Foram encontradas 30 questões.
1916956
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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A mensalidade de uma escola foi reajustada (aumentada) em 15%. Se o valor pago por essa mensalidade era de R$ 600,00, então o reajuste foi de:
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1916947
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Uma pessoa tomou um copo com 320 ml de um suco de laranja feito com um preparado sólido para refresco. Ao observar a tabela dos valores nutricionais, no verso da embalagem desse suco, verificou que a cada 80 ml estava ingerindo 7g de açúcares. A quantidade de açúcares, em gramas, ingeridos por ele, ao tomar esse copo foi:
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1916946
Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Em uma piscina de bolinhas há 24 bolas na cor azul, 26 na cor verde, 16 amarelas e 14 vermelhas. O número mínimo de bolas que devemos tirar dessa piscina para termos certeza que pelo menos 17 bolas são da mesma cor é:
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1916937
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Em uma reunião escolar, o atendimento aos pais foi realizado por 40 funcionários que se revezavam, mantendo a relação de 3 homens para 5 mulheres. Assim, nessa reunião, dos funcionários que davam atendimento:
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1916936
Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Matemática
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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A Grande Muralha da China, com 7,8 metros de altura, começou a ser construída em 215 a.C. e foi erguida para proteger a região da invasão de nômades vindos do norte. A conversão da medida dessa altura foi realizada corretamente em:
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Texto para a questão.
QUANDO O NEGÓCIO É TORTURAR A LÍNGUA

Se duas empresas pertencentes a um mesmo grupo resolvem trabalhar em colaboração para vender melhor seus produtos, esse será apenas um fato trivial no mundo dos negócios. Uma palavra, porém, pode fazer toda a diferença. No lugar de “colaboração”, diga “sinergia”. As portas do mercado global parecem se abrir. Daí em diante, o céu é o limite: o empresário pode “ajustar seus processos para potencializar um clima organizacional que propicie o ciclo sinergístico”. Isso não quer dizer rigorosamente nada – mas impressiona. Tal estilo pernóstico e vazio permeia grande parte da cultura corporativa. Bobagens palavrosas garantem a boa vida de muito guru empresarial, do tipo que adora fazer palestras com PowerPoint – programa do Windows para apresentações de texto e imagem. Os consultores americanos Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky cansaram de tanta besteira. Um livro escrito pelos três pretende por fim à embromação e restituir a clareza aos ambientes de negócios. Na busca por uma linguagem transparente, não poderiam ter encontrado um título melhor: Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas (tradução de Alice Xavier; Best Seller; 192 páginas; 24,90 reais).
Os autores identificam um mecanismo de compensação psicológica no gosto dos executivos por esse palavreado que recheia reuniões e reuniões: ele confere uma aura de importância e inovação às realizações mais comezinhas. A empresa passou a trabalhar com um software mais avançado? Será mais emocionante afirmar que houve uma “mudança de paradigma tecnológico”. O recurso à linguagem empolada, porém, nem sempre é tão inocente. Com frequência, a verborragia está lá para encobrir a negligência, a incompetência e até a fraude. Um exemplo expressivo é a seguinte frase perfeitamente vazia de sentido: “Temos redes robustas de ativos estratégicos dos quais detemos a propriedade ou o acesso contratual, o que nos dá mais flexibilidade e velocidade para, de modo confiável, fornecer soluções logísticas abrangentes”. Essa pérola faz parte do relatório anual de 2000 da empresa americana Enron. No ano seguinte, a companhia declarou falência depois que se descobriu que sua contabilidade era toda falsificada. Não por acaso, a tendência à linguagem estupefaciente é maior entre as empresas desonestas. Isso é demonstrável na análise das cartas aos acionistas que acompanham os relatórios anuais de grandes corporações. Os autores de Por que as Pessoas de Negócios... pontuaram esses textos com o índice Flesch, criado nos anos 40 pelo educador de origem austríaca Rudolf Flesch, que indica a clareza da linguagem em inglês. Quanto mais elevada à nota na escala, maior a clareza. Empresas admiradas como o Google, a General Electric e a Amazon pontuaram acima de 40. A Enron ficou com apenas 18.
