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Foram encontradas 50 questões.

2090819 Ano: 2021
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 31 a 33 se referem à Lei nº 6.938/81, que dispões sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.

Afirma-se que o poluidor que expuser a perigo a incolumidade humana, animal ou vegetal, ou estiver tornando mais grave situação de perigo existente, fica sujeito a pena de reclusão e multa. Caso o crime seja praticado durante a noite, é possível afirmar que:

 

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2090818 Ano: 2021
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 31 a 33 se referem à Lei nº 6.938/81, que dispões sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação.

A poluição pode ser compreendida como a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente:

I. Afetem favoravelmente a biota.

II. Afetem as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente.

III. Lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2090817 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 22 a 26 se referem ao Microsoft Excel 2016, em português.

Considere a planilha abaixo representada e assinale a alternativa com o valor que a célula B3 deve possuir para que a fórmula "=SOMA(A2:B3)" resulte em 10.

A

B

C

1

2

3

1

2

3

4

1

3

1

1

 

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2090816 Ano: 2021
Disciplina: Informática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Um usuário possui uma janela aberta do Google Chrome, em português com três guias, estando na terceira delas. Ele então utiliza o atalho de teclado para abrir uma nova janela. Ao fazer isso,o que irá ocorrer?

 

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2090815 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.

Existem diversas situações nas quais é possível conceder licença a servidor. Qual das seguintes alternativas apresenta uma situação CORRETA?

 

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2090814 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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As questões 17 a 20 se referem à Lei Complementar Municipal nº 03/2006, que dispõe sobre o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município e dá outras providências.

Será cassada a aposentadoria ou a disponibilidade se ficar provado que o inativo, na atividade:

I. Deixou de praticar usura, em qualquer de suas formas.

II. Praticou falta punível com a demissão.

III. Aceitou ilegalmente cargo ou função pública.

Está(ão) CORRETA(S):

 

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2090813 Ano: 2021
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Existem determinadas competências do Município que são concorrentes com a União ou com o Estado, ou supletivas a elas. Qual alternativa apresenta uma dessas atribuições de forma INCORRETA?

 

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2090812 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.


Interferência do Tempo

  • Há quem diga que o tempo não existe, que somos
  • nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
  • nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
  • essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
  • tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
  • passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
  • O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
  • colégio em que estudei durante mais de uma década,
  • meu primeiro contato com o mundo fora da minha
  • casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
  • espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
  • assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
  • escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
  • atravessavam os telhados. Os corredores eram
  • passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
  • portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
  • Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
  • que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
  • pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
  • o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
  • minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
  • A interferência do tempo atinge minhas emoções
  • também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
  • de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
  • apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
  • e a sensação que me causam não é nem um pouco
  • desafiadora. E mesmo os que amei já não me
  • provocam perturbação alguma, apenas um carinho
  • sereno. Me pergunto como é que se explica que
  • sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
  • se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
  • fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
  • dando a devida proporção aos meus afetos e
  • desafetos.
  • Talvez seja esta a prova da sua existência: o
  • tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
  • infância, que exigia muitas pedaladas para ser
  • percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
  • Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
  • logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
  • por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
  • alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
  • do tamanho que é, sem a condescendência da
  • fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
  • realmente foram reduzidas: apartamentos que
  • parecem caixotes, carros compactos, conversas
  • telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
  • cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
  • infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
  • inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
  • mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
  • por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
  • como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
  • volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
  • vivendo apertados, financeira e emocionalmente
  • falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
  • esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
  • do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
  • frente.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

No que se refere à pontuação do texto, é possível afirmar que as vírgulas utilizadas em Uma rua da infância, que exigia muitas pedaladas para ser percorrida, hoje é atravessada em poucos passos. (l. 36-38) representam o isolamento de uma oração.

 

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2090811 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.


Interferência do Tempo

  • Há quem diga que o tempo não existe, que somos
  • nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
  • nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
  • essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
  • tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
  • passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
  • O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
  • colégio em que estudei durante mais de uma década,
  • meu primeiro contato com o mundo fora da minha
  • casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
  • espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
  • assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
  • escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
  • atravessavam os telhados. Os corredores eram
  • passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
  • portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
  • Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
  • que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
  • pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
  • o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
  • minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
  • A interferência do tempo atinge minhas emoções
  • também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
  • de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
  • apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
  • e a sensação que me causam não é nem um pouco
  • desafiadora. E mesmo os que amei já não me
  • provocam perturbação alguma, apenas um carinho
  • sereno. Me pergunto como é que se explica que
  • sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
  • se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
  • fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
  • dando a devida proporção aos meus afetos e
  • desafetos.
  • Talvez seja esta a prova da sua existência: o
  • tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
  • infância, que exigia muitas pedaladas para ser
  • percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
  • Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
  • logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
  • por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
  • alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
  • do tamanho que é, sem a condescendência da
  • fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
  • realmente foram reduzidas: apartamentos que
  • parecem caixotes, carros compactos, conversas
  • telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
  • cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
  • infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
  • inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
  • mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
  • por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
  • como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
  • volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
  • vivendo apertados, financeira e emocionalmente
  • falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
  • esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
  • do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
  • frente.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta um período classificado corno simples.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2090810 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Cachoeirinha-RS
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Para responder às questões de 01 a 10, leia o texto abaixo.


