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Leia a imagem abaixo para responder a questão.

Enunciado 2976314-1

Fonte: https://i.pinimg.com/originals/5e/ae/cd/5eaecdb282cac24e74124a478d39d541.jpg

Marque a opção que tenha a figura de linguagem CORRETA, presente na imagem acima, com a devida explicação:

 

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Leia a campanha abaixo para responder a questão.

Enunciado 2976313-1

Fonte:http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101930&tit=Saude-lanca-campanha-digital-sobre-medidas-de-combate-a-dengue. Imagem Adaptada.

Marque a opção que identifique o elemento da comunicação predominante e as características da campanha lida:

 

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Leia a campanha abaixo para responder a questão.

Enunciado 2976312-1

Fonte:http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101930&tit=Saude-lanca-campanha-digital-sobre-medidas-de-combate-a-dengue. Imagem Adaptada.

Marque a opção que identifique a função de linguagem predominante na campanha:

 

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Leia a tirinha de Calvin para responder a questão.

Enunciado 2976311-1

No primeiro quadrinho, ocorre uma figura de linguagem, representada pela palavra com letras maiores. Marque a alternativa com a resposta CORRETA:

 

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Leia a tirinha de Calvin para responder a questão.

Enunciado 2976310-1

Sobre a colocação pronominal, marque a opção CORRETA em relação à tirinha:

 

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Leia a tirinha abaixo para responder a questão.

Enunciado 2976309-1

No segundo quadrinho, na frase “Espero que sim”, há oração subordinada substantiva:

 

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Leia a tirinha abaixo para responder a questão.

Enunciado 2976308-1

O primeiro período do primeiro quadrinho, iniciando em “quando você crescer...” apresenta uma ideia de:

 

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Leia o texto com atenção e responda a questão.

A massacrante felicidade dos outros

Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com pessoas que estão na meia-idade, todas com profissão, família e saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-que perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antônio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero/acontecimento/só que quando anoitece/é festa no outro apartamento”. Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha sido convidada. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As “festas em outros apartamentos” são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, relevam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos para dançar pela sala e também motivos para se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos para se refugiar no escuro raramente são divulgados. Para consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu esses versos não havia essa overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale a pena ser incluído na nossa biografia. Ou será tão divertido passar dois dias na ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzi na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas costumam acontecer dentro do nosso próprio apartamento.

(MEDEIROS, Martha. A massacrante felicidade dos outros. In: Coisas da vida. Páginas 185 e 186. Porto Alegre, RS:L&PM, 2010)

Leia este período do texto: “Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias”. Marque a alternativa que expressa o valor semântico da conjunção em destaque:

 

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Leia o texto com atenção e responda a questão.

A massacrante felicidade dos outros

Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com pessoas que estão na meia-idade, todas com profissão, família e saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-que perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antônio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero/acontecimento/só que quando anoitece/é festa no outro apartamento”. Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha sido convidada. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As “festas em outros apartamentos” são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, relevam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos para dançar pela sala e também motivos para se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos para se refugiar no escuro raramente são divulgados. Para consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu esses versos não havia essa overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale a pena ser incluído na nossa biografia. Ou será tão divertido passar dois dias na ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzi na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas costumam acontecer dentro do nosso próprio apartamento.

(MEDEIROS, Martha. A massacrante felicidade dos outros. In: Coisas da vida. Páginas 185 e 186. Porto Alegre, RS:L&PM, 2010)

O texto lido foi estruturado a partir das características do seguinte gênero:

 

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Leia o texto com atenção e responda a questão.

A massacrante felicidade dos outros

Há no ar um certo queixume sem razões muito claras. Converso com pessoas que estão na meia-idade, todas com profissão, família e saúde, e ainda assim elas trazem dentro delas um não-sei-o-que perturbador, algo que as incomoda, mesmo estando tudo bem. De onde vem isso?

Anos atrás, a cantora Marina Lima compôs com o seu irmão, o poeta Antônio Cícero, uma música que dizia: “Eu espero/acontecimento/só que quando anoitece/é festa no outro apartamento”. Passei minha adolescência com esta sensação: a de que algo muito animado estava acontecendo em algum lugar para o qual eu não tinha sido convidada. É uma das características da juventude: considerar-se deslocado e impedido de ser feliz como os outros são – ou aparentam ser. Só que chega uma hora em que é preciso deixar de ficar tão ligada na grama do vizinho.

As “festas em outros apartamentos” são fruto da nossa imaginação, que é infectada por falsos holofotes, falsos sorrisos e falsas notícias. Os notáveis alardeiam muito suas vitórias, mas falam pouco das suas angústias, relevam pouco suas aflições, não dão bandeira das suas fraquezas, então fica parecendo que todos estão comemorando grandes paixões e fortunas, quando na verdade a festa lá fora não está tão animada assim.

Ao amadurecer, descobrimos que a grama do vizinho não é mais verde coisíssima nenhuma. Estamos todos no mesmo barco, com motivos para dançar pela sala e também motivos para se refugiar no escuro, alternadamente. Só que os motivos para se refugiar no escuro raramente são divulgados. Para consumo externo, todos são belos, sexys, lúcidos, íntegros, ricos, sedutores. “Nunca conheci quem tivesse levado porrada/todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo”. Fernando Pessoa também já se sentiu abafado pela perfeição alheia, e olha que na época em que ele escreveu esses versos não havia essa overdose de revistas que há hoje, vendendo um mundo de faz-de-conta.

Nesta era de exaltação de celebridades – reais e inventadas – fica difícil mesmo achar que a vida da gente tem graça. Mas tem. Paz interior, amigos leais, nossas músicas, livros, fantasias, desilusões e recomeços, tudo isso vale a pena ser incluído na nossa biografia. Ou será tão divertido passar dois dias na ilha de Caras fotografando junto a todos os produtos dos patrocinadores? Compensa passar a vida comendo alface para ter o corpo que a profissão de modelo exige? Será tão gratificante ter um paparazzi na sua cola cada vez que você sai de casa? Estarão mesmo todos realizando um milhão de coisas interessantes enquanto só você está sentada no sofá pintando as unhas do pé?

Favor não confundir uma vida sensacional com uma vida sensacionalista. As melhores festas costumam acontecer dentro do nosso próprio apartamento.

(MEDEIROS, Martha. A massacrante felicidade dos outros. In: Coisas da vida. Páginas 185 e 186. Porto Alegre, RS:L&PM, 2010)

Analise as afirmativas a seguir:

I. As tipologias presentes no texto são a narrativa e a argumentativa.

II. O tipo de linguagem do texto permite entender que se refere ao público infantil.

III. Há duas referências a outros textos já existentes, o que chamamos de intertextualidade.

IV. O gênero textual predominante é o conto, pois possui personagens, espaço e tempo.

De acordo com o texto, estão INCORRETAS apenas as alternativas:

 

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