Maus resultados financeiros, demissões, produtos que falham – a embromação tenta obscurecer qualquer fato desagradável. Veja por exemplo um memorando de Edgar Bronfman Jr., presidente da Warner Music: “Estamos anunciando hoje uma série de passos necessários à reestruturação e cruciais para o futuro do Warner Music Group. (...) É da máxima importância fazermos, tão logo possível, as mudanças necessárias para que o WMG possa continuar a progredir, com redobrada força e confiança, como uma organização mais competitiva, ágil e eficiente”. O objetivo de todo esse papo-furado era anunciar um corte de 20% do pessoal. Medidas drásticas como essa são muitas vezes necessárias, especialmente em indústria em crise. Mas encobri-las com eufemismos como “reestruturação” ou “reengenharia” insulta os demitidos.
Talvez o maior vilão de Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas seja um programa de computador: o já citado PowerPoint. Muito usado em palestras corporativas, ele é a versão informatizada dos obsoletos projetores de slides e transparências. Com seus modelos padronizados e as facilidades que oferece para o desenho de diagramas e organogramas, tornou-se também o veículo ideal para os clichês empresariais. Em 2003, uma equipe de técnicos da Nasa, a agência espacial americana, fez uma apresentação em PowerPoint sobre defeitos estruturais no ônibus espacial Columbia. A exposição alertava para a possibilidade de que pedaços do revestimento dos tanques de combustível, se se desprendessem e atingissem a nave, causariam danos graves. Só que a informação estava perdida no meio de uma tela do PowerPoint, entre outras frases irrelevantes e expressões vazias como “dano significativo” (“significativo” compete com “estratégico” pelo lugar de adjetivo mais vago do jargão corporativo). Uma semana depois, o Columbia explodiu ao reentrar na atmosfera terrestre, matando os sete tripulantes. A causa do acidente: pedaços do revestimento que se soltaram. O jargão obscuro, como se vê, não tortura apenas a língua. Pode também fazer vítimas fatais.
Jerônimo Teixeira
Veja. 18 de julho, 2007.
Neste trecho: “ele confere uma aura de importância e inovação às realizações mais comezinhas”, a palavra sublinhada significa:
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Texto para a questão.
QUANDO O NEGÓCIO É TORTURAR A LÍNGUA

Se duas empresas pertencentes a um mesmo grupo resolvem trabalhar em colaboração para vender melhor seus produtos, esse será apenas um fato trivial no mundo dos negócios. Uma palavra, porém, pode fazer toda a diferença. No lugar de “colaboração”, diga “sinergia”. As portas do mercado global parecem se abrir. Daí em diante, o céu é o limite: o empresário pode “ajustar seus processos para potencializar um clima organizacional que propicie o ciclo sinergístico”. Isso não quer dizer rigorosamente nada – mas impressiona. Tal estilo pernóstico e vazio permeia grande parte da cultura corporativa. Bobagens palavrosas garantem a boa vida de muito guru empresarial, do tipo que adora fazer palestras com PowerPoint – programa do Windows para apresentações de texto e imagem. Os consultores americanos Brian Fugere, Chelsea Hardaway e Jon Warshawsky cansaram de tanta besteira. Um livro escrito pelos três pretende por fim à embromação e restituir a clareza aos ambientes de negócios. Na busca por uma linguagem transparente, não poderiam ter encontrado um título melhor: Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas (tradução de Alice Xavier; Best Seller; 192 páginas; 24,90 reais).
