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M.F.A., mulher de 76 anos, diabética e hipertensa,
procura atendimento por dor intensa em repouso no pé
esquerdo há 2 semanas, que piora à noite. Apresenta lesão
ulcerada no hálux esquerdo com sinais de necrose seca.
ITB: 0,38. Exame físico revela ausência de pulsos distais.
Duplex scan demonstra oclusão da artéria femoral superficial à esquerda. Está em uso de estatina e AAS. Segundo
a diretriz ACC/AHA 2024, qual é a abordagem prioritária
para essa paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
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J.C.F., homem de 59 anos, com história de varizes
volumosas e dor em membros inferiores. Ao exame físico,
observa-se edema leve e presença de veias tortuosas nos
dois membros. Duplex scan revela refluxo significativo na
veia safena magna direita. Após falha do tratamento conservador com meias compressivas e analgesia, o paciente
persiste sintomático e busca solução definitiva. Segundo a
diretriz da ESVS 2022, qual é a melhor conduta a ser considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
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L.R.M., mulher de 48 anos, com IMC 31 kg/m², sem
comorbidades significativas, é diagnosticada com trombose venosa profunda aguda de veia femoral superficial
à esquerda. Está hemodinamicamente estável, sem sinais
de embolia pulmonar, e tem suporte familiar adequado. A
paciente questiona sobre a possibilidade de realizar o tratamento em domicílio. Segundo as diretrizes da SBACV
2024, qual é a melhor conduta neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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J.R.S., masculino, 60 anos, obeso, com antecedente
de câncer de próstata em remissão, procura o pronto-socorro por dor e edema assimétrico no membro inferior
esquerdo há 2 dias. Ao exame físico, nota-se aumento de
temperatura local, edema de panturrilha e dor à dorsiflexão. Não há febre nem sinais de celulite. O escore de Wells
modificado é 3 pontos. Não há disponibilidade imediata
de ecografia com doppler venoso. De acordo com as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta diagnóstica inicial nesse caso? Assinalar a melhor alternativa entre
as proposições abaixo.
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L.F.M., feminino, 62 anos, com história de dor, sensação de peso e edema em membros inferiores, que pioram
ao final do dia. Relata melhora parcial com elevação dos
membros e repouso noturno. Ao exame, varizes visíveis
em ambos os membros inferiores, sem alterações tróficas ou úlceras. Foi iniciado tratamento clínico com meias
compressivas, mas a paciente relata desconforto e baixa
adesão ao uso diário. Segundo a diretriz de 2022 sobre
doença venosa crônica, qual é a conduta mais adequada
neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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A.J.P., masculino, 55 anos, com queixa de sensação de peso e dor em membros inferiores ao final do dia,
principalmente após longos períodos em pé. Refere edema
vespertino e escurecimento progressivo da pele da perna
esquerda. Ao exame, observam-se varizes visíveis e dermatite ocre. Sem sinais de trombose venosa profunda. Duplex
scan evidencia refluxo na veia safena magna à esquerda.
Segundo a diretriz ESVS 2022, qual é a classificação CEAP
mais adequada para esse caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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M.S.F., feminino, 67 anos, com claudicação intermitente progressiva há 18 meses, refratária ao tratamento
clínico otimizado, incluindo cilostazol, reabilitação supervisionada e controle dos fatores de risco. O ITB é 0,58, e
duplex scan mostra lesão femoropoplítea de 80% de estenose. Não apresenta isquemia crítica nem lesões tróficas.
Exame físico e laboratorial normais. Segundo a diretriz
ACC/AHA 2024, qual é a melhor conduta terapêutica a ser
considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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F.T.N., masculino, 70 anos, tabagista até os 65, realiza ultrassonografia para rastreamento que revela dilatação
da aorta abdominal infrarrenal com 4,8 cm de diâmetro.
Está assintomático e tem boa adesão ao tratamento anti-
-hipertensivo. Não há história familiar de aneurisma. Exame físico sem massas pulsáteis ou dor. Segundo a diretriz
ACC/AHA 2022 para doenças da aorta, qual é a conduta
mais apropriada neste caso? Assinalar a melhor alternativa
entre as proposições abaixo.
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C.V.S., 72 anos, homem, com histórico de claudicação intermitente há 1 ano, é acompanhado no ambulatório.
Refere melhora parcial com uso de cilostazol há 6 meses.
Possui hipertensão controlada e dislipidemia, em uso de
losartana e atorvastatina. Nega história de sangramento ou
fibrilação atrial. O ITB é 0,65 bilateralmente. ECG mostra
ritmo sinusal. Segundo a diretriz do Ministério da Saúde
(PCDT 2017) para tratamento da doença arterial periférica, qual é a conduta farmacológica mais adequada para
esse paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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L.M.S, mulher, 64 anos, diabética e hipertensa, relata dor em membros inferiores ao caminhar duas quadras,
com melhora ao repouso. Ao exame físico, os pulsos femorais são palpáveis, mas os tibiais posteriores e pediosos
estão diminuídos bilateralmente. O índice tornozelo-braquial (ITB) em repouso é de 0,94. Devido à persistência
dos sintomas, foi solicitado ITB pós-exercício, que apresentou queda para 0,73. Segundo a diretriz da ESC 2024
sobre doenças arteriais periféricas e aórticas, qual é a conduta diagnóstica mais adequada diante desse quadro? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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