Foram encontradas 50 questões.
Provas
Provas
Considere o segmento de reta da figura.

Sabendo-se que os pontos destacados dividem o segmento em intervalos de medidas iguais, é correto afirmar que a soma dos números correspondentes aos pontos R e S é igual a
Provas
As informações apresentadas no gráfico a seguir referem-se às taxas de ingresso de estudantes no Ensino Superior em uma determinada região, segundo a rede de ensino em que foi concluído o Ensino Médio e por faixa de idade.

Segundo as informações apresentadas, é correto afirmar que, considerando
Provas
A seguir, estão as resoluções de uma equação e de uma inequação do 2º grau por Ana e Beatriz

É correto afirmar que
Provas
Provas
Uma professora propôs aos seus alunos que representassem a relação entre a parte hachurada e o todo por meio de uma fração em cada uma das malhas a seguir.

Depois, a professora entregou aos alunos uma folha de papel com uma malha quadriculada de 30x30 quadradinhos e solicitou que colorissem um número de quadradinhos de modo a obter uma fração equivalente às frações relativas às duas malhas anteriores. Os alunos que tinham domínio da noção de equivalência de frações equivalentes coloriram, corretamente, um total de quadradinhos igual a
Provas
Para discutir alguns conceitos de geometria plana, a professora Marta fez as seguintes construções geométricas:
1. Com o compasso, traçou a circunferência de centro O e diâmetro AB, cuja medida é d.
2. Traçou a mediatriz do segmento OB.
A figura mostra essas construções:

Analise as seguintes afirmações:
I. O triângulo ACB é necessariamente retângulo.
II. O triângulo COA é necessariamente equilátero.
III. A área do triângulo OBC é igual a
.
IV. A medida de CM é igual a
.
Estão corretas apenas as afirmações
Provas
Analise as seguintes igualdades.
I. 178 litros = 17,8 m3 .
II. 0,8 km = 800000 mm.
III. 8,15h = 8h9min.
IV. 47500 cm2 = 475 m2 .
As duas únicas afirmações verdadeiras são
Provas
Houve um tempo em que o jornalismo investigativo vivia de entrevistas confidenciais que pessoas bem informadas sobre algum assunto de interesse davam a repórteres em que confiavam, em troca de não terem sua identidade revelada.
Eram tempos em que uma caneta, um bloquinho e uma agenda de telefones privilegiada constituíam todo o básico de investigação de qualquer jornalista. Um profissional sério desprezava até os gravadores de fita cassete, que, em geral, intimidavam os entrevistados. A palavra gravada precisava ser cuidadosamente medida e calculada. Em off, a conversa corria mais solta. Assim nasciam os grandes furos.
Por óbvio, naquele tempo já havia pequenos aparelhos desenvolvidos pelas agências de espionagem internacionais que permitiam instalar dispositivos de gravação e filmagem disfarçados de abajures, canetas, óculos e até botões de roupa. Nada disso, porém, era de fácil acesso às pessoas comuns – o que só mudaria com o advento dos smartphones, a partir do final da década de 1990.
A cumplicidade entre internet e dispositivos móveis de captação de som, imagem e informação, com a possibilidadede retransmissão instantânea do material captado, alterou de vez a relação entre o homem moderno e seu ambiente social. Começava, nesse momento, a grande derrocada da privacidade como a conhecemos um dia.
A primeira rede social via internet nos moldes atuais, a Classmates, surgiu em 1995, nos Estados Unidos e Canadá. Era voltada para a troca de informações entre estudantes universitários. Desde então, as redes se multiplicaram e acabaram por se transformar nos principais polos de disseminação de informação do planeta. A maior rede disponível hoje,o Facebook, foi criada em 2004 por estudantes de Harvard e reúne mais de 2,2 bilhões de usuários, entre pessoas reais, perfis falsos e robôs.
Por meio das redes, a indústria e o comércio sabem o que mais consumimos, presidentes são eleitos e derrubados, e os pecados que gostaríamos de ver escondidos são tornados públicos.
O onipresente olho nos acompanha a cada passo que damos, reconhecendo-nos quando circulamos, pretensamente anônimos, em meio às multidões dos blocos carnavalescos.
Luiza Pastor. Redes sociais destruíram ideia de privacidade, diz pesquisadora. http://www1.folha.uol.com.br, 28.06.2019. Adaptado
Provas
Caderno Container