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1486769 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Canoas-RS

As questões de número 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

No período "Em outras vezes, elas provocam medo." (linhas 29 e 30), a vírgula foi usada para

 

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1486768 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Canoas-RS

As questões de número 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

Em " ... eles promovem uma revolução silenciosa" (linha 07), a expressão sublinhada, sintaticamente, recebe a classificação de

 

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1486767 Ano: 2014
Disciplina: Português
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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

No período "Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva." (linha 28), ao passarmos o vocábulo "visão" para o plural, quantas outras palavras sofrerão alteração para efeitos de concordância?

 

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1486766 Ano: 2014
Disciplina: Português
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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

De acordo com o texto, é possível afirmar que

I - brincadeiras fazem parte da prática docente dos novos professores:
II - o professor deve ter o cuidado de adaptar as tecnologias à sua realidade.
III - o professor deve guiar o aluno e mostrar onde está aquilo que o educando deseja.
Das afirmações acima, qual(is) está(ão) correta(s)?
 

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1486765 Ano: 2014
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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

De acordo com o texto, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.

( ) Ter uma visão crítica, ao utilizar a tecnologia, torna-se algo positivo, segundo o pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco.

( ) A pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração teve como parâmetro mais de 150 jovens.

( ) Somente 4% dos entrevistados não consideram a realização pessoal como objetivo do trabalho, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Administração.

A ordem correia de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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1486764 Ano: 2014
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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

Observe as seguintes perguntas:

I - Há quanto tempo Paulo Cysneiros dedica-se ao estudo das tecnologias de informação?

II - Qual mudança ocorreu, nos últimos anos, nos jovens que ingressaram no mercado de trabalho?

III - Quem foram os responsáveis pela pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Administração (FIA/USP)?

Das perguntas acima, qual(is) é (são) respondida (s) pelo texto?

 

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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

Observe as frases abaixo:

I - "...tem se dedicado ao ensino e à pesquisa..." (linha 12).

II - "... ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade..." (linha 14).

III - "... adaptar a máquina à sua realidade." (linhas 30 e 31).

Em qual(is) das frases acima, a crase é facultativa?

 

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Professor do século XXI

01 A chamada "geração Y" - os nascidos na década de 1980 até meados dos anos 1990 - é a primeira geração que não

02 precisou aprender como lidar com equipamentos eletrônicos e em pouco tempo de vida presenciou os maiores avanços na

03 tecnologia. Ao chegar ao mercado de trabalho, esses profissionais foram considerados inovadores e empreendedores. Mas, o

04 que acontece quando eles escolhem ser professores? Engana-se quem pensa que, por terem tanta familiaridade com o uso

05 de recursos tecnológicos, eles sejam seus . Muito pelo contrário; consideram a tecnologia algo natural, mas não

06 veem sentido em usá-la em sala de aula sem um claro propósito. Na forma de perceber o processo educacional, entretanto,

07 eles promovem uma revolução silenciosa: são abertos ao diálogo, buscam soluções criativas, gostam de realizar pesquisas

08 e inventam jogos em busca de algo muito simples: o prazer de ensinar e a paixão pelo conhecimento.

09 "A escola tem mudado. Claro que as instituições certa permanência - não só a escola, como também a

10 Justiça, a Igreja etc. Mas esse discurso de que a escola não evolui vem desde a década da 20, do século passado, e é falso",

11 afirma Paulo Gileno Cysneiros, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que nas últimas três décadas

12 tem se dedicado ao ensino e á pesquisa em tecnologias da informação e comunicação na educação.

13 Para Paulo, o uso das tecnologias tem o potencial de modificar os modos de pensar, de ensinar e de aprender, a até

14 mesmo de ver o mundo. Mas a verdadeira mudança que vem ocorrendo deve-se, sobretudo, à capacidade criativa do

15 professor. Ou seja, não é a tecnologia em si que está trazendo as inovações para a sala de aula, mas os jovens professores

16 que entendem como natural o fato de que o conhecimento está disperso, pulverizado no mundo, nas redes sociais, na

17 internet. E assumem, sem problemas, o papel de guiar e estimular os alunos a encontrarem por eles mesmos o que desejam.

18 Uma mudança de comportamento entre os jovens que iniciaram suas carreiras profissionais nos últimos anos e a busca

19 de satisfação pessoal no trabalho. Para eles, dever e prazer devem estar associados. Com os professores , a atitude não é

20 diferente. Em uma pesquisa da Fundação Instituto de Administração (FIA/USP) realizada há três anos com 200 Jovens de São

21 Paulo nascidos entre 1980 e 1993, 99% dos entrevistados disseram que só se envolvidos em atividades de que

22 gostam. Além disso, no levantamento feito por Ana Costa Miriam Kom e Carlos Honorato, 96% afirmaram que consideram

23 que o objetivo do trabalho é a realização pessoal. Para a pergunta "qual pessoa gostariam de ser?", a resposta "equilibrado

24 entre vida profissional e pessoal" alcançou o primeiro lugar, seguida bem de perto por ''fazer o que gosta e dá prazer'.

