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Se a tabela salarial de uma Lei apresenta o disposto no quadro abaixo,
| Classe | Nível | Até 31 Dez 2012 | 01/01/13 | 01/01/14 | 01/01/15 |
| A | III | R$ 2.457,94 | R$ 2.872,94 | R$ 3.182,94 | R$ 3.492,94 |
| II | R$ 2.431,10 | R$ 2.846,10 | R$ 3.156,10 | R$ 3.466,10 | |
| I | R$ 2.406,27 | R$ 2.821,27 | R$ 3.131,27 | R$ 3.441,27 |
o critério de reajuste utilizado foi aumentar
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De acordo com o Ministério da Saúde, a Leishmaniose Visceral (LV) vem se expandindo para áreas urbanas de médio e grande porte, tornando-se um crescente problema de saúde publica no Brasil e em outras áreas do continente americano. Considerada uma doença crônica, sistêmica, caracterizada por febre de longa duração, perda de peso, astenia, adinamia e anemia, dentre outras manifestações, quando não tratada, pode evoluir para óbito em mais de 90% dos casos. Trata-se de medida preventiva dirigida para o vetor nessa doença:
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Um Agente Comunitário de Saúde precisa estimar a quantidade de habitantes de uma região retangular que mede 1,2km de comprimento por 400m de largura, e cuja densidade demográfica é de 150 habitantes por quilômetros quadrados. Essa estimativa resultaria em
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TEXTO 1 - Vitaminas podem turbinar o câncer
Salvador Nogueira
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório. “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer. Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório. “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer. Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
NOGUEIRA, Salvador. Superinteressante. Abril, 2014, p. 18.
TEXTO 2 - Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Superinteressante. Abril, 2014, p. 20.
Releia os fragmentos de texto abaixo:
“Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia,
descobriu que o consumo das vitaminas A...”
descobriu que o consumo das vitaminas A...”
“Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês
Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório.”
Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório.”
Nos dois trechos, as vírgulas têm a função de
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TEXTO 1 - Vitaminas podem turbinar o câncer
Salvador Nogueira
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório. “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer. Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório. “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer. Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
NOGUEIRA, Salvador. Superinteressante. Abril, 2014, p. 18.
TEXTO 2 - Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico. Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.
MACCARI, Camila. Superinteressante. Abril, 2014, p. 20.
Os textos 1 e 2 focalizam questões relacionadas
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O ACS (Agente Comunitário de Saúde), assim como a toda equipe de saúde que participa da visita domiciliar ao recém-nascido, deve reconhecer que o melhor momento para interagir com o bebê é quando ele se encontra quieto, mas alerta, com os olhos bem abertos, como se estivesse prestando atenção. A interação entre os pais e o seu bebê, assim como a de outros familiares com a criança, pode ser estimulada conhecendo-se as competências do bebê e os cuidados de que necessita. Dentre esses cuidados, é correto orientar os pais e familiares a
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As ações educativas fazem parte das atividades cotidianas realizadas pelo agente comunitário de saúde e tem como principal objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população. O desenvolvimento dessas ações em saúde abrangem diversos temas, proporcionando à comunidade noções básicas para melhoria da saúde. De acordo com Paulo Freire (1996), ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção. Assim, nesse contexto, o enfoque educativo entre a equipe do programa saúde da família e a comunidade deve
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A evolução dos casos de dengue em um município apresenta-se como na tabela abaixo.
| Nº de casos | Mortes | |
| 2007 | 10.044 | 1 |
| 2008 | 287 | 0 |
| 2009 | 1.211 | 1 |
| 2010 | 24.198 | 12 |
| 2011 | 857 | 1 |
| 2012 | 431 | 2 |
| 2013 | 5.434 | 3 |
Analisando a tabela, é correto afirmar que o maior índice anual de mortes em relação ao número de casos ocorreu em
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Em uma região, constatou-se que o quadro dos portadores do vírus HIV apresentava-se conforme o gráfico abaixo, em que 7.715 mulheres correspondiam a 30,86% das pessoas infectadas.

Assim, é correto afirmar que a quantidade de pessoas infectadas com o vírus HIV nessa região era igual a
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TEXTO 1 - Vitaminas podem turbinar o câncer
Salvador Nogueira
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório.(A) “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer.(C) Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
Tomar vitaminas não pode fazer mal à saúde, certo? Errado. Um estudo feito pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, descobriu que o consumo das vitaminas A, C e E acelerou um crescimento de tumores de pulmão em ratos de laboratório.(A) “A taxa de sobrevivência deles caiu pela metade”, diz Martin Bergö, líder do estudo. Os cientistas constataram que as vitaminas inibem a ação de uma proteína chamada p53, que atua como supressora de tumores. Quando detecta mutações, essa proteína obriga a célula a se suicidar antes que se multiplique e vire um tumor, ou seja, a p53 funciona como uma patrulheira anticâncer.(C) Em ratos, os suplementos vitamínicos reduzem a proteção natural oferecida por essa enzima. Não se sabe se o mesmo mecanismo é valido para seres humanos, mas há indícios de que o consumo de suplementos possa ser perigoso para pessoas que já tenham tumores, ainda que pequenos, ou pertençam a algum grupo de risco. Estudos anteriores já haviam apontado que suplementos contendo vitamina A elevam o risco de câncer de pulmão em fumantes, e pílulas de vitamina E aumentam em 17% o risco de câncer de próstata em homens acima de 55 anos. “Nosso estudo não diz nada sobre o efeito do consumo de suplemento em pessoas saudáveis”, adverte Borgö. Mas, por via de dúvidas, ele aconselha que as vitaminas sejam ingeridas por meio de uma alimentação saudável.
NOGUEIRA, Salvador. Superinteressante. Abril, 2014, p. 18.
TEXTO 2 - Como o antibiótico mudou o mundo
Camila Maccari
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico.(D) Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.(B)
Em 24 horas, uma bactéria se reproduz 16 milhões de vezes. É um ritmo diabólico. Não à toa, os micróbios por trás das quatro grandes epidemias (peste negra, cólera, tuberculose e tifo) mataram mais de 1 bilhão de humanos. Elas estavam ganhando de goleada até que, num dia de 1928, o biólogo escocês Alexander Fleming se esqueceu de limpar o laboratório. Quando voltou, notou um fungo crescendo numa placa – e matando as bactérias que ele usava em experiências. E o que era desleixo virou a descoberta do século: esse fungo, do gênero penicillum, foi o primeiro antibiótico.(D) Hoje, damos antibiótico até para os bichos (nos EUA, 80% dele é ingerido por gado, aves e porcos de corte). Mas a lua-de-mel pode estar perto do fim. As bactérias estão criando resistência aos antibióticos, e a indústria farmacêutica não consegue criar novos – o ritmo das invenções caiu 70% nos últimos 20 anos. A esperança são os antibióticos virais, que já estão em testes – e são feitos de vírus que matam bactérias.(B)
MACCARI, Camila. Superinteressante. Abril, 2014, p. 20.
Há uma sequência predominantemente narrativa em:
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