelo TCP/IP de protocolos para a comunicação e para os serviços de rede. No conjunto de protocolos, aquele utilizado para relacionar o endereço Ethernet e o respectivo IP é o
 

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No dia 10 de outubro de 2010, o Brasil sagrou-se, mais uma vez, campeão mundial de vôlei masculino, derrotando Cuba por 3 sets a zero. Essa vitória foi conquistada na
 

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No dia 7 de outubro de 2010, a “Folha de S.Paulo” publicava matéria de Érica Fraga, afirmando, no título, que o “Brasil tem pior desempenho dos Brics no 3.º trimestre”. Isto é, “o Brasil teve entre julho e setembro o desempenho econômico mais fraco” quando comparado com o crescimento
 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro.
Mantendo o sentido do texto, o trecho está corretamente reescrito em:
 

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Noite de autógrafos
RIO DE JANEIRO – Escritores, principalmente de ficção, mentem muito – ou não seriam escritores de ficção. Mas ninguém mente mais que escritores em campanha de lançamento de um livro, não importa o gênero. A noite de autógrafos, por exemplo, é um terreno fértil para esse autor delirar e sair dizendo, no dia seguinte, que assinou muito mais livros do que os modestos 15 ou 20 que autografou na vida real.
Minha história favorita é a da bela romancista bissexta que, há anos, teria autografado 2 000 livros de uma sentada, em São Paulo. Já com uma certa prática na matéria e com o espírito de porco que me caracteriza, fiz os cálculos. Dois mil livros? Vamos supor que a autora tenha recebido cada leitor à mesa, aceitado o seu beijo, trocado com ele uma única e simpática frase, deixado fotografar-se abraçada ao dito, escrito algo bem simples, assinado, devolvido o livro, aceitado outro beijo e dito tchau – e tudo isso em 1 minuto cravado. Significa que os 2 000 livros lhe terão tomado 2 000 minutos. Significa também que a autora ficou sentada por 33 horas e 20 minutos, assinando sem parar nem mesmo para tomar um gole de prosecco, roer um amendoim ou dar um pulinho lá dentro. Nem os megassellers americanos que aportam aqui e carimbam os livros em vez de assiná-los conseguiriam tal proeza.
Em meio à sessão, o autor mais consciencioso dá uma espiada na fila, constata que ela está muito comprida e tenta apressar o processo, para que seus leitores idosos não morram de velhice antes de chegar a ele. Mas nem sempre é possível, porque quem vai a tais eventos quer mais que um autógrafo – quer também trocar uma palavra com o autor e sentir, ao vivo, se ele se parece
com o que escreve.
É um momento bonito, esse encontro do escritor com seus leitores. E não importa que tenha sido uma noite de 15 ou 20 autógrafos – ou de imaginários 2 000.
(Folha de S.Paulo, 01.10.2010)
A ideia central que o autor aborda é
 

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