25 O magistério sempre foi uma opção que envolve boas doses de idealismo e paixão, mas cresce a tendência entre os

26 jovens de incluir no "gostar de ensinar" a ideia de diversão propriamente dita. Brincadeiras, jogos, campeonatos cada vez mais

27 entram no rol de atividades propostas mesmo aos alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio.

28 Para Paulo Gileno Cysneiros, a visão crítica do uso desses recursos na educação é positiva. "Por não terem, de certo

29 modo, uma história, as novas tecnologias provocam de forma geral m efeito emocional receptivo. Em outras vezes, elas

30 provocam medo. Por isso mesmo é preciso olhar com cuidado. O professor deve sempre experimentar e adaptar a máquina

31 à sua realidade."

Disponível em < http//revistaeducacao.uol.can.br/textos/198/ O-jeito-nova-geracao-298693-1.asp > (adaptado) Acesso em 10 nov. 2014 .

As lacunas das linhas 05, 09 e 21 devem ser, respectivamente, preenchidas por

 

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1486800 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Canoas-RS

As questões de número 31 a 43 referem-se ao texto abaixo.

TEXTO 1

01 Ao serem divulgados os resultados das primeiras provas do Enem, um grande grupo educacional encomendou uma

02 pesquisa com os alunos das dez melhores escolas do Brasil. Pois não é que eram todas bem parecidas? Chamava atenção

03 o fato de serem muito rígidas na disciplina. Ou seja, nada de bagunça. E entre as instituições públicas, com sua disciplina

04 severa, os colégios militares ótimo desempenho.

05 Viajando por outras terras, consideremos a França, a Alemanha e a Inglaterra. De lá vieram e ainda as mais

06 abundantes colheitas de artistas, filósofos, cientistas, empresários e estadistas. Historicamente, suas escolas sempre foram

07 extraordinariamente rígidas, chegando até a umas varadinhas aqui e umas reguadas acolá.

08 Em maio da 1968, os universitários parisienses se rebelaram contra o atraso da universidade promovendo um evento

09 que teve espantosa visibilidade mundial. Bancadas na rua, paralelepípedos voando pelos ares, choques retumbantes com

10 a policial Ecoava o slogan mais poderoso: "E proibido proibir''. As consequências do Maio de 68 varreram o mundo e

11 remoldaram a alma da escola. Muitos manifestantes viraram professores, sentindo- se pouco confortáveis com sua

12 autoridade. A epidemia do "proibido proibir'' contaminou a América Latina.

13 Em um dos seus primeiros discursos, depois de presidente, Sarkozy chama atenção para a lastimável erosão da

14 autoridade do professor, com suas raízes em 68. O filósofo Luc Ferry, em entrevistas, também relembra que houve uma

15 queda Vertiginosa na disciplina escolar, resultante de professores inapetentes por manter a ordem na sala de aula. Antes de

16 tudo, porque erodiram as regras de disciplina, claras e compartilhadas.

17 Não é preciso muito esforço para verificar onipresença de problemas de indisciplina nas nossas escolas. Nem

18 falamos de alunos agredindo professores uma incapacidade generalizada para impedir bagunça nas

19 aulas, sobretudo nas escolas públicas, devido perda da autonomia do professor.

20 Mas que consequências teria essa incapacidade da escola para manter a ordem? O professor James Ito-Adler fez uma

21 pesquisa etnográfica - entrevistando uma amostra de alunos. Nela surge uma descoberta surpreendente. Quando

22 perguntou aos alunos o mais atrapalhava o seu aprendizado, a resposta foi enfática: a bagunça dos outros! São os

23 próprios estudantes que necessidade de uma disciplina careta. Não é lamento de professor saudosista. Ou seja,

24 os próprios alunos admitem que conversas e turbulência na sala de sala de aula atrapalham os estudos. Resultados espúrios? Não

25 parece, pois pesquisas nos Estados Unidos e na França sugerem que lá ocorre o mesmo. A bagunça é tóxica.

26 A ideia de que a escola não pode tolher a liberdade dos alunos é falsa. Embora possamos conduzir a discussão de forma

27 mais sofisticada, vale a pena repetir o princípio de que a minha liberdade acaba onde começa a liberdade de outrem. No

28 caso, a liberdade dos colegas para estudar e aprender.

(Cláudio de Moura Castro, Bagunça Tóxica, Revista Veja, edição de 08 de janeiro de 2014. Texto adaptado.)

o "que" retoma uma palavra ou expressão previamente referida na linha

Questão Anulada

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1486779 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. Canoas-RS

Considere o seguinte enunciado:

"É o reingresso do funcionário demitido ou exonerado, no serviço público, sem direito a ressarcimento de qualquer prejuízo".

O enunciado acima refere-se a qual forma de provimento de cargos públicos previsto no Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Canoas?

Questão Desatualizada

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