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Foram encontradas 42 questões.

1918690 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

A máquina A enche um tonel em 6 minutos. A máquina B enche um tonel idêntico em 9 minutos. Iniciando o trabalho simultaneamente, porém de forma independente, as máquinas A e B enchem, no total, 100 desses tonéis. Da quantidade de tonéis enchidos, a máquina A foi responsável por

 

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1918689 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Miguel aderiu ao consórcio de uma moto em parcelas mensais de R$ 220,00. Suas parcelas vencem sempre no dia 20 de cada mês, mesmo se o dia cair em feriado ou fim de semana. Em caso de atraso no pagamento, cobra-se uma multa fixa de R$ 30,00 a cada período de 40 dias de atraso, mais um juro simples de 1% por dia de atraso. Miguel esqueceu de fazer o pagamento da parcela no mês de março, quitando-a no dia 20 de abril do mês seguinte, juntamente com a quitação da parcela mensal que vencia naquele dia. Lembrando que março tem 31 dias, o valor do consórcio pago por Miguel no dia 20 de abril foi igual a

 

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1918688 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Em 2016, Celina poupa R$ 5,00 em janeiro, R$ 8,50 em fevereiro, R$ 12,00 em março, R$ 15,50 em abril, R$ 19,00 em maio, e assim sucessivamente. Nos anos subsequentes ao ano de 2016, ela pretende manter o mesmo esquema de poupança, sendo que em janeiro de 2017 ela poupará R$ 3,50 a mais do que havia poupado em dezembro de 2016, e assim sucessivamente. De acordo com o esquema de poupança de Celina, no mês de outubro de 2020 ela terá que poupar

 

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1918687 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Rogério comprou certa quantidade de pedaços iguais a !$ \dfrac{1}{9} !$ de um bolo para distribuir, sem sobras, entre seu irmão e seu pai. Se ele pretende dar ao seu irmão o equivalente a !$ \dfrac{2}{3} !$ de um bolo, e ao seu pai o equivalente a um bolo inteiro, então, o total de pedaços de bolo que ele comprou foi igual a

 

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1918686 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Atenção: Considere os quadrinhos abaixo para responder às questões de números 9 e 10

enunciado 1918686-1

O conteúdo da fala do terceiro quadrinho está expresso corretamente em:

 

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1918685 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

As regras de concordância estão plenamente respeitadas em:

 

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1918684 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 5 a 7.


Pechada



O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

− Aí, Gaúcho!

− Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português.

− Mas o Gaúcho fala “tu”! − disse o Jorge, que era quem mais implicava com o novato.

− E fala certo − disse a professora.

− Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. O Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

− O pai atravessou a sinaleira e pechou. − O quê?

− O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

− O que foi que ele disse, tia? − quis saber o Jorge.

− Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.

− E o que é isso? − Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

− Nós vinha...

− Nós vínhamos.

− Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.

− Aí, Pechada!

− Fala, Pechada!


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. “Pechada”. Revista Nova Escola. São Paulo, maio/2001. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-1/pechada-634220.shtml)

Um termo empregado com sentido figurado está sublinhado em:

 

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1918682 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 5 a 7.


Pechada



O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de “Gaúcho”. Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.

− Aí, Gaúcho!

− Fala, Gaúcho!

Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, todos falavam português.

− Mas o Gaúcho fala “tu”! − disse o Jorge, que era quem mais implicava com o novato.

− E fala certo − disse a professora.

− Pode-se dizer “tu” e pode-se dizer “você”. Os dois estão certos. O Jorge fez cara de quem não se entregara. Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.

− O pai atravessou a sinaleira e pechou. − O quê?

− O pai. Atravessou a sinaleira e pechou. A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.

− O que foi que ele disse, tia? − quis saber o Jorge.

− Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.

− E o que é isso? − Gaúcho... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.

− Nós vinha...

− Nós vínhamos.

− Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.

A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o Jorge rindo daquele jeito.

“Sinaleira”, obviamente, era sinal, semáforo. “Auto” era automóvel, carro. Mas “pechar” o que era? Bater, claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que “pechar” vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.

− Aí, Pechada!

− Fala, Pechada!


(VERÍSSIMO, Luis Fernando. “Pechada”. Revista Nova Escola. São Paulo, maio/2001. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/ fundamental-1/pechada-634220.shtml)

Considerando que o novo aluno, Rodrigo, é chamado de Gaúcho e, posteriormente, de Pechada pelos colegas, conclui-se que a escolha dos apelidos

 

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1918681 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Está redigida com correção a frase:

 

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1918680 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: Pref. Campinas-SP

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 3.


Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China


O empresário Leo De Watts, de 27 anos, vende ar coletado no interior do Reino Unido e despacha para cidades poluídas da China, onde elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação.

A China enfrenta problemas crônicos de poluição atmosférica. Em 2015, pela primeira vez na história, a capital do país, Pequim, declarou alerta vermelho − o mais grave em uma escala de quatro níveis − por causa da poluição. Escolas permaneceram fechadas e fábricas interromperam a produção.

“Qualquer pessoa que, por exemplo, viva perto de um lago cristalino e comece a engarrafar água e vender pode ser considerada meio maluca, mas é algo incrível para locais que não possuem uma grande oferta dessas coisas, e o ar puro pode ser vendido como item de luxo”, disse Watts à BBC.

Cada garrafa – de 580 mL – de ar exportada por Watts custa 80 libras (cerca de R$ 450,00).

Para oferecer produtos com características distintas, o empresário diz coletar ar de áreas diferentes, como o interior do País de Gales e as regiões de Dorset e Somerset, na Inglaterra. O processo de coleta é feito com jarros acoplados a redes – atividade que Watts define como “agricultura aérea”.


(Adaptado de: “Empreendedor vende garrafas de ar puro inglês a R$ 450,00 para cidades poluídas na China”. Disponível em: www.bbc.com/ portuguese/noticias/2016/02/160209_venda_arpuro_tg)

. ... elites pagam quantias consideráveis por poucos segundos de inalação. (1o parágrafo) Essa passagem do texto está corretamente reescrita com a forma verbal na voz passiva em:

 

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