Os autores identificam um mecanismo de compensação psicológica no gosto dos executivos por esse palavreado que recheia reuniões e reuniões: ele confere uma aura de importância e inovação às realizações mais comezinhas. A empresa passou a trabalhar com um software mais avançado? Será mais emocionante afirmar que houve uma “mudança de paradigma tecnológico”. O recurso à linguagem empolada, porém, nem sempre é tão inocente. Com frequência, a verborragia está lá para encobrir a negligência, a incompetência e até a fraude. Um exemplo expressivo é a seguinte frase perfeitamente vazia de sentido: “Temos redes robustas de ativos estratégicos dos quais detemos a propriedade ou o acesso contratual, o que nos dá mais flexibilidade e velocidade para, de modo confiável, fornecer soluções logísticas abrangentes”. Essa pérola faz parte do relatório anual de 2000 da empresa americana Enron. No ano seguinte, a companhia declarou falência depois que se descobriu que sua contabilidade era toda falsificada. Não por acaso, a tendência à linguagem estupefaciente é maior entre as empresas desonestas. Isso é demonstrável na análise das cartas aos acionistas que acompanham os relatórios anuais de grandes corporações. Os autores de Por que as Pessoas de Negócios... pontuaram esses textos com o índice Flesch, criado nos anos 40 pelo educador de origem austríaca Rudolf Flesch, que indica a clareza da linguagem em inglês. Quanto mais elevada à nota na escala, maior a clareza. Empresas admiradas como o Google, a General Electric e a Amazon pontuaram acima de 40. A Enron ficou com apenas 18.
Maus resultados financeiros, demissões, produtos que falham – a embromação tenta obscurecer qualquer fato desagradável. Veja por exemplo um memorando de Edgar Bronfman Jr., presidente da Warner Music: “Estamos anunciando hoje uma série de passos necessários à reestruturação e cruciais para o futuro do Warner Music Group. (...) É da máxima importância fazermos, tão logo possível, as mudanças necessárias para que o WMG possa continuar a progredir, com redobrada força e confiança, como uma organização mais competitiva, ágil e eficiente”. O objetivo de todo esse papo-furado era anunciar um corte de 20% do pessoal. Medidas drásticas como essa são muitas vezes necessárias, especialmente em indústria em crise. Mas encobri-las com eufemismos como “reestruturação” ou “reengenharia” insulta os demitidos.
Talvez o maior vilão de Por que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas seja um programa de computador: o já citado PowerPoint. Muito usado em palestras corporativas, ele é a versão informatizada dos obsoletos projetores de slides e transparências. Com seus modelos padronizados e as facilidades que oferece para o desenho de diagramas e organogramas, tornou-se também o veículo ideal para os clichês empresariais. Em 2003, uma equipe de técnicos da Nasa, a agência espacial americana, fez uma apresentação em PowerPoint sobre defeitos estruturais no ônibus espacial Columbia. A exposição alertava para a possibilidade de que pedaços do revestimento dos tanques de combustível, se se desprendessem e atingissem a nave, causariam danos graves. Só que a informação estava perdida no meio de uma tela do PowerPoint, entre outras frases irrelevantes e expressões vazias como “dano significativo” (“significativo” compete com “estratégico” pelo lugar de adjetivo mais vago do jargão corporativo). Uma semana depois, o Columbia explodiu ao reentrar na atmosfera terrestre, matando os sete tripulantes. A causa do acidente: pedaços do revestimento que se soltaram. O jargão obscuro, como se vê, não tortura apenas a língua. Pode também fazer vítimas fatais.
Jerônimo Teixeira
Veja. 18 de julho, 2007.
Entre os expedientes linguísticos de argumentação usados no texto, não se inclui:
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1742744
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Um indicador muito utilizado em saúde pública é o indicador de Swaroop-Uemura, ou razão de mortalidade proporcional. Quais são as variáveis que compõem esse indicador?
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1710092
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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São consideradas contraindicações à vacinação contra formas graves de tuberculose:
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1708060
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Conforme os Mecanismos de Transmissão de Doenças, marque a alternativa que melhor define: Hospedeiro susceptível, via de transmissão e fonte de infecção, respectivamente.
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