Interferência do Tempo

  • Há quem diga que o tempo não existe, que somos
  • nós que o inventamos e tentamos controlá-lo com
  • nossos relógios calendários. Nem ousarei discutir
  • essa questão filosófica, existencial e cabeluda. Se o
  • tempo não existe, eu existo.Se o tempo não passa, eu
  • passo. E não é só o espelho que me dá a certeza disso.
  • O tempo interfere no meu olhar. Lembro do
  • colégio em que estudei durante mais de uma década,
  • meu primeiro contato com o mundo fora da minha
  • casa. O pátio não era grande - era colossal. Uma
  • espécie de superfície lunar sem horizontes à vista,
  • assim eu o percebia aos sete anos de idade. As
  • escadas levavam ao céu, eu poderia jurar que elas
  • atravessavam os telhados. Os corredores eram
  • passarelas infinitas, as janelas pareciam enormes
  • portões de vidro, eu me sentia na terra dos gigantes.
  • Volto, depois de muitos anos, para visitá-lo e descubro
  • que ele continua sendo um colégio grande, mas nem o
  • pátio, nem os corredores, nem as escadas, nada tem
  • o tamanho que parecia ter antes. O tempo ajustou
  • minhas retinas e deu proporção às minhas ilusões.
  • A interferência do tempo atinge minhas emoções
  • também. Houve uma época em que eu temia certo tipo
  • de gente, aqueles que estavam sempre a postos para
  • apontar minhas fraquezas. Hoje revejo essas pessoas,
  • e a sensação que me causam não é nem um pouco
  • desafiadora. E mesmo os que amei já não me
  • provocam perturbação alguma, apenas um carinho
  • sereno. Me pergunto como é que se explica que
  • sentimentos tão fortes como o medo, o amor ou a raiva
  • se desintegrem. Alguém era grande no meu passado,
  • fica pequeno no meu presente. O tempo, de novo,
  • dando a devida proporção aos meus afetos e
  • desafetos.
  • Talvez seja esta a prova da sua existência: o
  • tempo altera o tamanho das coisas. Uma rua da
  • infância, que exigia muitas pedaladas para ser
  • percorrida, hoje é atravessada em poucos passos.
  • Uma árvore, que para ser explorada exigia uma certa
  • logística - ou ao menos um "calço" de quem estivesse
  • por perto e com as mãos livres-, hoje teria seus galhos
  • alcançados num pulo. A gente vai crescendo e vê tudo
  • do tamanho que é, sem a condescendência da
  • fantasia. E ainda nem mencionei as coisas que
  • realmente foram reduzidas: apartamentos que
  • parecem caixotes, carros compactos, conversas
  • telegráficas, livros de bolso, pequenas salas de
  • cinema, casamentos curtos. Todo aquele espaço da
  • infância, em que cabia com folga nos a imaginação e
  • inocência, precisa hoje se adaptar ao micro, ao
  • mínimo a uma vida funcional. Eu cresci. Por dentro e
  • por fora' (e, reconheço, pros lados). Sou gente grande,
  • como se diz por aí. E o mundo à minha volta, à nossa
  • volta virou aldeia somos todos vizinhos, todos
  • vivendo apertados, financeira e emocionalmente
  • falando. Saudade de uma alegria descomunal, de uma
  • esperança gigantesca, de uma confiança do tamanho
  • do futuro - quando o futuro também era infinito à nossa
  • frente.

  • Autor: Martha Medeiros (adaptado).

Com base na grafia e no número de fonemas de vocábulos do texto, analise as assertivas e julgue V, para as verdadeiras, ou F, para as falsas.

( ) inventamos (l. 2) apresenta dois dígrafos vocálicos.

( ) telhados (l. 14) apresenta um dígrafo consonantal e 7 fonemas.

( ) corredores (l. 14) e filosófica (l.4) apresentam, respectivamente, 9 e 10 fonemas.

( ) Tanto pergunto (l.29) quanto fraquezas (l.25) apresentam dígrafos consonantais em suas composições.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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